(Falsas) Estratégias de Crescimento para a Igreja

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 8

Dia 8: Planejado para Agradar a Deus

por: Levi de Paula Tavares

1. Resumo do argumento do capítulo

Warren abre o primeiro dos cinco blocos do livro (Propósito 1: adoração) com a afirmação de que o ser humano foi planejado para agradar a Deus. Segundo o capítulo, Deus não precisava criar ninguém, mas escolheu fazê-lo para sua própria satisfação; ser motivo de prazer para Deus é o que garante o valor de cada pessoa: ninguém que Deus deseja manter consigo por toda a eternidade pode ser insignificante. Deus deu à humanidade a capacidade de sentir prazer, incluindo os cinco sentidos e as emoções, porque a fez à sua imagem, e o próprio Deus, segundo Warren, sente emoções intensas e genuínas: alegria, tristeza, ciúme, compaixão, ira, riso.

O capítulo define agradar a Deus como o sentido da palavra “adorar”, e dedica boa parte do texto a corrigir concepções populares equivocadas sobre adoração: ela não é sinônimo de música (Adão adorou no Éden antes de existir qualquer instrumento musical na Bíblia); não depende de estilo, ritmo ou volume; e, principalmente, não existe para benefício de quem adora, mas exclusivamente para agradar a Deus. Warren cita a repreensão de Isaías contra a adoração de lábios sem coração e conclui que a adoração não é uma parte da vida separada das demais, ela é a vida inteira: qualquer atividade, inclusive comer, beber ou trabalhar, se torna adoração quando feita conscientemente para Deus. O capítulo termina com uma ilustração pessoal de Warren sobre pensar constantemente na esposa quando namoravam, como metáfora do que significa “permanecer no amor” de Jesus.

2. Pressupostos teológicos implícitos

A satisfação de Deus como motivo da criação

O capítulo afirma que Deus não precisava criar ninguém, mas “escolheu fazê-lo para sua própria satisfação”: a criação existe, segundo essa formulação, para que Deus obtenha prazer dela.

O prazer de Deus como prova do valor pessoal

O capítulo ancora o valor de cada pessoa no fato de agradar a Deus e de Deus desejar mantê-la consigo para sempre: é essa realidade, segundo Warren, que impede alguém de se sentir insignificante. É um argumento pastoral compreensível, mas que localiza o valor humano inteiramente na disposição afetiva de Deus em relação à pessoa, sem tocar em nenhuma outra base para esse mesmo valor.

As emoções de Deus em paralelo direto às emoções humanas

Warren trata as emoções divinas, ciúme, ira, tristeza, riso, como equivalentes diretos da experiência emocional humana, reunindo uma longa lista de textos do Antigo Testamento (nota 2) sem distinguir entre linguagem figurada e literal ao descrever o caráter de Deus.

Adoração redefinida como estilo de vida contínuo, não como evento

O capítulo amplia deliberadamente o sentido comum de “adoração”, tirando-a do contexto exclusivo do culto de igreja e da música, e a estende a qualquer atividade cotidiana feita conscientemente para Deus.

Adoração definida pelo prazer que causa a Deus, sem o componente de resposta consciente

Warren identifica adorar com agradar a Deus, tratando essa disposição, sobretudo, como uma decisão e um estado de ânimo que o próprio adorador produz diante de Deus, insistindo ainda que esse prazer não deve trazer nenhum benefício a quem adora.

3. Base bíblica usada por Warren

O capítulo usa uma boa variedade de versões: NTLH (notas 1, 6), CEV (nota 3), NVI (notas 5, 10, 11), BV (nota 7) e GWT (nota 9), além de vários textos sem versão marcada, o que indica a tradução de referência padrão do livro. A paráfrase The Message aparece uma vez (nota 12, Romanos 12:1; ver nota metodológica da Apresentação). A nota 2, usada para sustentar que “Deus também tem emoções”, reúne mais de dez referências de livros diferentes do Antigo Testamento (Gênesis, Êxodo, Deuteronômio, Juízes, Reis, Crônicas, Salmos, Ezequiel, 1 João) em bloco único, sem desenvolver individualmente nenhuma delas, um uso mais próximo de lista de apoio geral do que de exegese pontual, ainda que os textos, tomados em conjunto, sustentem razoavelmente o ponto geral do capítulo. No restante, o uso das passagens sobre adoração é fiel ao propósito do texto, sem extrapolação relevante.

4. Contraponto adventista

A posição adventista sobre os pontos que este capítulo levanta resume-se nos tópicos a seguir.

A satisfação de Deus como fruto do amor, não como motivo da criação

Para o adventismo, Deus criou por um amor que já era pleno em si mesmo, não por precisar de um objeto que lhe desse prazer; a satisfação divina na criação é consequência desse amor, não sua causa (Atos 17:25; Salmos 50:9-12; João 17:24).

O valor humano ancorado no grande conflito

Para o adventismo, o valor de cada pessoa não repousa apenas no prazer que ela dá a Deus, mas no preço concreto pago pela sua redenção dentro do grande conflito entre Cristo e Satanás (1 Pedro 1:18,19; João 3:16; Nisto Cremos, cap. 8).

Adoração como resposta consciente à revelação, não emoção induzida

Para a teologia adventista, adorar é a resposta consciente e submissa de quem conhece a Deus por revelação, habilitada pelo Espírito Santo, um “culto racional” (Romanos 12:1) distinto de qualquer estado emocional induzido por música, ambiente ou dinâmica de grupo (João 4:24; Nisto Cremos, cap. 11).

A âncora sabática da adoração contínua

A adoração como estilo de vida diário encontra, na teologia adventista, um ponto de ancoragem semanal concreto, o sábado, que treina e protege essa mesma continuidade (Êxodo 20:8-11; Nisto Cremos, cap. 20).

1 Coríntios 10:31 e a mordomia da saúde

O mesmo texto que Warren cita para dizer que comer e beber podem ser adoração é, para o adventismo, a base da mordomia da saúde física, já discutida no Dia 7 desta série (1 Coríntios 6:19,20; Nisto Cremos, cap. 22).

5. Pontos de convergência

Adoração como estilo de vida, não como evento isolado

A afirmação central do capítulo, de que a adoração não se limita à música ou ao culto de igreja e pode se estender a qualquer atividade cotidiana, converge de forma ampla com a prática adventista. É o mesmo princípio que aparece quando Deus rejeita cultos musicalmente impecáveis de Israel porque o coração dos adoradores estava longe dele (Amós 5:21-23): a música é fruto da adoração, não sua origem. O mesmo vale para comer e beber, atividades que Warren cita (1 Coríntios 10:31) e que o adventismo também trata como formas concretas de glorificar a Deus no dia a dia.

Rejeição do formalismo vazio

A crítica de Warren, apoiada em Isaías 29:13, contra uma adoração de lábios sem coração, converge inteiramente com a ênfase adventista na religião do coração, e não apenas da forma externa.

A universalidade do impulso de adorar

A observação de que adorar é um impulso natural, posto por Deus na própria estrutura do ser humano, e que, na ausência de um objeto legítimo, sempre encontra algum substituto, converge com a leitura bíblica da idolatria como adoração desviada, não abolida.

Deus como ser que sente

A afirmação de que Deus é um ser pessoal que tem emoções genuínas, e não é uma força impessoal e indiferente, converge com a centralidade do caráter emocionalmente investido de Deus dentro do grande conflito, já discutido no Dia 1 desta série.

6. Pontos de tensão ou divergência com a teologia Adventista

A satisfação de Deus como fruto do amor, não como motivo da criação

O capítulo afirma que Deus “não precisava criar ninguém, mas escolheu fazê-lo para sua própria satisfação”. A primeira metade da frase é bíblica e precisa: Deus é autossuficiente, e Paulo afirma que ele “nem é servido por mãos de homens, como se necessitasse de alguma coisa” (Atos 17:25). O próprio Deus faz uma afirmação semelhante pela boca do salmista: mesmo que tivesse fome, não pediria nada à sua criação, porque tudo já lhe pertence (Salmos 50:9-12).

A segunda metade da frase, porém, introduz uma imprecisão sutil. Ao dizer que Deus criou “para sua própria satisfação”, o texto trata essa satisfação como o motivo da criação, ou seja, aquilo que ela existe para produzir. É o mesmo padrão presente em diversos mitos antigos do Oriente Próximo, como o babilônico Enuma Elish, em que os deuses criam os seres humanos justamente para suprir uma carência própria: comida, trabalho, alívio. A diferença entre “Deus tem prazer na criação” e “Deus criou para ter prazer” parece pequena, mas separa duas ideias bem diferentes de Deus: a primeira descreve um transbordamento de um amor já completo; a segunda descreve uma necessidade, mesmo que disfarçada de escolha livre.

A Escritura sustenta fartamente a primeira ideia, não a segunda. Sofonias promete que o Senhor “se regozijará por ti com alegria” (Sofonias 3:17), e Jesus, orando ao Pai, lembra que já era amado “antes da fundação do mundo” (João 17:24): o amor de Deus não esperou a criação para existir, ele já era pleno na relação entre o Pai e o Filho. A criação não supre uma falta nesse amor; ela transborda dele. Warren teria dito algo mais preciso, e igualmente pastoral, se tivesse descrito a satisfação de Deus como consequência do seu amor, não como o motivo da criação.

Essa imprecisão carrega uma consequência pastoral concreta. Absorver a criação como algo motivado pela busca de satisfação de Deus, ainda que eletiva e não obrigatória, pode levar à mesma lógica invertida sobre a própria vida espiritual: buscar em Deus uma fonte de prazer que sacie uma necessidade própria, em vez de responder, com gratidão, a um amor que já estava completo antes de qualquer criatura existir.

O efeito contrário é igualmente possível, e talvez mais comum na prática: a mesma imprecisão pode levar alguém a sentir-se pesado pela tarefa de produzir, sozinho, a satisfação de um Deus perfeito e santo, como se a aceitação dependesse do sucesso constante em agradá-lo. Jesus responde a esse mesmo cansaço, não a uma plateia preocupada com prazer próprio, mas a pessoas exaustas de tentar dar conta de exigências religiosas: “vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei […] porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mateus 11:28-30). É a mesma resposta, sob outro ângulo, que o ponto seguinte deste artigo desenvolve: a adoração não nasce do esforço isolado de quem adora, mas é habilitada pelo Espírito Santo, o mesmo princípio de cooperação, não desempenho solitário, já discutido a propósito do crescimento do caráter no Dia 5 desta série (Filipenses 2:12,13).

O valor humano ancorado no grande conflito

Essa mesma frase de abertura sustenta ainda outro argumento do capítulo. Warren ancora o valor de cada pessoa no fato de que Deus a planejou para sua própria satisfação e deseja mantê-la para sempre, um argumento pastoral bem-intencionado, pensado para combater o sentimento de insignificância, mas que descreve o valor humano quase como consequência de uma preferência afetiva de Deus, sem tocar no que a Escritura oferece como prova mais concreta desse mesmo valor: o preço pago por ele. Pedro escreve que os crentes foram resgatados, “não com coisas corruptíveis, como prata ou ouro […] mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem defeito e sem mácula” (1 Pedro 1:18,19).

Essa base é mais sólida, e pastoralmente mais estável, do que apenas afirmar que Deus sente prazer com a própria existência de alguém. Ainda que o caráter de Deus não mude (Malaquias 3:6), um sentimento, por sua própria natureza, tende a ser associado ao momento presente, às circunstâncias, ao desempenho recente de quem é amado, convidando à pergunta ansiosa de todo coração inseguro: “será que Deus ainda sente prazer em mim, agora?” O sacrifício histórico e concreto do Calvário, já pago e irrevogável, não deixa espaço para essa mesma dúvida. O valor humano, para a teologia adventista, está ligado ao próprio custo da redenção dentro do grande conflito entre Cristo e Satanás, já discutido no Dia 1 desta série: o valor da alma humana se mede pelo preço que Deus considerou justo pagar por ela, não apenas pelo prazer momentâneo que ela lhe proporciona.

Adoração como resposta consciente à revelação, não emoção induzida

Warren define adorar essencialmente como agradar a Deus, uma síntese pastoral compreensível, mas incompleta. A Bíblia descreve a adoração, antes de tudo, como uma resposta: a palavra mais usada no Novo Testamento para “adorar” descreve literalmente alguém se curvando, prostrando-se diante de um superior. Não é uma decisão isolada de “dar prazer” a Deus; é o que acontece naturalmente quando alguém reconhece quem Deus é e quem ele é diante de Deus. Ellen White descreve esse mesmo processo: “para O servirmos devidamente, é mister nascermos do divino Espírito […] esse é o verdadeiro culto. É o fruto da operação do Espírito Santo” (O Desejado de Todas as Nações, p. 123). A adoração, portanto, não nasce apenas do esforço ou da boa intenção do adorador; ela é a resposta que o Espírito Santo desperta no coração de quem conhece a Deus.

Essa distinção ajuda a resolver, com mais precisão, uma tensão que o próprio Warren cria ao dizer que “a adoração não é para nosso benefício”. No Dia 7 desta série, ele havia citado John Piper para afirmar o contrário: que a satisfação humana em Deus e a glória que Deus recebe são a mesma moeda vista por dois lados, o núcleo do que Piper chama de “hedonismo cristão”. Aqui, sem perceber, ele parece corrigir a si mesmo: chega a classificar como equivocada a pessoa que sai de um culto dizendo tê-lo apreciado, como se sentir prazer na adoração fosse, só por isso, sinal de motivação errada.

Warren tem razão em desconfiar de uma adoração medida pelo quanto ela emociona o adorador, mas erra ao concluir daí que ela não deveria trazer benefício algum a quem adora. Paulo chama a verdadeira adoração de “culto racional” (Romanos 12:1), um culto que envolve a mente e a vontade, não apenas o sentimento do momento, e é essa categoria que separa com precisão as duas coisas que o capítulo confunde: buscar a adoração pela emoção que ela produz é, de fato, um desvio; buscar a Deus na adoração e receber, como fruto natural dela, uma alegria genuína, não é. O alvo da adoração continua sendo Deus, não o adorador, mas a alegria segue sendo sua consequência esperada, não sua ameaça. Ellen White reforça essa mesma ordem de prioridades: “no serviço de Deus […] há satisfação e alegria” (Caminho a Cristo, p. 124,125), a satisfação aparecendo como resultado do serviço prestado, não como seu objetivo. Essa alegria, exatamente por nascer como fruto e não como meta, não precisa ser vigiada com desconfiança quando aparece.

A consequência prática de perder essa distinção é dupla. Sem o papel do Espírito Santo, a adoração pode virar apenas mais uma disciplina de vontade própria, algo que a pessoa decide fazer para agradar a Deus, sem a transformação interior que só o Espírito produz.

A segunda metade do problema é uma inversão de valores espirituais que a própria Escritura já preveniu. Quando Elias esperava o Senhor no monte Horebe, o texto é explícito: Deus não estava no vento forte que despedaçava rochas, nem no terremoto, nem no fogo, mas numa “voz mansa e delicada” que veio depois de tudo isso (1 Reis 19:11-13). A intensidade do fenômeno sensorial, no relato bíblico, é justamente onde Deus escolhe não estar. Sem essa mesma discrição, o critério se inverte: qualquer experiência que produza forte comoção, gerada por música, luzes ou pela dinâmica de um grupo, passa a ser aceita como prova de verdadeira adoração, enquanto a alegria genuína que nasce de um encontro real com Deus, fruto do Espírito segundo a própria Escritura (Gálatas 5:22), e por isso digna de confiança, passa a ser vista com desconfiança, só por não vir acompanhada do mesmo estrondo.

A história adventista já enfrentou de perto essa mesma inversão. No início do século 20, um movimento conhecido como “carne santa” surgiu em Indiana confundindo gritos, tambores e forte agitação emocional com a descida do Espírito Santo. Ellen White, ao escrever sobre esse episódio, corrigiu o engano sem meias palavras: “mero ruído e gritos não são sinal de santificação, ou da descida do Espírito Santo”, acrescentando que “o Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal confusão e ruído” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pp. 35,36). O alerta permanece válido fora daquele episódio específico: barulho, luzes e emoção intensa podem acompanhar uma experiência genuína com Deus, mas nunca são, por si mesmos, a prova dela.

A âncora sabática da adoração contínua

Warren tem razão ao rejeitar a ideia de que adoração se resume à música de domingo de manhã, e ao afirmar que ela deveria permear toda a vida, do trabalho ao lazer. O capítulo, porém, não menciona uma única vez o sábado, já apresentado nesta série (Dia 1) como o memorial semanal da criação. Aqui a lacuna aparece sob um ângulo diferente: não se trata apenas de ancorar a doutrina da criação no calendário, mas de sustentar, na prática, a própria ideia de que toda a vida deveria ser adoração.

Para o adventismo, o sábado (Êxodo 20:8-11) não compete com essa ideia; ele é o que a treina e a protege. Um dia inteiro, a cada sete, reservado sem concorrência de outras tarefas, funciona como o momento em que a pessoa pratica, de forma concentrada, aquilo que os outros seis dias deveriam refletir de forma diluída. Sem esse ponto de ancoragem semanal, concreto, marcado no calendário e guardado em comunidade, a ideia de “adoração como estilo de vida” corre o risco de permanecer bonita no papel e ausente na prática, exatamente o tipo de intenção sincera que a correria do cotidiano tende a engolir sem nenhum lembrete regular para resistir a ela.

1 Coríntios 10:31 e a mordomia da saúde

É digno de nota que o próprio Warren cite o texto mais usado pela teologia adventista para justificar a mordomia da saúde, “quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31), mas o aplique de forma inteiramente diferente: como prova de que qualquer atividade, feita com a atitude certa, vira adoração, sem qualquer atenção ao conteúdo do que se come ou bebe.

Já vimos, no Dia 7 desta série, que a lista dos cinco propósitos do livro deixa de fora a mordomia do corpo. Aqui a lacuna se repete de forma ainda mais concreta, uma vez que desta vez o próprio texto que fundamenta essa mordomia já está citado no capítulo, apenas lido em outra chave. Para o adventismo, dedicar a Deus o ato de comer e beber não é somente uma questão de atitude interior enquanto se come qualquer coisa, mas também uma questão do que, de fato, se põe à mesa (1 Coríntios 6:19,20). Um leitor pode aprender corretamente, com este capítulo, a orar antes das refeições e a comer com gratidão consciente, e ainda assim nunca considerar que o próprio cardápio também está incluído nesse mesmo chamado.


Dia 7 — A Razão de Tudo Índice dos Capítulos Dia 9 — O que Faz Deus Sorrir?

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