Apostila Básica de Áudio – Efeitos

Sonorização — 2 de março de 2015 23:34

3.5. Efeitos

por: Filippo Valiante Filho

Efeitos são aparelhos que modificam o som, essa modificação pode ser produzida de maneira analógica (hoje praticamente só utilizada para instrumentos) ou digital. Os efeitos digitais mais comuns são o reverber (reverberação) que simula ambientes, como hall (sala pequena), stadium (estádio), church (igreja); o delay que atrasa o som podendo gerar eco de acordo com o tempo de atraso e o chorus que simula várias vozes ou instrumentos a partir de um; esses efeitos possuem infinidades de variações, além de obviamente existirem muitos outros tipos de efeito. Hoje encontramos equipamentos multi-efeitos que possuem memórias e podem aplicar vários efeitos simultaneamente, além de outros processamentos como, por exemplo, o de-esser que elimina sibilância, aquele som chato de "sssss". As entradas dos processadores efeitos são retiradas da mesa e suas saídas retornam novamente para ela, para serem mixados com o sinal original. Como veremos mais adiante, efeitos são processadores paralelos.

Os efeitos geralmente vêm com programas pré-configurados, que podem ser modificados e armazenados. Alguns parâmetros importantes são o “delay time” que determina o atraso de tempo para se começar a aplicar o efeito, o “decay time” que determina por quanto tempo o efeito será mantido após cessar o sinal sobre o qual está sendo aplicado, o “mix/dry/wet” que determina a mistura do sinal com e sem efeito (meio a meio, mais com efeito ou mais sem efeito) e o “level” que determina o nível de efeito aplicado. Os processadores de efeito também possuem controles dos sinais de entrada e saída.


Fonte: Publicado originalmente em: http://www.audionasigrejas.org/Apostila/indice.htm


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