Existem Instruções e Princípios Sobre Música na Bíblia?
Muitos cristãos da atualidade argumentam que a Bíblia se cala com relação a princípios claros e inequívocos que pudessem ser usados como diretrizes para nortear o uso da música na igreja.
Muitos cristãos da atualidade argumentam que a Bíblia se cala com relação a princípios claros e inequívocos que pudessem ser usados como diretrizes para nortear o uso da música na igreja.
“Vai, porque este para mim é um instrumento, para levar o meu nome perante os gentios, os reis e os filhos de Israel” (Atos 9:15)
É um grande engano achar que a música é neutra. A música é capaz de produzir em nós efeitos físicos, emocionais e morais, a ponto de influenciar fortemente nossas decisões.
Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem
Entre os diferentes atributos divinos, Ellen White menciona justiça, perfeição, majestade, conhecimento, presença, bondade, força, compaixão, santidade e amor como razões para a adoração e reverência. Grandes atos de Deus tais como a criação, sustento, revelação e redenção são também poderosas razões.
A música mexe com os sentimentos e ajuda a fixar ideias, conceitos. Talvez por isso Andrew Fletcher, estadista escocês do século 18, tenha escrito: “Deixe-me escrever as canções de uma nação e não vou me preocupar com quem escreve as suas leis.”
Você teria coragem de dizer ao pastor da sua igreja “vai pregando aí enquanto eu ligo o projetor para cantar com a congregação”, ou “vai pregando aí até o fulano chegar”?
“O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual, devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus.
Jesus afirma com autoridade que o Pai procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade, porque Deus sempre quis do homem uma atitude de adoração verdadeira; voluntária, mas, verdadeira.
Embora os judeus nos dias de Jesus continuassem praticando a dança (ver Lucas 15:25), não encontramos nenhuma evidência no Novo Testamento de que a igreja cristã primitiva perpetuasse tal costume.
Você já parou para pensar na concepção de equilíbrio no contexto religioso atual? Nem fanático, nem liberal – equilibrado. Nem totalmente contra o mundo, nem totalmente a favor dele – equilibrado!
A praticidade do playback roubou a beleza e espontaneidade da música instrumental ao vivo em nossas igrejas. E é essa mecanicidade que tem tomado conta de nossos momentos de louvor congregacional e das apresentações musicais especiais.
Se somos templos do Espírito Santo, não importa o momento ou lugar, estamos constantemente na presença do Deus vivo. Essa percepção nos leva a uma adoração sincera e constante, não como muitos julgam, somente na igreja, algo esporádico ou inconstante.
A obra de missões existe para levar o evangelho onde a adoração não existe. O Deus Missionário é o Deus que deve ser adorado sempre. A tarefa missionária existe enquanto Jesus não volta (Mateus 24:14), mas a adoração continua no céu.
A música encontra-se muito presente em nossa vida. Todos os nossos cultos são embalados por melodias que levam nosso coração a meditar no puro e santo. No entanto, com a variedade musical muita confusão tem sido feita na escolha daquilo que é realmente apropriado.