Adoração Bíblica – Conclusão

A Adoração, Apostilas — 5 de julho de 2012 13:33

por: Arival Dias Casimiro

Princípios Bíblicos Acerca da Adoração Agradável a Deus

Encerramos este texto na esperança de termos alcançados os dois objetivos propostos na introdução. O primeiro, motivar a liderança da Igreja e as pessoas envolvidas com o ministério de música à reflexão bíblica sobre  adoração. O segundo objetivo é incentivar a todos que busquem a verdadeira adoração. Muitas vezes brigamos por assuntos periféricos e nos esquecemos dos essenciais.

É fato que a adoração não vai muito bem. Observamos que as preferências com relação à adoração refletem a nossa natureza egoísta e pecadora: queremos cultuar à nossa maneira. Precisamos restaurar o altar da adoração verdadeira. William Temple diz que "adoração é estimular a consciência pela santidade de Deus; alimentar a mente com a verdade de Deus; purificar a imaginação por meio da beleza de Deus; abrir o coração ao amor de Deus; dedicar a vontade ao propósito de Deus".

O que fazer para restaurar a adoração? Ou nas palavras de W. Wiersbe: "O que será necessário para nos motivar a adorar a Deus? O que terá de acontecer para que desmantelemos nosso esfarrapado showzinho religioso e construamos de novo um altar para o Senhor?"

Primeiro, comece restaurando a sua vida devocional. Deus muda igrejas mudando indivíduos. Leia a Bíblia e ore diariamente. Entenda que o verdadeiro culto começa na vida do adorador e na sua maneira de viver. Culto é vida! Abandone o pecado e busque a santificação pessoal. "Devemos começar com as nossas próprias vidas, nossa adoração pessoal a Deus. E à medida que crescemos, não devemos criticar os outros e tentar mudar tudo dentro da igreja. A verdadeira transformação espiritual deve vir de dentro para fora. Precisamos ter cuidado com as mudanças cosméticas que não afetam o coração da igreja. O cântico de hinos diferentes, alteração da ordem do culto, ou mesmo as mudanças nos móveis da igreja, nunca transformarão uma igreja. É preciso que o Espírito atue nos corações, e isto toma tempo." (W. Wiersbe).

Segundo, seja humilde e submeta a sua mente e a sua vontade ao Senhor e a Sua Palavra. Não olhe para si mesmo como alguém que é "um espiritual superior", cultuando com "ignorantes" e "inferiores". O Senhor Jesus sendo quem era, quando na terra, freqüentava a sinagoga e o templo, apesar de ambos estarem nas mãos de líderes religiosos que resistiam à verdade. Ele cultuava a Deus coletivamente, convivendo com adoradores falsos e defeituosos.


Capítulo 6 Índice da Apostila Bibliografia

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