Adoração – O Presente do Homem Para Deus
Este livro convida a uma reflexão mais aprofundada, com sólida base escriturística, sobre diversos aspectos da adoração, que é o núcleo central de toda a vida cristã.
É imprescindível que na igreja haja o equilíbrio: haja boa música, executada e liderada por pessoas consagradas e humildes.
Lamentavelmente, o “espírito de Elvis” revive cada vez que um cantor sacro (ou “gospel”, como queiram) começa a ser assediado e cede aos apelos secularizantes dos holofotes do mundo.
Devemos ter em mente que princípios devem ser interpretados por cada um, sob a tutela inspiradora do Espírito Santo, à luz das verdades reveladas, para que possamos saber e cumprir a vontade de Deus.
A música é uma forma cativante de dar voz a sentimentos enfurnados dentro de nós.
Este livro convida a uma reflexão mais aprofundada, com sólida base escriturística, sobre diversos aspectos da adoração, que é o núcleo central de toda a vida cristã.
O capítulo final do livro: a declaração de propósitos, o padrão do juízo final, e por que a aliança bíblica não se confunde com um documento pessoal.
Os cinco propósitos em equilíbrio como um pentatlo, por que a paixão sozinha não basta como bússola, e o que Jesus quis dizer com a obra que completou.
A distinção entre cristão mundano e de primeira classe, por que a plenitude de vida não depende da atividade missionária, e a ordem bíblica entre missão local e global.
O valor e os limites do testemunho pessoal, por que uma paixão sentida precisa do crivo da igreja, e o acréscimo do evangelho eterno à mensagem da salvação.
A verdadeira urgência da missão cristã, o que é o evangelho eterno de Apocalipse 14, e os dois desdobramentos da hora do juízo ligados à volta breve de Jesus.
Deus usa pessoas fracas em Seu serviço, o mensageiro de Satanás por trás do espinho de Paulo, e a diferença bíblica entre aceitar uma fraqueza e confessar um pecado.
Pensar como servo esbarra num limite bíblico: a mudança de mente que Cristo pede é, segundo Paulo, algo que o esforço próprio jamais consegue produzir sozinho.
A grandeza diante de Deus se mede pela fidelidade no serviço, não pelo alcance numérico, e o que a parábola dos talentos revela sobre o juízo investigativo.
A definição bíblica dos dons espirituais, o que isso tem a ver com o dom de profecia, e por que aceitar sua FORMA não dispensa a obra do Espírito no caráter.
Por que talentos e dons espirituais não são a mesma coisa, o que isso tem a ver com o dízimo, e por que usar seu temperamento não dispensa a obra do Espírito.
Para que Deus formou você antes de nascer, o que são dons espirituais, e por que seguir o coração pode não ser o melhor guia para descobrir seu ministério.
Por que servir a Deus é chamado de todo crente, não só de líderes, qual a motivação certa para isso, e por que a recompensa eterna não tem graus entre os salvos.
Por que a maturidade espiritual não tem atalhos, quem é o agente da transformação lenta, e por que o crescimento do caráter importa para o grande conflito.
Quatro estratégias bíblicas para vencer a tentação, a armadura de Deus como conjunto único, e por que a vitória depende de permanência em Cristo, não de técnica pessoal.
Como a tentação funciona em quatro fases, por que Cristo, como segundo Adão, prova que a queda não era necessária, e por que Deus nunca deseja a tentação.