“Uma Vida com Propósitos” à luz da Teologia Adventista – Dia 30
Para que Deus formou você antes de nascer, o que são dons espirituais, e por que seguir o coração pode não ser o melhor guia para descobrir seu ministério.
Para que Deus formou você antes de nascer, o que são dons espirituais, e por que seguir o coração pode não ser o melhor guia para descobrir seu ministério.
Por que servir a Deus é chamado de todo crente, não só de líderes, qual a motivação certa para isso, e por que a recompensa eterna não tem graus entre os salvos.
Por que a maturidade espiritual não tem atalhos, quem é o agente da transformação lenta, e por que o crescimento do caráter importa para o grande conflito.
Quatro estratégias bíblicas para vencer a tentação, a armadura de Deus como conjunto único, e por que a vitória depende de permanência em Cristo, não de técnica pessoal.
Como a tentação funciona em quatro fases, por que Cristo, como segundo Adão, prova que a queda não era necessária, e por que Deus nunca deseja a tentação.
Por que Deus permite o sofrimento, o lugar de Satanás e do grande conflito nisso, e por que perguntar “por quê” a Deus é oração legítima, não imaturidade espiritual.
O poder transformador da Palavra de Deus, cinco formas de nela permanecer, e por que conhecer a verdade correta não basta sem o caráter que o Espírito produz.
O crescimento espiritual como cooperação com o Espírito Santo, o arrependimento como mais que mudança de pensamento, e o amor ao próximo como evidência de maturidade.
A transformação de caráter em semelhança a Cristo pela obra do Espírito Santo, a santidade como parte da salvação, e a glorificação unida do corpo na ressurreição.
A unidade da igreja modelada na Trindade, unidade de propósito e caráter, o processo bíblico de disciplina fraterna, e o limite entre julgar motivos e discernir pecado declarado.
Sete passos bíblicos para restaurar relacionamentos rompidos: a reconciliação ancorada na cruz de Cristo, sua prioridade sobre o culto, e os limites da unidade cristã.
Como cultivar comunhão verdadeira: sinceridade, humildade, cortesia, sigilo e constância, ancoradas no exemplo de Cristo e no fruto do Espírito, não apenas em esforço próprio.
A verdadeira comunhão cristã, além da conversa social: autenticidade, reciprocidade, compaixão e misericórdia entre irmãos, e a comunhão também na assembleia corporativa.
O pertencimento à igreja local, a identidade profética do remanescente, a fidelidade doutrinária e o papel da igreja diante do universo, no grande conflito cósmico.
O amor como fundamento da comunhão cristã, a inseparabilidade entre amor e doutrina, o juízo investigativo aplicado à mordomia relacional, e o tempo dedicado a Deus no sábado.