por: Clarindo Gonçalves de Oliveira Johann Sebastian Bach nasceu em 21 de março de 1685 na cidade de Eisenach na Alemanha do Norte. Havia cerca de dois séculos que a sua família vinha a produzir hábeis músicos, organistas municipais e músicos de banda. A reputação musical da família era de tal forma que, naquela região, o nome Bach servia para designar um músico. Bach ficou órfão aos dez anos, tendo ido morar com seus irmão mais velho, que invejoso do seu talento não lhe permitia que tocasse sequer na coleção que possuía de peças avançadas para órgão. Aos quinze anos […]
(Informamos que os links abaixo redirecionam para endereços externos. Assim, pedimos que nos informem caso algum deles deixe de funcionar.) Idade Média Renascença Barroco Classicismo Romantismo Modernismo Vanguardismo
por: Claudia Lopes A música é considerada a arte mais antiga e a mais primitiva de todas. Desenvolveu-se a partir dos principais ritmos e vibrações do mundo. É por isso que se costuma ouvir que “a música na terra é tão antiga como o homem”. Numa tentativa de te facilitar o estudo da música, vou reconstituir a sua história passando por todas as época, ou seja, desde a Pré-história até à música moderna do século XX. Tópicos Pré-História Antiguidade Idade Média Renascimento Barroco Classicismo Romantismo Música Moderna Pré-História Sabe-se que o homem primitivo teve desde muito cedo necessidade de comunicar. […]
por: autor desconhecido [*] Tópicos A Antiguidade Idade Média Renascimento Barroco Classicismo Romantismo Modernismo A Antiguidade Como as primeiras manifestações musicais não deixaram vestígios, é praticamente impossível dizer qual a data exata do nascimento da música. Alguns estudiosos nem tentam; outros enfrentam o problema com base naquilo que se sabe sobre a vida humana na Pré- história e preenchem as lacunas com certa dose de imaginação. Mas nenhuma hipótese diz com exatidão o momento em que os primitivos começaram a fazer arte com os sons. Ao que parece, o homem das cavernas dava à sua música um sentido religioso. Considerava-a […]
Estudar a transição do canto monódico para o polifônico e a evolução deste a partir do início do segundo milênio da era cristã, é acompanhar a revolução mais fascinante sofrida pela música ocidental em toda a sua história; significa ver surgirem nesta arte dimensões inteiramente novas e de uma importância tal que constituem os fundamentos da composição até os nossos dias. Remontemos ao século IX. Datam desta época os primeiros textos importantes descrevendo um cantar não monódico. A fim de podermos sentir bem a significação desta mudança, tenhamos em mente que a música, desde a mais remota antiguidade, era basicamente […]
A música erudita no ocidente começa com a proliferação das comunidades cristãs, entre os séculos I e VI. Suas fontes são a música judaica (os Salmos) e a música helênica sobrevivente na antiga Roma.
A Grécia era o berço da cultura e da civilização ocidental, embora, os gregos tenham sido muito influenciados pelos egípcios e por todo o Oriente.
por: autor desconhecido [*] Egípcios O povo egípcio representa a civilização mais antiga de que se tem conhecimento. A Música e os músicos gozavam de grande prestígio dentro da comunidade. Tanto na música religiosa, quanto na de guerra e mesmo na recreativa, os egípcios davam preferência às expressões elevadas e serenas, dando-lhes destaque no culto aos deuses, nos banquetes e cerimônias. A Música era praticada em coletividade, inclusive com a participação feminina. Tecnicamente, faziam escalas de sete notas e usavam principalmente instrumentos de corda, como a harpa e o alaúde. Usavam também flautas feitas de osso e com o passar […]
por: Anselmo Silveira da Costa O que é Música Antiga? Da Interpretação da Música Antiga A Música Antiga no Brasil Ambiente Medieval Modos Gregorianos e Escalas Simples Notação Musical Os Trovadores O Pentagrama – Guido d’Arezzo A Escola de Paris – Criatividade Música Vocal – Introdução Os Mestres Inglêses e Franco-Flamengos do Século XV Música Vocal no século XVI O que é Música Antiga? (*) Existem basicamente duas definições distintas, mas relacionadas entre si, de “Música Antiga”. A primeira é baseada em um período histórico, ou seja, é a música da Idade Média, Renascimento e Barroco. Mesmo sendo uma definição […]
por: Fábio Lindquist Dois séculos de música tonal, numa sociedade cada vez mais dominada pelo poder econômico e político do grande capital industrial, acabaram, no fim do século XIX, por consolidar uma situação cultural, onde as manifestações musicais, agora definitivamente sobre a forma de produção e consumo de uma mercadoria chamada arte, servia de alimento ideológico indispensável à burguesia. Os músicos, produtores desta arte, assumiram o papel de verdadeiros apóstolos, cuja função residia em fornecer a essa burguesia consumidora as suas obras. Atendendo às necessidades da divisão social do trabalho, estes compositores se ocupavam em produzir apenas os projetos de […]
por: Fábio Lindquist Como adjetivo, a palavra “romântico” tinha uma longa e nobre história. Deriva dos antigos “romances” – as lendas de cavalaria popularizadas pelos trovadores na Idade Média – e foi usada para expressar as qualidades evocativas e imaginativas típicas destas obras. Os românticos opunham-se ao classicismo, proclamando a superioridade da emoção sobre a razão. Exigiam o direito à livre expressão, em lugar da antiga ênfase na contenção; elevaram o poder da imaginação a um estatuto quase divino. Os artistas podiam fazer tais afirmações em grande parte devido ao fato dos seus patronos não serem já as cortes aristocráticas, […]
por: Fábio Lindquist Por volta do século IX, livres da opressão do Império Romano, os povos europeus começam a desenvolver suas próprias manifestações culturais, como língua, Música, Arquitetura e outras Artes. Como período artístico que sucedeu o do Império Romano, foi denominado de Românico, que marca o início da Idade Média, na Europa feudal. No período do fim do Império Romano, a Europa estava arrasada após séculos de dominação romana e de ataques de povos bárbaros. As cidades, outrora grandes, se reduziram a feudos murados e pequenas vilas rurais. A única instituição que perdurou do período imperial foi a Igreja […]
por: Fábio Lindquist No início do século XV, as monarquias estavam em vias de desenvolver uma potencialidade política independente. Elas encontrariam na burguesia os meios necessários para a realização de seu poder. Até então, os reis e imperadores medievais, como supremos soberanos situados no ápice da pirâmide hierárquica da nobreza feudal, haviam exercido seu poder numa dependência quase absoluta da Igreja, a qual se identificava com o Estado. As monarquias, por mais amplo que fosse seu poder, de fato nunca haviam passado de meros prolongamentos do verdadeiro Estado que era a Igreja. Essa situação viria alterar-se totalmente com o surgimento […]
por: Fábio Lindquist O Ser Humano possui em sua vida sete “dimensões”: Física, Espiritual, Intelectual, Social, Profissional, Afetiva e Familiar. De todas as realizações do Homem, a Arte é a que mais intrinsecamente permeia todas essas dimensões da existência humana. E de todas as Artes, a mais antiga é a Música. Assim como o percurso da História do Homem, na suas lutas e realizações, se desenvolve na medida de milênios, do mesmo modo a Arte, expressão espontânea, necessidade da humanidade, floresce em tempos igualmente amplos. É uma exigência a tal ponto irresistível que não há momento do viver humano, por […]
por: Fábio Lindquist A partir de meados do século XII, grandes mudanças assolam a Europa. O crescimento demográfico e o aperfeiçoamento dos métodos agrícolas e comerciais proporcionam as bases pelas quais o Ocidente deixará de viver encolhido sobre si mesmo. Na ordem política, vê-se uma crescente afirmação do poder real frente às desagregadoras do feudalismo. A consolidação das monarquias e do sentido nacional, a prosperidade econômica regida pela indústria manufatureira e pelo comércio, que vai gerar um grande crescimento das cidades e o surgimento da classe burguesa, vai por um fim definitivo à sociedade feudal. As peregrinações e as Cruzadas […]