Cantores e Associações Ilícitas e Perigosas

(Falsas) Estratégias de Crescimento para a Igreja — 23 de janeiro de 2013 2:49 pm

Cantores e Associações Ilícitas e Perigosas

por: IASD em Foco

Pergunta:

Por favor, gostaria de um esclarecimento: Porque temos tantos livros e estudos em vídeo falando sobre a babilônia (se referindo à igreja romana) e falando sobre as meretrizes?? (se referindo às outras igrejas, principalmente às pentecostais). Que devemos estar alertas sobre tomar do cálice destas, mesmo que seja uma meia-verdade.

Porém como conciliar, o fato que nossos cantores ao se apresentar (sic) para uma lançamento de um novo CD, chamam os evangélicos (os mesmos que os estudos dizem que são as filhas da babilônia) para estarem juntos? Seria porque o lucro é maior? ou seria uma estratégia para chamá-los à verdade? (pouco provável). – Sds, Bruno.

Resposta:

Em primeiro lugar, vamos relembrar o que a Bíblia afirma sobre esta questão:

“Então o anjo me levou em espírito a um deserto, e vi uma mulher montada numa besta escarlate, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e que tinha sete cabeças e dez chifres. A mulher estava vestida de púrpura e de escarlate, e adornada com ouro, pedras preciosas e pérolas. Tinha na mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição. E na sua testa estava escrito: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e das abominações da terra” (Apocalipse 17:3-5).

Mas o que é, afinal, o “vinho da sua prostituição?” Sabemos que a “mulher” aqui é a igreja que se prostituiu por abandonar a verdade de Cristo. Portanto, é o seu corpo de falsas doutrinas que constitui o “vinho da sua prostituição”, com o qual “os habitantes da Terra se embebedaram”.

Embriagadas com o vinho servido pela “grande prostituta”, as multidões da Terra não podem entender as verdades do evangelho. Suas mentes estão embotadas pelo vinho dos enganos da “grande Babilônia” e, por mais clara que seja a verdade de Cristo, seus olhos e ouvidos não podem vê-la e aceitá-la. – Dr. Mauro Braga, O Apocalipse & Você, Capítulo 17 de Apocalipse.

Quem são estas “prostitutas”, das quais a igreja de Roma é a mãe? As filhas são as igrejas protestantes que com ela comungam em muitos pontos de doutrinas. A Babilônia “mãe” e suas filhas são acusadas de provocarem a confusão reinante no seio do cristianismo, com suas centenas de denominações e falsas doutrinas.

Orientação e Advertências Divinas

“Ouvi outra voz do céu dizer: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, para que não incorras nas suas pragas; pois os seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela” (Apocalipse 18:4-5).

A expressão “sai dela” é um imperativo, ou seja, uma ordem. Babilônia não pode ser reformada, de acordo com as Escrituras. Só há um remédio: separar-se completamente dela. A orientação divina é clara e taxativa: Cortar todos os tipos de laços ou associações com Babilônia e suas filhas; sem sombra de dúvidas, isso diz respeito a compactuar com suas doutrinas, ser participantes e não com o associar-se com seus membros com o fim de evangelizá-los.

Quanto ao primeiro tipo de associação, temos ainda outros vários textos da Bíblia reprovando esse tipo de comportamento: “Retirai-vos, retirai-vos, saí de lá, não toqueis coisa imunda; saí do meio dela, purificai-vos, vos que levais os utensílios do Senhor” (Isaías 52:11).

Uma pergunta: Em meio ao povo de Deus do passado (os judeus) quem é que levava os utensílios sagrados, “os utensílios do Senhor”? Como é que os cantores evangélicos modernos gostam de ser vistos? A resposta para ambas as perguntas é uma só: os levitas.

A Bíblia ainda adverte: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (II Coríntios 6:14). Essa questão do “jugo desigual” é muito ampla; por exemplo, a nossa Igreja não aprova a união entre pessoas que não partilhem da mesma fé – um adventista com um não-adventista – e taxa esse tipo de “sociedade” ou união como jugo desigual.

Face a isso e tudo o mais que analisamos aqui, eu concordo com você quando taxa como inconciliável (“incompatível, inconcordável, incompossível”. – Aurélio Buarque) esse tipo de associação. Com certeza, nesses casos (na maioria deles) as questões mercadológicas ou mercantis falam mais alto do que as razões da fé.

Faz muito tempo que vejo com extrema preocupação essas associações de caráter espúrio. Mais preocupado ainda fico ao ver alguns dos nossos cantores tradicionais – pessoas queridas – que perderam totalmente a sua identidade denominacional; passaram a ser meros cantores gospel – uma espécie de “geleca espiritual” – para os quais tanto faz alguém pertencer à Igreja Adventista do Sétimo quanto pertencer à Igreja do Cuspe de Cristo, ou a qualquer uma dessas outras religiões exóticas, contanto que seja “sincero”.


Fonte: IASD em Foco


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