“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 19
Como cultivar comunhão verdadeira: sinceridade, humildade, cortesia, sigilo e constância, ancoradas no exemplo de Cristo e no fruto do Espírito, não apenas em esforço próprio.
Como cultivar comunhão verdadeira: sinceridade, humildade, cortesia, sigilo e constância, ancoradas no exemplo de Cristo e no fruto do Espírito, não apenas em esforço próprio.
A verdadeira comunhão cristã, além da conversa social: autenticidade, reciprocidade, compaixão e misericórdia entre irmãos, e a comunhão também na assembleia corporativa.
O pertencimento à igreja local, a identidade profética do remanescente, a fidelidade doutrinária e o papel da igreja diante do universo, no grande conflito cósmico.
O amor como fundamento da comunhão cristã, a inseparabilidade entre amor e doutrina, o juízo investigativo aplicado à mordomia relacional, e o tempo dedicado a Deus no sábado.
A entrada na família de Deus pela adoção e pelo novo nascimento, o batismo como identificação pública e instruída, e a restauração da filiação rompida pelo pecado no Éden.
O silêncio de Deus, o adversário por trás da escuridão espiritual, a separação real de Cristo na cruz e o destino final dos perdidos, à luz da fé que independe do sentimento.
Os quatro pilares da adoração que agrada a Deus: verdade bíblica, autenticidade sem emocionalismo, atenção mental e o sacrifício vivo do corpo, à luz do culto racional.
A amizade com Deus pela sinceridade, pela obediência que nasce do amor e pelo desejo ardente, à luz do Espírito Santo e do grande conflito por trás do sofrimento humano.
A amizade com Deus à luz do santuário celestial, do sacerdócio contínuo de Cristo, da aliança com um povo e da transcendência e imanência divinas de Isaías 57:15.
A rendição como essência da adoração, o culto racional de Romanos 12, o batismo como selo da entrega, e a segurança da salvação na permanência contínua em Cristo.
A graça antes do desempenho, a arca como figura do juízo final, a obediência habilitada pelo Espírito, o amor que precede a obediência e a adoração vivida em três esferas.
A adoração como agradar a Deus, a satisfação de Deus como fruto do amor, o valor humano ligado ao preço da redenção, a música e o sábado.
A glória de Deus como propósito final do universo, o pecado como transgressão da lei, a mensagem dos três anjos, a mordomia do corpo e do tempo, e a oração do pecador sem o batismo.
Uma análise do livro “Uma Vida com Propósitos” de Rick Warren, à luz da Teologia Adventista, comparando os pressupostos do livro com a doutrina bíblica padrão da IASD.
Devemos ter em mente que princípios devem ser interpretados por cada um, sob a tutela inspiradora do Espírito Santo, à luz das verdades reveladas, para que possamos saber e cumprir a vontade de Deus.