por: Nelson Bomilcar Jesus amou e morreu por pessoas. Jesus ressuscitou por pessoas. Ele deu sua vida em resgate de homens e mulheres que estavam perdidos em seus próprios delitos e pecados. Compadeceu-se de homens e mulheres que estavam condenados à morte por suas transgressões. Cristo amou e se entregou em sacrifício na cruz por causa da rebeldia e da desistência humana de andar, comungar e obedecer ao Criador. O Filho de Deus doou a vida eterna a pessoas que o receberam como Senhor e Salvador. No mistério e profundidade de sua graça, ele nos olhou como pessoas e ovelhas, […]
por: Evaldo Rocha [1] O sociólogo Zygmunt Bauman em Modernidade Líquida classifica o “não lugar” da seguinte maneira: “Um não lugar é um espaço destituído das expressões simbólicas de identidade, relações e história: exemplos incluem aeroportos, auto-estradas, anônimos quartos de hotel, transporte público…”.[2] Gostaríamos de partir desta definição para trazer um alerta a respeito daquilo que algumas igrejas estão se tornando ou podem se tornar. Nosso questionamento parte do pressuposto de que a igreja do Senhor – remanescente fiel – jamais será um não lugar, pois está para além de grupos evangélicos, espaços religiosos e denominações. Entretanto, percebemos alguns movimentos […]
por: Osias Rodrigues Ferreira [1] O que me motivou a escrever sobre o assunto foi o fato de ver um vasto número de lideres cristãos alimentarem uma visão tão equivocada a respeito do verdadeiro papel da música na adoração. São conceitos equivocados que terminam sendo revelados quando se pretende comunicar a respeito do assunto. Ouvi recentemente um líder de nossa igreja dirigir-se ao seu auditório, diga-se de passagem, um seleto auditório de líderes, e dar o seguinte aviso: “…em nosso programa teremos como ‘atração musical’…” e ai falou o nome do cantor. Como será que Deus está vendo nossas exibições […]
Há uma linha tênue entre manifestar admiração por alguém e torná-lo objeto de adoração.
por: Rolando de Nassáu A Controvérsia dos Cânticos Cântico, para efeito da discussão do tema, é poema de intenção religiosa; caracteriza-se por sua subjetividade, expressão de sentimentos e pessoalidade. Desde a década 50 do século passado, os hinos vêm sendo abandonados, e são substituídos pelos cânticos (“corinhos”). Alegam os defensores dos cânticos que estes são novos e vieram renovar o canto congregacional. Na verdade, não são novos: já existiram, pelo seu caráter, na igreja primitiva, no século XIII (“laudi spirituali“) e na 6a.edição do “Cantor Cristão” [CC] (1896), no fim do século XIX. Todavia, cremos que podem ser testados, para […]
por: Rolando de Nassau O Papel dos Hinos Na primeira parte da discussão deste tema, vimos que os salmos eram usados no Templo de Jerusalém e nas sinagogas; nas igrejas cristãs, durante a época apostólica; que no século III elas passaram a cantar hinos, mas as heresias fizeram com que as autoridades eclesiásticas impusessem a volta à salmodia, que predominou, na Igreja Católica, até o século XX, apesar da prática temporária, no século XIII, dos cânticos; que no século XVI o protestantismo luterano prestigiou a hinodia, mas o calvinista e as denominações evangélicas apegaram-se à salmodia, até que, no século […]
Os hinos compostos no século XIX eram um produto de seu tempo e falavam diretamente às pessoas daquele tempo. Alguns deles, por motivos variados, romperam a barreira do tempo e ainda hoje soam belos. Outros, porém, não envelheceram muito bem. Por isso, de vez em quando são substituídos por novos hinos.
por: Paulo Hamel Como se pode definir um hino, e por mais critérios devem ser avaliados? Agostinho, em seu comentário do salmo 148, escreveu: “Sabeis o que é um hino? É o cantar para louvar a Deus. Se louvais a Deus e não cantais também não expressais hino algum. Se louvais alguma coisa não relacionada com o louvor a Deus, também não expressais hino algum”.[1] Hino cristão é um poema lírico, concebido com reverência e devoção, destinado a ser cantado e que expressa a atitude do adorador para com Deus, ou os propósitos de Deus na vida humana. O hino […]
Os hinos são uma expressão do culto. São o feliz e grato reconhecimento do homem a um Deus digno de ser adorado, um Deus Todo-Poderoso, a sua confissão de que reconhece a Deus como seu Criador, e de curvar-se diante de um Deus transcendente.
por: Rolando de Nassau Tenho o costume de colecionar os boletins dominicais das igrejas evangélicas que visito. Observo que os programadores das ordens de culto fazem constar, ao lado dos títulos dos hinos, os respectivos nomes dos autores e compositores. Para eles é mais importante indicar os estrangeiros: Scriven/Converse (HCC-165), Martin (HCC-33), Boberg/Manuel (HCC-52), Spafford/Bliss (HCC-329) e Hoffmann/Showalter (HCC-330), estes seriam os indicados. Talvez seja mais útil para os musicistas, mas para o cultuante comum seria interessante saber quem são os que escrevem em português as letras originais ou traduzidas dos hinos que ele canta.Em minha opinião, para os hinos […]
Esta, talvez, seja a característica mais marcante dos salmos em relação aos demais livros da Bíblia: eles foram escritos com o objetivo específico de louvar a Deus.
por: Paulo Hamel O homem percebe instintivamente o valor da música em seu esforço de glorificar a Deus, e tornou-a parte de sua adoração, a partir da Criação. Declarou um escritor: “A música da igreja é o meio peculiar, dado por Deus a seus filhos para Lhe devolverem louvor e adoração de uma forma que tem sido característica marcante da comunidade que oferece culto, e isto desde os primeiros tempos em que o povo se ajuntava para adorar a Deus”.[1] O Cristão necessita do amparo poético dos hinos e a exaltação que a música proporciona, que tornam o cristianismo vivo […]
por: João Wilson Faustini Não será preciso ir muito a fundo no assunto para descobrir que a “situação”, ou seja, o “problema” atual das igrejas em geral, não é só a música. E um problema bastante complexo, porque envolve conceitos teológicos, conceitos do que seja adoração, culto, e varia conforme os costumes, a cultura, etc. Uma das razões que também temos de considerar, é que o conhecimento humano evolui, e há estilos de vida e de arte para cada época e cultura. Muitos pastares têm reclamado que não conseguem mais controlar ou disciplinar a ordem do culto. Se por um […]
por: Jetro de Oliveira Veja também o índice Histórias de Hinos do Hinário Adventista Hinologia da IASD O canto congregacional é uma das principais manifestações pela qual toda a Igreja ergue sua voz em um único ato de adoração à Deus. Velho e Novo Testamentos estão repletos de exemplos do povo de Deus cantando hinos de louvor e adoração. No templo do Antigo Israel havia a majestade de um elaborado cerimonial rico em música, tendo os Levitas dedicados exclusivamente para conduzir este serviço. Mas também no humilde nascimento da Igreja primitiva de Atos houve o canto de hinos, Salmos e […]
por: Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho [*] Tem havido uma ênfase muito grande no Antigo Testamento, em nossas igrejas. Esta ênfase se verifica inclusive nas pregações e nos cânticos. Isto não é mau, em si. O autor deste trabalho é professor de Antigo Testamento e disciplinas correlatas, e autor de vários comentários exegéticos de livros do Antigo Testamento e se sente bem nesta porção da Bíblia. O problema é que alguns parecem esquecer que somos cristãos, somos regidos pelo Novo Testamento, que interpreta o Antigo, que somos filhos de nova aliança, prometida em Jeremias 31.31 e concretizada na instituição da […]