Ellen G. White e Música – Capítulo 8. Linguagem

Talento da Linguagem

Uso da Linguagem


Talento da Linguagem

“Devemos falar de Cristo aos que O não conhecem. Devemos fazer o que Cristo fez. Onde quer que estivesse, na sinagoga, à beira do caminho, no barco um tanto arredado da margem, no banquete do fariseu ou à mesa do publicano, falava aos homens das coisas pertinentes à vida mais elevada. As coisas da Natureza, os acontecimentos da vida diária eram por Ele relacionados com as palavras da verdade. O coração dos ouvintes era atraído para Ele, porque lhes curara as enfermidades, confortara os aflitos, e tomara nos braços seus filhinhos e os abençoara. Quando abria os lábios para falar, a atenção deles se voltava para Ele, e toda palavra era para alguém um cheiro de vida para vida.” PJ pg. 338.

“Assim deve ser conosco. Onde quer que estejamos, devemos vigiar as oportunidades de falar do Salvador a outros. Se seguirmos o exemplo de Cristo em fazer o bem, os corações nos estarão abertos, como estiveram para Ele. Não abruptamente, mas com o tato oriundo do amor divino poderemos falar-lhes dAquele que “traz a bandeira entre dez mil”, e é “totalmente desejável”. Cant. 5:10 e 16. Essa é a mais elevada obra em que podemos empregar o talento da linguagem. Foi-nos dado para que pudéssemos apresentar a Cristo como Salvador que perdoa os pecados.” PJ pg. 339.

“Oxalá todos procurassem diligentemente saber que é a verdade, e estudar intensamente para terem linguagem correta e vozes educadas, a fim de apresentarem a verdade em toda a sua elevada e enobrecedora beleza.” FEC pg. 256.

“Como seguidores de Cristo, nossas palavras devem ser um auxílio e encorajamento a outros na vida cristã. Muito mais do que fazemos precisamos falar dos preciosos capítulos de nossa experiência. É bom falarmos da misericórdia e longanimidade de Deus, e da incomparável profundeza do amor do Salvador. Nossas palavras devem ser expressões de louvor e ações de graças. Se o coração e a mente estiverem cheios do amor de Deus, isso será revelado na conversação. Não nos será difícil transmitir aquilo que experimentamos na vida espiritual. Grandes pensamentos, aspirações nobres, percepção clara da verdade, propósitos liberais, anelos de piedade e santidade, produzirão frutos em palavras que revelam o caráter do tesouro do coração. Se Cristo for assim manifestado em nossa linguagem, a mesma terá o poder de conquistar almas para Ele.” PJ pg. 338.

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Uso da Linguagem

“Não se deve proferir uma única palavra imprudentemente. Nenhuma maledicência, palavreado frívolo algum, nenhuma murmuração impertinente nem sugestão impura sairá dos lábios do seguidor de Cristo. Escrevendo por inspiração do Espírito Santo, diz o apóstolo Paulo: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe.” Efés. 4:29. Palavras torpes não significam somente palavras vis. Quer dizer qualquer expressão contrária aos santos princípios e à religião pura e imaculada. Inclui ideias impuras e insinuações malévolas. Se não forem repelidas imediatamente, conduzem a grande pecado.” PJ pg. 337.

“É dever de toda família e de cada cristão individualmente opor-se ao uso da linguagem corrupta. Quando em companhia de quem se deleita em palestras tolas, é nosso dever mudar o assunto da conversação, se possível. Com o auxílio da graça de Deus devemos calmamente proferir algumas palavras, ou introduzir um tema que oriente a conversa para terreno mais aproveitável.” PJ pg. 337.

“É obrigação dos pais inculcar nos filhos bons hábitos de linguagem. A melhor escola para esse fim é a vida doméstica. Desde os primeiros anos deve a criança ser ensinada a falar respeitosamente e com amor, a seus pais e aos outros. Ensinar-se-lhe-á que somente palavras gentis, verdadeiras e puras lhe devem sair dos lábios. Os pais mesmos devem estudar diariamente na escola de Cristo. Assim poderão ensinar aos filhos, por preceito e exemplo, o uso da “linguagem sã e irrepreensível”. Tito 2:8. Esse é um de seus maiores deveres e da maior responsabilidade.” PJ pg. 337 e 338.

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Índice

9. Melodia