Estudos Bíblicos: Adoração – Lição 06 – Adoração, Música e Louvor

Comentários do Pr. Otoniel Tavares de Carvalho


Texto Central: “Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor todas as terras.” (Salmos 96:1)

Leitura Bíblica Semanal: I Crônica 16:8 a 36; Salmos 32:1 a 5; 51:1 a 6 e 17; Filipenses 4:8; Apocalipse 4:9 a 11.


Introdução

A música é parte fundamental do culto de adoração a IAVÉ, o Deus Criador, Redentor e Mantenedor da raça humana. Anjos cantam no Céu. Homens cantam na Terra. Seres não caídos, vivendo em outros sistemas e planetas fora do sistema solar cantam ao Senhor. O cântico alegra a alma, e conta algumas histórias importantes de nossa história, na relação da Humanidade com a Divindade através de séculos e milênios. Na Bíblia, Davi, o pastor e rei de Israel, se destaca como o personagem que mais se preocupou com a música de adoração a IAVÉ no ato de culto de adoração a IAVÉ. Mesmo não havendo em Israel, em seu tempo, um templo para reunir o povo em culto público ao Senhor, ainda assim Davi se preocupou em organizar o serviço de música e louvor nos atos de adoração no Sábado. Louvar ao Senhor fazia parte da vida de Davi desde sua infância, vivendo nas montanhas de Belém, cuidando das ovelhas, e dedilhando sua harpa. E por toda a sua vida adulta ele cantou e tocou instrumento em louvor ao Deus de Israel.

A lição desta semana focaliza Música e Louvor na Adoração. Fique atento.


Lição de Domingo
Entre Saul e Davi
(I Samuel 16:6-13; I Samuel 17:45-47; I Samuel 18:14; I Samuel 24:10; I Samuel 26:9; I Samuel 30:6-8; Salmos 32:1-5; Salmos 51:1-6)

Saul e Davi foram os dois primeiros reis de Israel. Nenhum deles era perfeito diante e Deus. Saul e Davi tinham horríveis defeitos de caráter. Analisando a história de vida dos dois, vê-se que Davi causou maiores escândalos públicos para Israel, ao cometer adultério e homicídio em seu pecado com Bate-Seba e a morte de Urias, do que Saul. No entanto, a diferença entre eles dois era em relação à fé no Senhor. Saul pecou muitas vezes, e em todas elas, ao ser confrontado com o seu pecado, ou negou haver pecado, ou justificou seu erro transferindo a culpa para terceiros. Não se vê na Bíblia Saul assumindo seu pecado e se declarando culpado. Davi também cometeu terríveis pecados. No entanto, ao ser confrontado por Deus a respeito do pecado que cometera, Davi dizia a Deus: “EU PEQUEI!” E apelava para a Graça de Deus: “Perdoa o meu pecado….”. Saul representa todos os pecadores que, ao serem confrontados com o seu pecado, com o seu erro, buscam mil e uma formas de justificar seu erro e, em processo mental de fuga, transferir a culpa para terceiros: esposa, filhos, amigos, subordinados, circunstâncias diversas e, se possível, o próprio Deus. É a famosa e trágica AUTOJUSTIFICAÇÃO, que afeta a maioria dos chamados “crentes”, quer sejam adventistas, quer sejam de outras igrejas. É a JUSTIFICAÇÃO DAS OBRAS E PELAS OBRAS. Davi, por outro lado, ao assumir seu erro e clamar pela MISERICÓRDIA (Graça, favor) DIVINA, estava crendo que em Deus havia uma saída para seu problema com o pecado. E, mediante fé viva e operante, ele se lançava nos braços de Deus em busca de perdão e restauração espiritual. É a famosa JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ, que muitos cristãos deixam de usufruir, por lhes faltar fé no Deus que perdoa e restaura. Os salmos 32 e 51 são dois CÂNTICOS PENITENCIAIS, através dos quais Davi, de forma poética e de canção, conta sua tragédia pessoal em relação ao pecado, e canta, simultaneamente, a Graça Redentora de Deus, que Se oferece para lhe perdoar o pecado. Davi canta dois extremos de sua história: (1) Sua queda em pecado; (2) restauração ao favor de Deus. No meio dos extremos, está o Deus de Israel, “rico em perdoar”, o Deus que ama Seus filhos, mesmo sabendo que eles são não amáveis, pela ótica da Justiça divina, mas carentes de Amor, pela ótica da Graça divina. Então, de uma maneira que somente Deus sabe e pode fazer, Ele junta a GRAÇA e a JUSTIÇA e perdoa ao pecador arrependido e crente, sem ofender a Justiça, pois Deus provê o SACRIFÍCIO DE EXPIAÇÃO DA CULPA, no “CORDEIRO DE DEUS, que tira o pecado do mundo” (João 1:29). E Paulo afirma que, Deus agindo assim, permanece sendo “o JUSTO” e Se torna, em Cristo, “o justificador do que tem fé em Jesus” Romanos 3:25-26. Daí em diante, ao estar seguro do perdão de Deus, a vida de Davi -e de todos os justificados pela fé em Jesus -se torna um FESTIVAL DE LOUVOR a Deus-Pai, por prover o sacrifício, e a Deus-Filho, por aceitar ser o Sacrifício de expiação. E de eternidade a eternidade, na Terra e no Céu, esse cântico de louvor dos redimidos por Deus, mediante a fé em Jesus Cristo, será ouvido e admirado, porque conta a maior das histórias: a HISTÓRIA DA REDENÇÃO.


Lição de Segunda-Feira
Coração Contrito, Espírito Quebrantado
(Salmos 51:17)

“Sacrifícios agradáveis a Deus são O ESPÍRITO QUEBRANTADO, CORAÇÃO COMPUNGIDO E CONTRITO; não o desprezarás, ó Deus!” Salmos 51:17, grifos nossos.

Jesus anunciou do alto do Monte das Oliveiras:

“Bem-aventurados os HUMILDES DE ESPÍRITO, porque deles é o Reino do Céu”Mateus 5:3, grifos nossos.

O maior e mais destruidor de todos os pecados – atos pecaminosos – que o ser humano comete é o ORGULHO. É a vaidade de ser o que não é. É uma consciência de poder o que não pode. O ORGULHO é elemento destruidor da alma humana, e destruidor de relacionamentos, especialmente no que se refere ao relacionamento vertical entre Humanidade e Divindade. Deus, o Criador, sabe exatamente o que o ser humano é. O homem sempre está enganado a respeito de si mesmo. Shakespeare declarou pela boca de um dos seus mais famosos personagens: “SER OU NÃO SER, EIS A QUESTÃO”. Deus declara de Si mesmo: “EU SOU” Êxodo 3:14. Nada muda o que Deus é; nem mesmo meu pecado. Meu ORGULHO tenta igualar meu ser a Deus. Eu me faço de Deus para mim mesmo, e para as outras pessoas, e com isto desconheço a soberania divina e a nulidade de minha pessoa. O ORGULHO me faz viver e agir nos extremos. Sabendo isto, Jesus começa a descrever os fundamentos do caráter de uma pessoa que deseja ser CIDADÃO DO REINO DO CÉU, depois de sua passagem como cidadão da Terra: “Bem-aventurados os HUMILDES DE ESPÍRITO, porque deles é o Reino do Céu” Mateus 5:3, grifos nossos. Lendo os evangelhos, descobrimos que Jesus falou muito sobre HUMILDADE. João 13 narra o que aconteceu durante a Ceia do Senhor. Jesus, o único SENHOR ali presente, assume o papel de SERVO, pelo fato de que todos os servos pensavam que deveriam ser SENHOR. O velho e perigoso ORGULHO lhes dominava a mente e a alma de forma arrasadora.

Davi está dizendo, em Salmos 51:17, que o MELHOR SACRIFÍCIO que alguém pode oferecer a Deus não é dar dinheiro para a igreja, não é oferecer belas ovelhas sobre o altar do sacrifício, não é passar a semana toda dando estudos bíblicos, ou fazendo obras de caridade. Tudo isto é bom, útil e necessário. Mas, antes de alguém fazer todas essas boas obras, precisa apresentar-se pessoalmente a Deus com “O ESPÍRITO QUEBRANTADO, CORAÇÃO COMPUNGIDO E CONTRITO”. E Davi assegura a todos nós, por experiência própria: “…não o desprezarás, ó Deus!”. Paulo seguia essa mesma linha de raciocínio. Por isso, ele apela ao coração dos “irmãos”: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus [pela Graça de Deus], que APRESENTEIS O VOSSO CORPO POR SACRIFÍCIO VIVO, SANTO E AGRADÁVEL a Deus, que é o vosso culto racional [inteligente, razoável]” Romanos 12:1, interpolações e grifos nossos.


Lição de Terça-Feira
Davi: Uma Canção de Louvor e Adoração
(I Crônicas 16:8-36)

“Rendei graças ao Senhor; invocai o Seu nome; fazei conhecidos entre os povos os Seus feitos” I Crônicas 16:8.

“Lembrai-vos das maravilhas que [Ele, o Senhor] fez; dos Seus prodígios e dos juízos dos Seus lábios [das sentenças judiciais que saíram de Sua boca] I Crônicas 16:12.

“[Lembrai-vos] da Aliança que fez com Abraão [leia Gênesis 12 a 17] e do juramento que fez a Isaque [leia Gênesis 26]; o qual confirmou a Jacó [leia Gênesis 28] por decreto; e a Israel [leia Êxodo 19] por Aliança perpétua…” I Cr 16:16-17, com interpolações nossas.

Davi canta, nesse Cântico de Ações de Graça, a FIDELIDADE DE DEUS, ao cumprir o Senhor, ao longo do tempo e da história dos hebreus, a partir de Abraão, toda promessa e todo juramento feito. Nada caiu no vazio, ou deixou de ser executado pelo Deus da Promessa. Davi estava motivando, incentivando o povo de Israel a continuar firme na fé no Deus que cumpriu e cumpre todas as promessas que fez. A fé de Israel não deveria se desenvolver num vácuo, num vazio, de forma abstrata e meramente intelectual. Deveria ser FÉ NO DEUS QUE AGE EM FAVOR DE ISRAEL. E todas as provas dessas ações divinas estão registradas nas Escrituras. Abraão, Isaque e Jacó/Israel, os pais da nação chamada Israel, testemunharam, cada um em seus dias, essa benéfica e profícua atuação de IAVÉ por eles. Também Israel, como nação, teve sobejas provas da ação de Deus em favor do chamado Povo de Israel. Israel deveria lembrar-se de seu passado histórico. Recuar, nessas lembranças, até aos primórdios da nação, quando ainda não existia uma nação, mas existia somente uma família, a família de Abraão. Depois, deveriam eles avançar na história de seu povo, passando por Isaque e Jacó, até chegarem ao Egito, onde se tornaram uma multidão de pessoas. Deveriam lembrar os tremendos atos de libertação que Deus efetuou em favor de Israel, tirando-os do Egito, das garras de Faraó e da escravidão. Deveriam lembrar-se dos feitos grandiosos de Deus durante a jornada de quarenta anos, do Egito até Canaã. Sim, Israel deveriam se lembrar de que fora sempre o Senhor quem estivera à frente, abrindo o caminho, derrotando inimigos, favorecendo sempre a Israel. “Cante, Israel, os feitos do Senhor!”, queria Davi dizer à sua gente. E Davi cantou, de alma agradecida e plena, os feitos do Senhor, por sua própria pessoa, e por Israel, o Povo da Aliança.


Lição de Quarta-Feira
O Cântico de Davi
(II Samuel 22; Apocalipse 4:9-11; Apocalipse 5:9-13; Apocalipse 7:10-12; Apocalipse 14:1-3)

“O Senhor é a minha Rocha, a minha Cidadela, o meu Libertador, o meu Deus, o meu Rochedo em que me refugio, o meu Escudo, a Força da minha Salvação, o meu Baluarte e o meu Refúgio.” II Samuel 22:2 e 3.

Quão lindo é este cântico de Davi ao Senhor. Era um homem maravilhado e extasiado diante dos atos grandiosos de Deus. Mas Davi não cantava louvores a “um deus” distante, com quem mantinha contatos imaginários, abstratos. IAVÉ, o Deus Único a quem Davi adorava, era-lhe um DEUS REAL, Vivo, Santo, Poderoso, atuante em favor dele, Davi, e de seu povo, Israel.

Davi passou por muitas fases e experiências de vida. Ele foi de um simples e humilde – além de desconhecido – pastorzinho nas montanhas de Belém Efrata, na tribo de Judá, até à posição de Rei de Israel, o mais comentado e louvado de todos os reis que reinaram em Israel. Ele foi de um homem de fé, que dependia completamente de Deus, e assim venceu Golias, o gigante filisteu, até ao derrotado rei de Israel, que não se dominava a si mesmo em questões relativas à sexualidade, cometendo torpeza, sendo imoral e promíscuo sexual, além de enganador e assassino de um homem honrado, Urias, o heteu. Davi viveu intensamente as alturas do céu e as profundezas do inferno. E chegando já o final de sua agitada existência, e pensando em seu passado de lutas, vitórias, quedas e novas vitórias, Davi toma sua harpa, uma amiga quase inseparável nas vitórias e nas derrotas físicas, morais e espirituais, e compõe o texto anotado em II Samuel 22. Por onde ele começa seu cântico de despedida da vida e deste mundo? Ele começa por IAVÉ, seu Deus, seu amigo. Ele se abre para Deus. Ele canta com inteireza e intensidade de alma o quão importante e decisivo foi IAVÉ em sua vida, tanto nos momentos de alegria, de vitória, de sucesso, como também nos momentos de dor, perda, queda, depressão, angústia, momentos negros, nos quais ele imaginava que chegara seu fim neste mundo, pois humanamente não via saída para sua situação de perigo. Agora, já idoso, mas ainda lúcido, ele canta um lindo cântico de louvor e ação de graça a IAVÉ, o Deus da Aliança, o seu Deus pessoal, amigo de todas as horas, de todas as circunstâncias, amigo que jamais o abandonou em um único momento, mesmo quando ele, Davi, havia-se afastado do caminho puro e justo, e se metera em encrencas, seguindo o caminho de Satanás, a estrada da perdição. Deus jamais decepcionara Davi, mesmo tendo-o deixado passar por duríssimas provas, a fim de que ele fosse devidamente preparado para reinar sobre Israel, o Povo de Deus. E Davi se tornou grato a Deus por essas coisas todas que vivenciou.

“O Senhor é a minha Rocha, a minha Cidadela, o meu Libertador, o meu Deus, o meu Rochedo em que me refugio, o meu Escudo, a Força da minha Salvação, o meu Baluarte e o meu Refúgio.” II Samuel 22:2 e 3.


Lição de Quinta e Sexta-Feiras
“Cantai ao Senhor um Cântico Novo”
(I Coríntios 10:31; Filipenses 4:8; Colossenses 1:18)

“Cantai ao Senhor um cântico novo; cantai ao Senhor todas as terras.” Salmos 96:1.

O cristão é um privilegiado. Não importa quem seja; não importa o que passou, está passando ou ainda passará, o cristão é uma pessoa privilegiada. A vida de cada cristão, salvo pela Graça e justificado pela fé em Jesus, deve, cada dia, ser UM FESTIVAL DE LOUVOR AO SENHOR SEU DEUS.

Davi perguntou a Deus, no Salmo 8:

“Que é o homem, que dele Te lembres? E o filho do homem, que o visites? Salmos 8:4. Se cada ser humano analisar bem aquilo que é, de fato e de verdade, vai descobrir que é um nada. Olhando-se a grandiosidade do Universo, o qual para ser vasculhado e visto o tempo é contado em “anos-luz”, ou seja a distância percorrida pela luz em um ano comum, sabendo-se que a luz viaja no espaço na velocidade de cerca de 300.000 quilômetros por segundo, e ninguém ainda conseguiu, em todos esse milhares de anos de existência da vida humana sobre a Terra, perceber as bordas do Universo, e o “fim” espacial e geográfico do mesmo; e comparando essa incalculável grandeza do universo com o ínfimo que é o ser humano em tamanho, pergunta-se: “Quem é o homem”, para que Deus Se lembre dele, e o trate com deferência especial, com atenção diferente, com amor incomparável, com uma Graça incompreensível? NADA, por um lado; mas MUITO, por outro aspecto. A grande diferença entre o HOMEM e o COSMO, o universo, é que o HOMEM foi feito à “imagem e semelhança de Deus” (Gênesis 1:26 e 27). Quando Deus fala ao COSMO, este emudece, e nada responde a Deus. Quando Deus Se revela e fala ao homem, este sempre tem uma resposta para dar, mesmo que não seja a resposta que Deus quer ouvir, como foi a resposta de Adão e Eva a Deus, depois que pecaram contra Deus e contra eles mesmos (leia Gênesis 3:1 a 24). Com o COSMO, Deus interage em via de mão única. Deus fala ao COSMO e as coisas acontecem numa só direção, pois o COSMO permanece num eterno silêncio de palavras, embora emita outros sons. Deus fala ao homem, e sabe que essa fala terá resposta. Deus e os homens interagem, comunicam-se de forma recíproca, numa via de mão dupla. Fora do Céu, e citando apenas o sistema solar criado por Deus em priscas eras, a Terra é o único planeta com a presença constante de ANJOS E HOMENS. Primeiro chegaram os anjos rebelados, conforme Apocalipse 12:7 a 9, quando o planeta Terra não passava de um “abismo”, e “estava sem forma e vazia” e “havia trevas sobre a face do abismo” Gênesis 1:2. Anjos rebelados, ou seja, demônios, como nós sabemos de sua existência, não louvam ao Senhor. Eles seguiram outro caminho e são comandados por outro “senhor”, Lúcifer/Satanás, e se recusam a louvar a Deus por Seus feitos maravilhosos e grandiosos. Tudo permaneceu escuro no planeta Terra, até que Deus começou Seu grande feito na SEMANA DA CRIAÇÃO, cujo resultado principal foi a criação da RAÇA HUMANA. Deus começa dizendo: “HAJA LUZ! E houve luz.” (Gênesis 1:3). Tudo mudou na Terra a partir da Luz. Isto não quer dizer que Deus criou a “luz” nesse dia, pois o próprio Deus é “Luz”, e existe eternamente. Mas nesse dia primeiro, Deus ordenou às trevas que se afastassem, para que a luz brilhasse na Terra e começasse a alegrar nosso planeta. Depois vieram as árvores, vieram os pássaros, vieram os demais animais, e, finalmente, vieram Adão e Eva, tudo criado por IAVÉ, o Deus que faz acontecer. Creio eu que Adão e Eva devem ter composto alguma música, algum cântico, para expressar seu louvor a Deus, sua alegria por haver sido criado, e por haver deus criado tanta coisa bela ao seu redor. A música entrou para a história do planeta Terra por meio deles, embora não tenhamos registro escrito disto, pois a era da escrita viria depois.

Na história da música na Terra, só existe cântico de louvor e ação de graças a Deus, o Senhor, quando existe fé no coração dos humanos. Quando a fé cessa, e os homens se separam de Deus, seguindo seus próprios caminhos, cessa o cântico de louvor e gratidão ao Senhor. Pessoas vivendo em pecado; pessoas unidas a Satanás; pessoas que desprezam o Deus Criador; pessoas descrentes; pessoas murmuradoras; pessoas que perderam a razão de existir; enfim, pessoas assim não louvam ao Senhor. Podem até cantar velhos cânticos de lamúria, de perda, de motivação para pecar, de inspiração diabólica, se sensualidade, de preparo para a atividade sexual, cântico de zombaria, de deboche, cânticos que falam de vidas em pedaços, amores perdidos, vidas imersas nos vícios, tragédias pessoais vividas, e coisas assim. Somente os crentes têm um “novo cântico” para oferecer ao Senhor. Somente o crente louva e adora, adora e louva a Deus enquanto canta.

Para Sua Reflexão Pessoal: Que tipos de cânticos (ou canções) você tem cantado ultimamente? Essas músicas que você tem cantado contam que história? A história dos grandes feitos do Senhor por você tem sido cantada? Pense nisto.


Fonte: http://comentarioes.blogspot.com


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