As Novas Tendências Evangelísticas e Uma Análise de Sua Influência Musical

A Forma da Adoração — 3 de julho de 2012 21:23

por: Pr. Douglas Reis (*)

Temos assistido nas últimas décadas a uma abordagem evangelística e cúltica diversa daquela que a igreja tradicionalmente sempre empregou. Esta abordagem busca, segundo seus defensores, uma linguagem de aproximação com as pessoas que estão afastadas de Cristo, uma forma de expressão que possa identificar-se com os pecadores. Esta nova abordagem causa polêmica em várias áreas, mas em nenhuma delas a discussão é tão acirrada quanto na área da música.

Claro que tudo o que é novo causa estranheza e manifestações de desaprovação, principalmente por parte de membros mais antigos da igreja. Se esta nova abordagem mantiver e aprofundar suas características, continuará dividindo opiniões. Mas teriam as pessoas o direito de questionar se uma forma de louvar a Deus é mais correta do que outra? Será que o Senhor aprova todo estilo musical? Que tipo de cuidados técnicos deveria ter um músico ao cantar na casa de Deus?

Primeiramente, qualquer questão envolvendo a música não pode ser vista apenas da perspectiva do antagonismo entre “estilo novo/estilo antigo”. Devemos procurar as orientações bíblicas e do Espírito de Profecia sobre o assunto. Parece que há um receio generalizado de consultar o claro “Assim diz o Senhor” quando o assunto é música. Alguns fazem crer que esse é um assunto no qual “vale tudo”, em que o mais importante é “ser sincero”. Parece que se formos honestos com as evidências da Inspiração, correremos o risco de desagradar à juventude ou ferir o gosto pessoal de alguém.

A Música Superior

Quero chamar a atenção para essas duas citações de Ellen White:

“O cântico é um ato de adoração. O coração deve sentir o espírito do cântico a fim de dar a este a expressão correta.” [1]

“Vi que todos devem cantar com o espírito e com entendimento também. Deus não Se agrada de barulho e desarmonia. O certo é-lhe sempre mais aprazível que o errado. E quanto mais perto puder chegar o povo de Deus do canto correto, harmonioso, tanto será Ele mais glorificado, a igreja beneficiada e os incrédulos impressionados favoravelmente.” [2]

O ponto mais claro afirmado nos dois textos é que existe uma forma correta de louvar a Deus. Em contrapartida, se há o correto, somos levados a crer que o que se afasta de seus princípios se torna incorreto.

Alguns poderiam afirmar “Música é questão de cultura”. É verdade que toda expressão artística (música, artesanato, artes plásticas, etc.) parte de uma cultura. Mas os valores é que moldam a cultura. Se os princípios da Palavra de Deus moldam nosso coração, não nos afastaremos totalmente da nossa cultura de origem – no meu caso, e no da maioria dos leitores, a cultura brasileira – , mas ela será transformada, e seus aspectos contrários ao Evangelho serão sublimados. Isto é o que B.B. Beach quer dizer quando afirma que o culto é transcultural. [3]

Como cristãos, somos chamados a olhar para o modelo musical mais elevado, a música celestial. Em Testemunhos Seletos, volume I, a segunda citação vista acima, Ellen White fala que “[…] quanto mais puder chegar o povo de Deus do canto correto, harmonioso, tanto mais será Ele glorificado […]”. Somos tomados por curiosidade a respeito do que seria exatamente este “canto correto”; felizmente, a autora se refere no parágrafo posterior à música executada nas cortes celestes, detalhando determinadas práticas dos músicos superiores:

“Foi-me mostrada a ordem, a perfeita ordem do Céu, e senti-me arrebatada ao escutar a música perfeita que ali há. Depois de sair da visão, o canto aqui me soou muito áspero e dissonante. Vi grupos de anjos que se achavam dispostos em quadrado, tendo cada um uma harpa de ouro. Na extremidade inferior dela havia um dispositivo para virar, fixar a harpa, ou mudar os tons. Seus dedos não corriam pelas cordas descuidosamente, mas faziam vibrar diferentes cordas para produzir diferentes acordes. Há um anjo que dirige sempre, o qual toca primeiro a harpa a fim de dar o tom, depois todos se ajuntam na majestosa e perfeita música do Céu. Ela é indescritível. É melodia celestial, divina, enquanto cada semblante reflete a imagem de Jesus, irradiando glória indizível.” [4]

Elementos como ordem, perícia técnica, harmonia e elevação podem ser claramente notados na descrição mencionada. [5] Na Bíblia, o cântico dos anjos é dirigido a Deus Pai, quando concluiu Sua Obra de Criação (Jó 38:7) e Deus Filho, quando concluiu a Sua Obra de Redenção (Apocalipse 5:12). Sempre uma obra divina serve de mote para que os anjos glorifiquem o Ser Superior, exaltando Seu poder criador, a beleza de Sua santidade, a inteireza de Sua justiça, enfim, aquilo que compõe a singularidade de Seu caráter. Adorar a Deus é reconhecer amorosamente aquilo que Ele é. A música cristã deve estar fundamentada neste princípio, não na exaltação performática das habilidades do músico.

Devo ouvir qualquer tipo de música em minha casa?

É comum algumas pessoas argumentarem que a música cristã para ser ouvida dentro da igreja é de determinado tipo, enquanto há outra variedade de música cristã para ser ouvida fora da igreja. Penso que a música usada na devoção pessoal possa até ser distinta daquela que é executada num sábado de manhã, por exemplo, desde que ambas representem adequadamente o caráter de Deus. [6] A adoração não é apenas uma prática cúltica – é, antes de tudo, um estilo de vida. Eu adoro a Deus quando vivo de acordo com Sua vontade, porque a minha vida se torna um meio de exaltá-Lo pelo Seu caráter, reproduzido em mim. [7]

O apóstolo oferece esta norma para o viver cristão:

Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” Filipenses 4:19

Se servimos a um Deus que é Santo, temos de oferecer-Lhe música compatível com o Seu caráter. A essência da santidade é ser separado (no caso de uma pessoa ou elemento cúltico, separado para uma finalidade; no caso de Deus, separado de tudo quanto existe, principalmente do mal e pecado). Uma música santa não pode ser identificada com ritmos populares (samba, rock, axé, hip hop, sertanejo, pop, entre outros), que transmitem sentimentos e ideais mundanos (como sensualidade, protesto, revolta, satisfação egoísta, etc.).

Sob este prisma, é lamentável quando músicos adventistas de grande talento, cantam, compõem e produzem Bossa Nova, uma linguagem musical fortemente influenciada pelo jazz americano! [8] Como a santidade divina pode ser devidamente representada por um ritmo popular, também usado em canções seculares frívolas?

Mais triste é quando músicas seculares são regravadas em versões “cristianizadas”! Temos vários exemplos desta prática, que é utilizada por grande parte dos “artistas” envolvidos com a indústria fonográfica gospel.

A prática de converter músicas seculares em canções gospel não pode ser encarada como natural. Isso porque a escolha da música pode ou nos rebaixar ou nos elevar. Karlheinz Stockhausen, expoente da música eletrônica, afirma que

“Ao revolucionar nossa maneira de ouvir, a música eletrônica pode revolucionar nossa maneira de viver.” [9]

O mesmo pode ser dito da música de modo geral – ela tem o poder de influenciar nossa cultura, comportamento, ideologia e sentimentos. Como pode a música mundana cumprir a função de elevar nossa mente a entreter comunhão com o Céu? Vale a pena nos lembrar de que o cristão é orientado pela Palavra de Deus e isto afeta a sua vida como um todo – inclusive o seu gosto musical. Deveríamos, portanto, criar uma cultura sadia, nobre, e não consumir a cultura que recende a valores mundanos.

“O modo como expressamos a imagem de Deus pode ser demonstrado pela nossa criatividade e maneira de construir cultura….”

“Se trabalhamos com a cabeça ou com as mãos, se somos analíticos ou artísticos, se trabalhamos com pessoas ou com coisas, em cada vocação somos criadores de cultura, oferecendo nosso trabalho como serviço a Deus.” [10]

Da África para o gospel brasileiro

O teor da polêmica envolvendo esta nova linguagem musical está no uso constante da técnica do melisma. [11] Não que haja qualquer problema ou proibição específica deste recurso; porém, da forma como é empregado pelos expoentes desta nova forma de expressão pseudo-religiosa, fica patente a influência da música negra americana, tanto do lado gospel quanto do secular.

A Black Music nasceu dos antigos negro-spirituals, canções folclóricas de fundo religioso, cantadas pelos escravos africanos nos Estados Unidos. Os spirituals não apenas deram origem ao gospel, mas a uma gama de estilos negros [12]:

“As woksongs [spirituals cantados durante as horas de trabalho escravo] crescentemente tomaram a forma de chamadas solo ou ‘holler‘ (gritos), os quais eram comparativamente livres na forma. Chamadas deste tipo têm sido gravadas nas regiões das savanas da África Ocidental, por exemplo no Senegal, onde o cultivo em campos abertos é mais comum do que nas florestas […].”

“Conforme Frederick Law Olmsted (1853) era [o ‘holler‘] um ‘grito musical longo, altissonante, subindo e descendo e atingindo o falsete’ […] Outros combinam versos improvisados expressando os pensamentos do cantor com sílabas elaboradas e o uso de melisma […].”

Semelhante em sentimento e expressão, o ‘holler‘ pode ter sido o antecessor do blues!” [13]

Seria legítimo empregar elementos claramente identificados com a música secular para louvar a Deus?

Tratamos, anteriormente, de mostrar como a música que produzimos, ouvimos, tocamos ou consumimos está ligada à adoração, uma vez que adoração não é um programa de fim de semana, mas um estilo de vida. Dentro dessa perspectiva, devo escolher uma música que seja compatível com o plano de Deus para mim. Uma música em que o efeito causado pelo emprego de uma técnica se torna mais importante do que a própria mensagem não pode ser tida como adequada. Especialmente no contexto de um culto, a apresentação musical não pode valorizar o intérprete ou sua execução. Perceba o tom de repreensão da serva do Senhor a seguir:

“Pode-se fazer grande aperfeiçoamento no canto. Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a música dos pássaros – dominado e melodioso.”

“Tenho ouvido em algumas de nossas igrejas solos que eram de todo inadequados ao culto da casa do Senhor. As notas longamente puxadas e os sons peculiares, comuns no canto de óperas, não agradam aos anjos. Eles se deleitam em ouvir os simples cânticos de louvor entoados em tom natural. Os cânticos em que cada palavra é pronunciada claramente, em tom harmonioso, eles se unem a nós no cântico. Eles combinam o coro, entoado de coração, com o espírito e o entendimento.” [14]

Tenho sincera dificuldade em harmonizar a descrição do ideal divino, conforme traçada no texto acima, com as apresentações musicais contemporâneas. Ao contrário: acredito que a música é barulhenta, alta (em tonalidade e volume), pouca dominada ou mesmo natural (afinal, os cantores tem se preocupado em “atingir” os limites de sua extensão vocal, muitas vezes gritando, literalmente) e tem freqüentemente abusado de modulações e “notas longamente puxadas“. [15]

Mudança paradigmática

Não conheço pessoalmente a maior parte dos “artistas” anvolvidos com esta nova linguagem. O presente artigo tem a intenção de pensar as tendências da música gospel adventista. Apesar de alguma contribuição criativa deste segmento em termos de letras bem pensadas, esta abordagem vem contribuindo para a tendência de relativizar a música cristã, minimizando o perigo de seu casamento com elementos da música secular (especialmente MPB e Black Music).

Tudo se torna ainda mais preocupante ao nos conscientizarmos de que estamos inseridos em um contexto profético; assim sendo, é capital que a música seja encarada com maior responsabilidade. Em visão, Ellen White disse o que aconteceria com a música nos tempos finais da história da igreja:

“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo.”[16]

Parece incrível, mas veremos em nossas igrejas uma operação maligna, desvirtuando o propósito do próprio culto, tornando-o em uma experiência emocionalmente histérica, bastante parecida com a que encontramos em alguns cultos pentecostais. Fico me indagando se a influência da Black Music, originária das tradições pagãs da África, aonde a experiência de transe faz parte do culto, não pode estar envolvida com a mudança de paradigma musical que já vem ocorrendo, e que levará à confusão dos “sentidos dos seres racionais”.

O uso responsável de nossos talentos

Penso que um ministério de música bem-sucedido deve se basear nas orientações divinas. Deus graciosamente deu aos adventistas princípios claros para orientar nossa música. Não basta alcançar qualidade técnica e produzir com competência. Se não somos pautados pelo que o Senhor diz, estamos fadados ao fracasso espiritual, ainda que alcancemos o sucesso e a glória passageira deste mundo. Louvar é o contrário de dar um “show”, porque a ênfase não recai no artista, senão na adoração que o ministro/cantor oferece a Deus. Penso que devemos de ter critérios muito mais substanciosos para analisar o trabalho de qualquer artista cristão do que simplesmente dizer “tudo o que é novo, não presta!” O outro extremo, é sucumbirmos a modismos, descuidando da vigilância necessária no contexto profético em que vivemos.

Acredito que deve haver maior debate sobre esses assuntos, de forma sadia e equilibrada. Não devemos ter medo de falar sobre música – ou qualquer outro assunto -, mas buscar um sólido embasamento bíblico e do Espírito de Profecia. O apóstolo Paulo recomenda aos cristãos:

E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração […]” Efésios 5:18 e 19.


Notas:

[1] – Ellen G. White, Edução, p. 167, grifos acrescentados (voltar)

[2] – Ellen G. White, Testemunhos Seletos,vol. I, p. 45, grifos acrescentados (voltar)

[3] – https://dialogue.adventist.org/pt/844/estilos-adventistas-de-culto – Beach fala de cinco aspectos do culto; para ele, o culto adventista é transcultural, contextual, contracultural, intercultural e multicultural. (**) (voltar)

[4] – Ellen G. White, Testemunhos Seletos, vol. I, idem. (voltar)

[5] – Cf. Isaías 6 (voltar)

[6] – Ellen White repreende uma classe de jovens adventistas de Battle Creek, cidade de maior concentração adventista em sua época, por promoverem encontros e festas mundanas em seus lares, nos quais haviam músicas capazes de fazerem “os anjos observadores chorarem”. Leia Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 82 e 83. Podemos inferir que aonde o cristão esteja, a música tem de ser condizente com seus valores, o que não exclui a variedade musical de acordo com a ocasião. (voltar)

[7] – Cf.: Marvin L. Robertson, “A Escolha da Música é Realmente Importante?, (voltar)

[8] – “Assim como o jazz, que a influenciou, a Bossa Nova pode ser considerada uma linguagem, uma maneira de pensar e fazer música. Por ser uma concepção musical não redutível a um determinado gênero, comporta manifestações variadas: sambas (Tem dó, de Baden Powell e Vinícius de Moraes), marchas (Marcha da quarta-feira de cinzas, de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes), valsas (Luiza, de Tom Jobim), serestas (O que tinha que ser, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes), beguines (Oba-lá-lá, de João Gilberto) etc.” “Bossa Nova: uma batida diferente” em http://www.dianagoulart.pro.br/english/artigos/bossa.htm (voltar)

[9] – Entrevista publicada em Veja, ano 34, n° 24, 20 de Junho de 2001. (voltar)

[10] – Nancy Pearcy, Verdade Absoluta – libertando o Cristianismo de seu cativeiro cultural, p. 52 e 63. (voltar)

[11] – “Melisma em música é a técnica de alterar a nota (sensação de freqüência) de uma sílaba de um texto enquanto ela está sendo cantada. A música cantada neste estilo é dita melismática, ao contrário de silábica, em que cada sílaba de texto é casada com uma única nota. A música das culturas antigas usavam técnicas melismáticas para atingir um estado hipnótico no ouvinte, útil para ritos místicos de iniciação (Mistérios Eleusinianos) e cultos religiosos. Esta qualidade ainda é encontrada na música contemporânea indu e muçulmana. Na música ocidental, o termo refere-se mais comumente ao Canto gregoriano, mas pode ser usado para descrever a música de qualquer gênero, incluindo o canto barroco e mais tarde o gospel. Geralmente, Aretha Franklin é considerada uma das melhores empregadoras modernas desta técnica.” http://www.babylon.com/definition/melisma/Portuguese (voltar)

[12] – Ver a interessante matéria da National Geographic sobre o Hip Hop e os variados gêneros da música negra, mês de Maio. (voltar)

[13] – Paul Oliver, Gospel Blues e Jazz, p. 44 e 45. (voltar)

[14] – Ellen G. White, Evangelismo, p. 510. (voltar)

[15] – Carlos A. Steger, no artigo A Música no Grande Conflito entre Cristo e Satanás, apresenta esta interessante tabela comparativa: (voltar)

Elementos da Música Música de efeitos positivos Música de efeitos negativos
Melodia De valor musical, agradável. Sem valor musical, inexistente.
Harmonia Diatônica, predominância de acordes perfeitos, com resolução dos acordes dissonantes. Desordenada, abundância de acordes dissonantes, geralmente sem resolver.
Ritmo Respeita a acentuação natural, variado. Abundância de síncopes, monótono, obsessivo.
Cor tonal Agradável, clara. Pesada, áspera, escura.
Entonação Afinada, natural, fraseado correto. Desafinada, anti-natural, fraseado incorreto.
Volume Normal. Estridente ao ouvido.
Apresentação Natural, sincera, simples. Teatral, artificial, com ostentação.
Letra Elevada, idéias positivas. Idéias negativas ou imorais, repetitiva, sem sentido.

[16] – Idem, Mensagens Escolhidas, Vol. II, p. 36. Para entender melhor a situação em Indiana, ler o capítulo “A Doutrina da Carne Santa” em A Música na Reunião Campal de Indiana (voltar)


(*) – O presente artigo foi adaptado pelos editores do Música Sacra e Adoração para publicação neste espaço. O original está disponível no blogo do autor, Questão de Confiança (voltar)

(**) – Também disponível no Música Sacra e Adoração (voltar)

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