Fogo Estranho
Este vídeo analisa as manifestações miraculosas que se acontecem nos modernos cultos cristãos de adoração.
Este vídeo analisa as manifestações miraculosas que se acontecem nos modernos cultos cristãos de adoração.
O que pretendo neste post é mostrar que o Salmo 150 não pode ser tomado como base incontestável para a prática das danças litúrgicas e coreográficas nos cultos cristãos.
O culto onde as pessoas são confrontadas pelas Escrituras e obrigadas a pensarem e refletirem no estilo de vida pecaminoso que elas vivem está se extinguindo.
À luz da Bíblia, adoração só pode ser casada com reverência, prostração, inclinação, humilhação, quebrantamento. Jamais pode ser associada a extravagância.
É preciso compreender que o centro, a base e a direção do culto cristão, é Cristo e o seu Evangelho, e não o sentimento humano.
O objetivo do culto em nossas igrejas não é atrair os descrentes ou agradar os crentes, mas adorar a Deus em concordância com os preceitos da reverência a Ele, referidos na Bíblia.
Creio que o diabo tem grande interesse em monopolizar três elementos: barulho, pressa e multidões… Satanás está bem ciente do poder do silêncio. – Jim Elliot
Neste artigo procurarei discorrer com equilíbrio sobre a adoção de danças e coreografias por parte das igrejas.
Não há regras de etiqueta para o culto, mas há conveniências. E onde há ausência de regras não quer dizer que tudo é valido.
Uma análise teológica das formas de adoração adulteradas, com base no ocorrido com o antigo povo de Israel, no culto ao bezerro de ouro, relatado em Êxodo 32.
O que seriamente nos preocupa é que esses aficionados da dança pretendem apresentá-la, nos templos, durante cultos de adoração.
Jovens, paz e amor, liberdade total e pregação autêntica daquilo que se crê. Muitos acham que isso é o cristianismo. Estão confundindo os movimentos: o nome dessa ideologia é movimento hippie.
Nesta palestra, o Pr. Myers fala sobre sua experiência de conversão e explica, com base bíblica e exemplos musicais, os problemas para o cristão no envolvimento com músicas e ritmos mundanos.
Assistimos ao surgimento de uma geração irreverente, desconectada de Deus e cada vez mais conectada ao mundo virtual.
Nossa geração está, literalmente, rejeitando a Deus. É por isso que vemos em nossos cultos a prática de uma adoração que busca o prazer para os adoradores, fazendo do culto um espetáculo.