“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 10
A rendição como essência da adoração, o culto racional de Romanos 12, o batismo como selo da entrega, e a segurança da salvação na permanência contínua em Cristo.
A rendição como essência da adoração, o culto racional de Romanos 12, o batismo como selo da entrega, e a segurança da salvação na permanência contínua em Cristo.
A graça antes do desempenho, a arca como figura do juízo final, a obediência habilitada pelo Espírito, o amor que precede a obediência e a adoração vivida em três esferas.
A adoração como agradar a Deus, a satisfação de Deus como fruto do amor, o valor humano ligado ao preço da redenção, a música e o sábado.
A glória de Deus como propósito final do universo, o pecado como transgressão da lei, a mensagem dos três anjos, a mordomia do corpo e do tempo, e a oração do pecador sem o batismo.
A vida terrena como atribuição temporária, a Nova Terra como lar eterno dos redimidos, e o descontentamento humano como saudade do Éden perdido.
A vida como relacionamento e mordomia diante de Deus, o dízimo como expressão concreta dessa mordomia, e o juízo investigativo por trás da recompensa.
A vida terrena é breve diante da eternidade: o estado dos mortos, os dois destinos finais e a esperança da ressurreição na segunda vinda de Cristo.
Culpa, rancor, medo, materialismo e aprovação alheia como forças que desviam o rumo da vida, e o julgamento final diante de Deus sobre Cristo e os dons recebidos.
O propósito humano centrado em Deus, à luz do sábado, o grande conflito entre Cristo e Satanás, o dom de profecia e o chamado a um povo remanescente no fim dos tempos.
O propósito humano centrado em Deus, à luz do sábado, o grande conflito entre Cristo e Satanás, o dom de profecia e o chamado a um povo remanescente no fim dos tempos.
Um guia teológico adventista, capítulo a capítulo, para ler uma obra devocional muito popular com discernimento bíblico, à luz do santuário, do sábado e do grande conflito.
Uma análise do livro “Uma Vida com Propósitos” de Rick Warren, à luz da Teologia Adventista, comparando os pressupostos do livro com a doutrina bíblica padrão da IASD.
Devemos ter em mente que princípios devem ser interpretados por cada um, sob a tutela inspiradora do Espírito Santo, à luz das verdades reveladas, para que possamos saber e cumprir a vontade de Deus.
É possível usarmos na adoração músicas que não foram originalmente compostas para a igreja? A letra possui uma mensagem objetivam enquanto a música cria um clima subjetivo. Isso exige que a análise seja feita de forma independente.
Necessitamos que a palavra de Cristo habite em nós ricamente, hoje mais do que nunca. Então as igrejas poderão tornar-se no corpo radiante de Cristo, como Deus quer.