“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 6
Analisando a vida terrena como atribuição temporária. Contrastando o estado dos mortos, e a Nova Terra, não um “céu” incorpóreo, como lar eterno dos redimidos.
Analisando a vida terrena como atribuição temporária. Contrastando o estado dos mortos, e a Nova Terra, não um “céu” incorpóreo, como lar eterno dos redimidos.
Vendo a vida como um teste e como mordomia: implicações para o crescimento do caráter em Cristo, o juízo investigativo, e o dízimo como expressão prática da fé.
O contraste de conceitos envolvendo a natureza da alma, o estado dos mortos e o destino final dos ímpios: imortalidade condicional, sono da morte e a segunda morte.
Análise sobre as forças que impulsionam a vida humana, com suas implicações sobre o juízo investigativo, e a diferença entre segurança condicional e incondicional da salvação.
Análise sobre a providência de Deus sobre cada vida, a origem do sofrimento e das doenças hereditárias, e a esperança da restauração do corpo na eternidade.
O propósito humano centrado em Deus, tendo o sábado como memorial da criação, e o grande conflito entre Cristo e Satanás como pano de fundo da história.
Apresentação do projeto, metodologia, fontes e estrutura da série: as seis seções fixas de cada capítulo, da base bíblica aos pontos de convergência e divergência.
Uma análise do livro “Uma Vida com Propósitos” de Rick Warren, à luz da Teologia Adventista, comparando os pressupostos do livro com a doutrina bíblica padrão da IASD.
Necessitamos que a palavra de Cristo habite em nós ricamente, hoje mais do que nunca. Então as igrejas poderão tornar-se no corpo radiante de Cristo, como Deus quer.
A questão não é se existe ou não existe igreja sem propósitos. A questão é saber de que propósitos estamos falando.
As pessoas não são mais entes pensantes e sociais. São apenas animais que devem ter seus instintos saciados. Mesmo que baixos. O prazer rege o mundo, não o dever ou a responsabilidade.
Agora os bons ministérios são os grandes ministérios, mas nem tudo que é grande é saudável; o câncer é uma multiplicação doentia das células.
A música sacra vem sendo corrompida por uma visão teológica distorcida. Com a intenção de tornar-se contemporânea, a igreja acabada abrindo espaço para heresias.
Muitas iniciativas evangelizadoras partem da cultura para atingir a cultura. Mas isso é um contrassenso: ou se segue a cultura ou as Escrituras. Afinal, não se pode servir a dois senhores.
“Uma crescente audiência aos programas do ministério é automaticamente comparável a crescimento espiritual?