Últimas Publicações

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 7

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 7

A glória de Deus como propósito final do universo e da vida humana: o grande conflito, o pecado como amar algo mais que Deus, e o plano da salvação em Cristo.

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 6

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 6

A vida terrena como atribuição temporária, a Nova Terra como lar eterno dos redimidos, e o descontentamento humano como saudade do Éden perdido.

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 5

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 5

A vida como relacionamento e mordomia diante de Deus, o dízimo como expressão concreta dessa mordomia, e o juízo investigativo por trás da recompensa.

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 4

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 4

A vida terrena é breve diante da eternidade: o estado dos mortos, os dois destinos finais e a esperança da ressurreição na segunda vinda de Cristo.

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 3

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 3

Culpa, rancor, medo, materialismo e aprovação alheia como forças que desviam o rumo da vida, e o julgamento final diante de Deus sobre Cristo e os dons recebidos.

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 2

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 2

A providência de Deus, a origem do sofrimento, a mordomia da saúde, a dignidade humana e a esperança da restauração corporal, à luz do grande conflito entre Cristo e Satanás.

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 1

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 1

O propósito humano centrado em Deus, à luz do sábado, o grande conflito entre Cristo e Satanás, o dom de profecia e o chamado a um povo remanescente no fim dos tempos.

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Apresentação

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Apresentação

Um guia teológico adventista, capítulo a capítulo, para ler uma obra devocional muito popular com discernimento bíblico, à luz do santuário, do sábado e do grande conflito.

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Índice

“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Índice

Uma análise do livro “Uma Vida com Propósitos” de Rick Warren, à luz da Teologia Adventista, comparando os pressupostos do livro com a doutrina bíblica padrão da IASD.

O Uso de Músicas de Outras Denominações no Culto Adventista

O Uso de Músicas de Outras Denominações no Culto Adventista

Devemos ter em mente que princípios devem ser interpretados por cada um, sob a tutela inspiradora do Espírito Santo, à luz das verdades reveladas, para que possamos saber e cumprir a vontade de Deus.

Letra e Música

Letra e Música

É possível usarmos na adoração músicas que não foram originalmente compostas para a igreja? A letra possui uma mensagem objetivam enquanto a música cria um clima subjetivo. Isso exige que a análise seja feita de forma independente.

A “Igreja” Sem a Palavra

A “Igreja” Sem a Palavra

Necessitamos que a palavra de Cristo habite em nós ricamente, hoje mais do que nunca. Então as igrejas poderão tornar-se no corpo radiante de Cristo, como Deus quer.

Uma Igreja SEM Propósitos???

Uma Igreja SEM Propósitos???

A questão não é se existe ou não existe igreja sem propósitos. A questão é saber de que propósitos estamos falando.

Dirigidos pelo Espírito ou Orientados por Propósitos?

Dirigidos pelo Espírito ou Orientados por Propósitos?

O livro enfatiza que o amor, os relacionamentos harmoniosos, a paz, e a interação com outras pessoas são os objetivos principais da vida cristã; compromisso e reconciliação, mas não necessariamente resolução, deveriam prevalecer quando problemas ou diferenças de opinião aparecem.

Elvis Não Morreu

Elvis Não Morreu

Lamentavelmente, o “espírito de Elvis” revive cada vez que um cantor sacro (ou “gospel”, como queiram) começa a ser assediado e cede aos apelos secularizantes dos holofotes do mundo.