Adoração Intelectual ou Emocional?

A Adoração — 3 de julho de 2012 20:52

por: Kevin Morgan

Encontrando uma combinação autêntica

Os americanos estão expressando um interesse renovado nas coisas espirituais. Como o Modernismo se provou frio e insatisfatório a geração presente começou a procurar por alimento espiritual ou significado emocional em outra parte, embora não necessariamente pelos mesmos canais das gerações anteriores.

Em uma transmissão de 1996, Peter Jennings da “America’s ABC News” articulou alguns caminhos pelos quais os americanos estão conduzindo sua busca espiritual. Sua reportagem especial iniciou dizendo: “Embora 88 por cento dos americanos se digam Cristãos o número de membros nas igrejas Protestantes principais ou tradicionais vem declinando desde a década de 60. A igreja Católica também tem enfrentado problemas. E nós ainda estamos aqui, no meio da década de 90 com os americanos famintos por significado espiritual. …” [1]

Os americanos estão procurando por algo além do mero formalismo. Estão buscando uma experiência religiosa que possam realmente sentir. Eles estão ansiosos por um encontro com Deus que seja pessoal e emocionalmente satisfatório. Agora, mais do que nunca, judeus americanos, protestantes, católicos e não cristãos estão se afastando do formalismo em direção a algo que denominarei “misticismo público e privado”.

O que isto significa para a igreja? Que desafios apresenta esta abordagem nova, mais mística, da espiritualidade? Como podemos evitar cair nas armadilhas inerentes a este tipo de visão do mundo?

Experimentando o Misticismo Pagão

Coerente com este crescente misticismo está a crescente curiosidade dos americanos e outros no Zen Budismo, religião que se tornou popular entre alguns entre a elite americana do entretenimento. Artistas populares, como Tina Turner e Herbie Hancock recitam mantras budistas. Palavras como “Nirvana” e “koan” são de uso popular nas culturas ocidentais, que antigamente consideravam como estranha esta linguagem.

Coerente com este crescente misticismo está a crescente curiosidade dos americanos e outros no Zen Budismo, religião que se tornou popular entre alguns entre a elite americana do entretenimento. Artistas populares, como Tina Turner e Herbie Hancock recitam mantras budistas. Palavras como “Nirvana” e “koan” são de uso popular nas culturas ocidentais, que antigamente consideravam como estranha esta linguagem.

“Há celebridades cujo exato comprometimento com a fé é um jogo de adivinhação. Oliver Stone evoca publicamente as ‘deidades da ira’ Tibetanas para defender-se de seus detratores; Courtney Love é citado como um praticante, enquanto que Harrison Ford apenas apóia a liberdade tibetana (sua antiga esposa, Melissa Mathison escreveu o script de Kundun). E, em uma das mais peculiares ocorrências da conexão Hollywood-Lhasa, o ator de filmes de ação e pessoa absolutamente grosseira, Steven Seagal, foi reconhecido pelo cabeça da venerável linhagem tibetana ‘Nyingma’ como a reercarnação do lama do século XV.” [2] O que leva as pessoas ao Zen Budismo é que sua “meditação se alinha com algo como uma experiência diária e direta do sagrado, ausente nas religiões apenas do domingo.” [3] Em outras palavras, o imã do Zen é seu senso de um encontro “urgente” ou supostamente pessoal com Deus. Pela mesma razão o fenômeno da Nova Era está também crescendo. Eles enfatizam a imersão na experiência e a suspensão da razão, como é visto na “canalização”. [N.T. – A expressão original, “channeling” refere-se à prática daqueles que realizam meditação (concentração) destinada a captar vozes de seres do mundo espiritual, com os quais conversam. Nesse sentido, “canalizar” equivale a “captar” essas mensagens, “entrando em sintonia” com estes seres.]

“O que eu ofereço às pessoas,” disse o “canalizador” Thomas Jacobson, “é a chance de suspender temporariamente o debate sobre se a canalização é real e simplesmente mergulhar na experiência”. [4] Entre os judeus há um interesse crescente em uma forma popular da cabala, um misticismo “recebido” baseado no Zohar, o livro místico do século XIII escrito em Aramaico arcaico pelo escritor judeu-espanhol Moses de Lean. “O cabalismo … prescreve orações, práticas meditativas e, dependendo de para quem você pergunta, práticas mágicas e numerologia.” [5]

Todas estas formas de misticismo tem uma coisa em comum: elas enfatizam o experimental e a exclusão da razão. De fato, esta é a definição de misticismo do dicionário Webster’s: “A doutrina ou crença de que uma absorção espiritual direta da verdade ou a união com Deus pode ser obtida pela contemplação ou visão de caminhos inacessíveis ao senso ou à razão.” [6]

A Conexão Cristã

Alguns escritores cristãos ecoam esta ampla definição de misticismo e sugerem que uma conexão direta e mística com Deus como esta pode ser uma coisa boa. “Não há necessidade de atacar a palavra misticismo. Ela soa muito bem e apenas descreve uma maneira de conhecimento através das sensações físicas; assim ela descreve corretamente a vida de alguém que crê em Deus e no mundo do invisível. Não é um sistema de crenças ou um conjunto de doutrinas. Quando falamos ou pensamos sobre amor, oração, meditação, revelação, inspiração, percepção, intuição ou imaginação nós estamos trabalhando no domínio do místico.” [7]

Muitos cristãos estão, de fato, buscando significado em experiências místicas. Eles não querem apenas conhecer Deus; eles querem experimentá-Lo. Uma das novas formas da Cristandade Evangélica que Jennings destacou foi a “Irmandade da Vinha”, iniciada por John Wimber, antigo arranjador musical do grupo de cantores dos anos 60 “The Righteous Brothers”. Jennings conta que Wimber iniciou a irmandade porque ansiava pelo sobrenatural no cristianismo. [8] “Eu amo Jesus. Eu amo as coisas que Ele fez. Eu amo a multiplicação do alimento e a cura dos enfermos, o dar visão aos cegos cuspindo nos olhos das pessoas. Eu amo estas coisas!” [9] Não há dúvida de que a terapia emocional é central para o ministério. [10]

Um outro fenômeno entre os cristãos que pode cair na categoria de místico porque pretende ser uma conexão direta com Deus é a experiência da fala em êxtase ou “falar em línguas”.O movimento Pentecostal, com sua fenomenal explosão de línguas, tem varrido o mundo cristão. [11] Chamado de “a terceira força” da cristandade [12] ele constitui “uma revolução comparável em importância” com a Reforma Protestante e o lançamento da igreja Apostólica. [13] Nunca um movimento tomou o comando da igreja em tal grau. [14] Mas há aspectos desta experiência mística que estão relacionados com a prática de sacrificar a realidade objetiva pela experiência objetiva. A pronta recepção que o moderno dom de línguas recebeu pode coincidir com o atual desejo comum por “urgência” com Deus. Ele tende também a excluir o intelecto para ganhar uma experiência direta, um encontro com algo místico.

Considerações sobre a Busca pelo Místico

Aqueles que buscam uma experiência místico/emocional, tendem a aceitar um largo espectro de experiências sobrenaturais como sendo de Deus (a não ser, claro, que estas experiências sejam claramente demoníacas). Pessoas, em encontros cristãos, latem como cães ou riem até cair no chão.

Após o final de sua prisão, Jim Bakker começou a desenvolver sua compreensão sobre o tipo de religião que ele vinha promovendo. “Uma das coisas sobre as quais eu tinha que advertir as pessoas é que se nos apaixonamos por milagres; se nos apaixonamos por sinais e maravilhas, estamos sendo preparados para o anti-cristo ao invés de para Jesus Cristo.”

Ele então conectou suas declarações com a predição de falsos profetas operando falsos sinais e maravilhas (Mar. 13:22) e a predição de espíritos de demônios operando milagres para enganar todo o mundo (Apoc. 16:14). Bakker concluiu dizendo que, em lugar de ensinar as pessoas a correr atrás do miraculoso, “Nós devemos levar as pessoas a amar Jesus Cristo.” [15]

Jim Bakker está certo. Deus não nos daria as advertências das escrituras se não fosse possível que “até mesmo os escolhidos” fossem enganados (Marcos 13:22). Precisamos ensinar os Cristãos a confiar em Jesus Cristo e em Sua Palavra e não meramente no seu próprio experimentalismo.

Os Cristãos devem buscar uma experiência mística com Deus?

Por mais intrigantes que estas novas formas de religião possam parecer, o pesquisador honesto pela verdade deve fazer a pergunta: “Os Cristãos deveriam ver o misticismo como uma porta aberta por Deus para uma experiência mais profunda com Ele?” e, preocupando-se com a decepção escatológica, “O misticismo moderno corresponde à experiência única que a Palavra de Deus profetiza como ocorrendo entre Seu povo exatamente antes que Ele venha?”

O profeta Joel descreve um refrigério do Espírito que viria antes do fim de todas as coisas. “Acontecerá depois que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos anciãos terão sonhos, os vossos mancebos terão visões; e também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito.” (Joel 2:28 e 29)

Deus deseja claramente uma experiência mais profunda para aqueles que O amam, e a formalidade seca sem o Espírito é sem valor e perniciosa. “Sabe, porém, isto, que nos últimos dias sobrevirão tempos penosos; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, … tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. Afasta- te também desses.” (II Timóteo 3:1, 2 e 5).

O oposto desta “forma de piedade” é esclarecido por Ellen White quando ela descreve o reavivamento da primitiva piedade que será visto antes da volta do Senhor. “Apesar do declínio largamente difundido da fé e da piedade, há verdadeiros seguidores de Cristo nestas igrejas. Antes da distribuição final dos juízos de Deus sobre a Terra haverá entre o povo de Deus um tal reavivamento da primitiva piedade como nunca foi testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos.” [16]

Este reavivamento espiritual levará as pessoas que estão fora da mensagem adventista a ser contados entre os que valorizam a verdade acima de tudo mais? Ou um reavivamento diferente arrastará os que crêem na fé adventista a alinhar-se com os de outras crenças cristãs? “Muitos, ministros e povo, aceitarão alegremente estas grandes verdades que Deus fez que fossem proclamadas neste tempo para preparar um povo para a segunda vinda do Senhor. O inimigo das almas almeja impedir esta obra e antes do tempo do surgimento deste movimento ele se empenhará em evitá-la introduzindo uma contrafacção. Naquelas igrejas que possa manter sob seu enganoso poder ele fará parecer que a benção especial de Deus está jorrando. Se manifestará algo que será imaginado como um grande interesse religioso. Multidões exultarão que Deus esteja operando maravilhas por eles, quando a obra é de um outro espírito. Sob uma aparência religiosa, Satanás tentará estender sua influência sobre o mundo cristão.” [17]

Deus está preparando antecipadamente um povo que tenha um relacionamento íntimo com Ele, mas que não busca conhecê-Lo meramente através dos suas próprias sensações subjetivas. É arriscado perseguir um relacionamento com Deus que dependa primariamente de experiências sem que as diretrizes e salvaguardas das Escrituras sejam aplicadas ao coração pelo Espírito Santo.

A omissão da razão pelo imediatismo com Deus tem um lado mais sinistro? “Reavivamentos populares são freqüentemente conduzidos por apelos à imaginação, pelo excitar das emoções, pelo incentivo ao amor àquilo que é novo e surpreendente. Os conversos assim ganhos tem pouco desejo de ouvir a verdade bíblica, pequeno interesse no testemunho dos profetas e apóstolos. A não ser que o culto tenha algo de caráter sensacional não terá atração para eles. Uma mensagem que apele para a razão desapaixonada não desperta resposta. Os grandes avisos da palavra de Deus, diretamente relacionados com seus interesses eternos, não chamam a atenção.” [18]

Duas salvaguardas práticas

E sobre a devoção privada pessoal dos cristãos? Como ele ou ela busca um relacionamento íntimo com Deus sem ser confundido por uma ênfase exagerada em sentimentos e impressões subjetivos?

É importante ancorar primeiro toda meditação na Palavra revelada de Deus. A Bíblia diz: “Oh! quanto amo a tua lei! ela é a minha meditação o dia todo.” (Salmos 119:97). Aqui está um propósito básico para a Palavra de Deus. Deus sabe que a tendência humana é gravitar em direção a coisas que nos destruirão. Ele quer que escondamos Sua Palavra em nosso coração (Salmos 119:11) como o fundamento de toda meditação cristã.

Que papel exerce a imaginação, se é que há algum, na meditação Cristã? Uma imaginação santificada é nossa para ser aplicada sem ambigüidade, como foi descrito em termos profundamente práticos por alguém: “Seria bom para nós gastar uma hora de meditação por dia na contemplação da vida de Cristo. Deveríamos considerar cada ponto e deixar a imaginação alcançar cada cena, especialmente as finais. Ao nos demorarmos no Seu grande sacrifício por nós, nossa confiança nEle será mais constante, nosso amor revitalizado e nos tornaremos mais profundamente imbuídos do Seu espírito. Se devemos ser salvo ao final, temos que aprender a lição do arrependimento e da humilhação aos pés da cruz.” [19]

Precisamos manter toda nossa experiência explicável pela Bíblia. “Derribando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo;” (II Coríntios 10:5). Todos nossos sentimentos e imaginações [20] podem às vezes levar-nos a conclusões bizarras. Nosso tempo de devoção (pública ou privada) deve começar com a Palavra e deve ser mantida todo o tempo justificável pela Palavra.

Eu nunca esquecerei do que experimentei em uma ocasião quando estava participando de um grupo de meditação “guiada” no santuário celestial. Com os olhos da minha mente, ao me aproximar da presença de Deus no lugar Santíssimo, lancei o olhar além do vermelho, azul, púrpura e branco das paredes do santuário celestial. Para minha surpresa vi a pintura de uma criança pendurada na parede do santuário de um modo muito parecido como penduramos as obras de arte de nossos filhos e netos na nossa geladeira. Minha primeira reação foi, “Oh, quão semelhante a um pai terrestre amoroso foi Deus ao permitir que um dos seus filhos prendesse sua obra de arte infantil na parede do santuário!” Subitamente eu voltei a mim e compreendi que minha “grande revelação” fora apenas o produto de uma imaginação fértil. Não há evidência bíblica de que este tipo de arte jamais tenha sido colocado nas paredes do santuário celestial. Minha descoberta não estava ancorada em qualquer revelação da verdade na Palavra de Deus. Eu precisava de algo mais sólido do que minha própria experiência para ensinar-me a verdade.

Hoje alguns estão buscando relevância no culto por diversos meios que não estão ancorados na Bíblia. Há muitas coisas que podem apelar para nossos “sentimentos” que não se conformam com os padrões bíblicos daquilo que “constrói” a igreja.

Deus deseja para nós muitíssimo mais do que nós, às vezes, desejamos para nós mesmos. Ele quer que nós entendamos e experimentemos Sua verdade. Temos que nos perguntar se estamos buscando a verdade ou experiências. Se experiências são tudo que queremos então elas serão tudo que teremos. Mas se nosso desejo é conhecer e experimentar a verdade, então Deus nos dará mais que uma elevação emocional. Ele nos levará a cultuá-Lo “em espírito e em verdade” e nos transformará pela renovação do nosso entendimento (Romanos 12:1 e 2).


Notas:

1. Peter Jennings em “Peter Jennings Reporting: In the Name of God” (levado ao ar em 16 de março de 1996, na ABC). (voltar)

2. David Van Biema, relatado por Jeanne McDowell/Los Angeles e Richard N. Ostling/New York, “Religion: Buddhism in America: an Ancient Religion Grows Ever Stronger in a New World, with the Help of the Movies, Pop Culture, and the Politics of Repressed Tibet,” TIME (13 de outubro de 1997), 72. (voltar)

3. Ibidem (voltar)

4. “Voices From Beyond: The Channelers,” People, 26 de janeiro de 1987, 30. (voltar)

5. Mary A. Jacobs, “Beyond Torah: Once Taboo, Kabbalah Is Gaining in Popularity,” The Dallas Morning News (13 de setembro de 1997), 1G. (voltar)

6. The New Lexicon Webster’s Dictionary of the English Language (New York: Lexicon Publication, Inc., 1988), 660. (voltar)

7. Bill Loveless, “God Does Talk Back,” Adventist Review (Edição especial sobre a vida devocional, 1998) 31. (voltar)

8. Jennings, “Peter Jennings Reporting: In the Name of God.” (voltar)

9. John Wimber em entrevista com Peter Jennings, ibidem. (voltar)

10. Ibidem. (voltar)

11. “Uma das características distintivas caristmáticas é a glossalalia: o dom de falar línguas. Certamente este é o aspecto individual mais controvertido na investida Pentecostal na comunidade cristã.” Speaking in Tongues, Let’s Talk About It, ed. Watson E. Mills (Waco, Texas: Word, 1973), 13. Cf. Perspectives on the New Testament Pentecostalism, ed. Russell P. Spittler (Grand Rapids, Mich.: Baker, 1976), 205, onde Clark H. Pinnock diz, “Ao reconhecer esta investida, eu a reconheço como um crescimento do Espírito.” (voltar)

12. Chamada de “terceira força” talvez pela primeira vez por Henry P. Van Dusen, presidente do Seminário Teológico de Princeton no seu artigo “Third Force in Christendom” (Terceira Força na Cristandade) Life, 9 de Junho de 1958, 113-124. Van Dusen’s “terceira força inclui, em adição aos diversos tipos de Pentecostais: As Igrejas de Cristo, os Adventistas do Sétimo Dia, Nazarenos, Testemunhas de Jeová e a Aliança Cristã e Missionária.” Veja Frederick D. Bruner, A Theology of the Holy Spirit (Grand Rapids, Mich.: Eerdmans, 1970), 29, nota de rodapé 25. Em seguida a literatura parece restringir o termo ao Pentecostalismo. Assim “O Pentecostalismo tornou-se agora um movimento de importância mundial, considerado como ‘uma terceira força na cristandade’ (junto com o Catolicismo e o Protestantismo) por não poucos líderes eclesiásticos.” James D. G. Dunn, “Baptism in the Holy Spirit, A Re-examination of the New Testament Teaching on the Gift of the Spirit in Relation to Pentecostalism Today,” Studies in Biblical Theology, Second Series, number 15 (SCM, 1970), 2. Cf. Cyril G. Williams, Tongues of the Spirit, A Study of Pentecostal Glossalalia and Related Phenomena (Cardiff: University of Wales, 1981), 46, cf. Gordon F. Após, The Third Force (Ontario, Canada: The College Press, npd). (voltar)

13. Henry P. Van Dusen, citado em Watson E. Mills, Speaking in Tongues: A Guide to Research in Glossalalia (Grand Rapids, Mich.: Eerdmans, 1986), 340. (voltar)

14. Norman Gulley, “The Charismatic Movement,” apostila Christ is Coming Soon (Collegedale, Tenn.: fotocopia), 109, 110. (voltar)

15. Jim Bakker em entrevista com Stephen Strang, editor de Charisma magazine (levada ao ar em 23 de Setembro de 1998, na Christian television). (voltar)

16. Ellen G. White, The Great Controversy (O Grande Conflito) (Hagerstown, Md.: Review and Herald Pub. Assn., 1911), 464. (voltar)

17. Ibidem. (voltar)

18. Ellen G. White, Revival and Beyond (Washington, D.C.: Review and Herald Pub. Assn., 1972), 9. (voltar)

19. Ellen G. White, The Desire of Ages (O Desejado de Todas as Nações) (Nampa, Idaho: Pacific Press® Pub. Assn., 1940), 83. (voltar)

20. “Imaginações” podem ser raciocínio. (voltar)


Kevin Morgan é Pastor das igrejas Adventistas do Sétimo Dia de Goldsboro e Wilson, Carolina do Norte

Traduzido por Elias Tavares em maio/2003

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