O Que Há de Errado com a Igreja do Século 21? – Parte 2

por: Robert Klenck

Diaprax na Igreja

Qual é o “Novo modo de fazer igreja”?

A utilização de técnicas modernas de marketing pela igreja, de modo a atrair e manter um grande número de pessoas (atendendo às ‘necessidades sentidas’ delas). A igreja então ‘converte’ essas pessoas e as ‘discipula’ por meio do uso de técnicas da administração organizacional moderna (estilo Gerenciamento da Qualidade Total), para que elas possam produzir transformações na comunidade e no mundo.

Os membros da igreja, tornam-se assim agentes de mudança social, ou ‘agentes de transformação’. Este tratado revelará a origem e direção da “transformação” pela qual a igreja está passando e depois reproduzindo na comunidade e no mundo.

“Os pastores são provavelmente o grupo mais subestimado de agentes de transformação hoje.” – Rick Warren [1]

A maior parte deste tipo de igrejas é ‘plantada’ após uma pesquisa ser realizada na cidade ou no bairro. As ‘necessidades sentidas’ da comunidade são então compiladas e a igreja é modelada de modo a atender a essas necessidades. Dois dos proponentes mais proeminentes desse estilo de igrejas, o rev. Bill Hybels, fundador da Igreja da Comunidade de Willow Creek, em South Barrington, Illinois, e o pastor Rick Warren, fundador da Igreja da Comunidade de Saddleback, em Mission Viejo, Califórnia, ambos os quais prontamente admitem terem sido influenciados por Robert H. Schuller, fundador da Catedral de Cristal, em Orange, Califórnia, com relação à utilização de pesquisas na comunidade. [2 e 3] Rick Warren admite estar apenas interessado em atender às necessidades dos incrédulos em suas pesquisas, quando diz: “Eu não queria enviesar a pesquisa com as opiniões dos crentes” [4] Eis então a questão: É aceitável modelar uma igreja com base nas necessidades sentidas dos incrédulos, quando o apóstolo Paulo diz que a função da igreja é aperfeiçoar e edificar os santos? [Efésios 4:11-12]

Além disso, devemos usar pesquisas de opinião e técnicas mundanas para nos tornarmos mais atraentes para as massas? [I Coríntios 1:20 e Romanos 12:2]

O que mais é visto nestas igrejas? Lugares reservados para os visitantes estacionarem seus carros e inúmeros introdutores que recebem os visitantes com sorrisos e apertos de mão na entrada. Por quê? Porque as pesquisas de opinião mostraram que as pessoas decidem nos primeiros oito minutos, se retornarão ou não à igreja, de modo que fazer uma boa impressão inicial é muito importante.

E quanto à apresentação e à mensagem? As igrejas freqüentemente não têm quaisquer símbolos religiosos, como cruzes, vitrais, bancos, etc. de modo a deixar os descrentes mais à vontade e o ambiente ‘menos intimidante’. Lembre-se: a cruz é uma ofensa [Gálatas 5:11] e a pregação da cruz soa como loucura, uma tolice para aqueles que estão perecendo. [I Coríntios 1:18] O ambiente é visualmente estimulante, freqüentemente com diversos telões de vídeo, apresentações teatrais, danças e esquetes para retratar ‘conceitos bíblicos’. Normalmente, os pastores vestem camisetas pólo como forma de deixar a audiência à vontade, andam de um lado para outro enquanto falam usando microfones portáteis – em suma, o ambiente é muito informal e cheio de atrações. Os pastores distribuem folhas com perguntas e espaços a serem preenchidos durante a mensagem – isso faz com que raramente as pessoas levem suas Bíblias à igreja. Múltiplas versões e traduções são usadas, de modo a dar a ‘interpretação’ correta à mensagem e a tradução King James Version (ou a Almeida Corrigida e Fiel) normalmente é evitada devido à ‘dificuldade dos novatos em compreendê-la’ e à mensagem com ‘verdades duras’ que ela traz. A pregação é significativa, no sentido que muito é deixado de fora e, com todas as atrações oferecidas, é difícil para a pessoa comum discernir o que está faltando. O amor e a graça de Jesus são enfatizados, freqüentemente Sua divindade é minimizada e o fato de Ele ser um juiz justo normalmente é evitado. O pecado freqüentemente é caracterizado como ‘agir errado’, ‘fazer escolhas erradas’ e ‘cometer enganos’. Nos livros de Rick Warren [5] e Bob Buford [6], os pronomes Ele e Dele, quando referem-se a Jesus Cristo no meio de uma frase não são colocados em maiúsculas, novamente diminuindo Sua divindade. Rick Warren diz como prepara um sermão:

Primeiro ele considera: “Para quem estarei pregando? … Em seguida, considero quais são suas necessidades, sofrimentos e interesses, e então faço uma segunda pergunta: ‘O que a Bíblia diz sobre as necessidades delas?'” … Uma vez que ele examina o que a Bíblia diz sobre o assunto, pergunta a si mesmo: ‘Qual é o modo mais prático de dizer isto? Qual é o modo mais positivo de dizer isto? Qual é o modo mais encorajador de dizer isto? Qual é o modo mais simples de dizer isto? Qual é o modo mais pessoal de dizer isto? Qual é o modo mais interessante de dizer isto?” [7]

Em outras palavras, ele coloca sua própria ‘entonação’ na Palavra de Deus de modo a agradar aos ouvidos das pessoas para quem estará falando. Isto é o contrário do plano de Deus, que deseja que Sua verdade seja levada aos homens pecadores por Seus mensageiros (os pastores). A palavra pastor também pode ser traduzida como um mensageiro. O verdadeiro pastor deve atuar como um mensageiro de Deus, levando a verdade e a mensagem de Deus para o povo, independente se aquilo é ou não o que o povo quer ouvir.

O resultado final é uma mensagem aguada, com meias-verdades do tipo ‘sinta-se bem consigo mesmo’ e nenhuma condenação ou convicção do pecado para os ouvintes. Aqueles que ‘aceitam a Cristo’ não estão aceitando o Cristo revelado na Palavra de Deus, mas, ao contrário, um falso Cristo, um Cristo somente de graça e de amor, e não de julgamento, que existe para atender às necessidades e sarar as feridas das pessoas. Jesus torna-se um servo deles, em vez de eles se tornarem servos de Cristo.

“Discipulado”

Uma vez que uma pessoa professe fé em Cristo e queira se tornar membro de uma dessas igrejas, ela é colocada em um caminho de ‘discipulado’. Freqüentemente, o caminho tem quatro estágios e segue um modelo formado por círculos concêntricos. Pactos ou compromissos são assinados em cada nível – a assinatura de pactos não é bíblica (Mateus 5:33-37). As pessoas são obrigadas a prometer que não farão fofocas (a avaliação crítica dos programas que estão sendo implementados nessas igrejas é considerada fofoca) e a seguir os líderes sem questionamentos:

“Se você estiver ajudando a remar, não terá tempo para sacudir o barco” – Rick Warren [8]

“Questionários de Avaliação dos Dons Espirituais” são distribuídos, que não são nada mais que levantamentos do perfil psicológico dos membros. Todos os proponentes desses questionários, como Rick Warren, Bob Bufford (fundador da Rede de Liderança) e Peter Drucker acreditam que Deus usa as pessoas em suas áreas de especialidade, de modo que a idéia é identificar os pontos fortes de cada uma e então direcionar as pessoas para os ‘ministérios’ apropriados.

“O pastor, como um gerente, tem de identificar os pontos fortes e as especializações das pessoas, colocá-las nos lugares certos, equipá-las para o serviço e habilitá-las a trabalhar no todo harmonioso e produtivo conhecido como o corpo de Cristo.” – Peter Drucker [9]

Na melhor das hipóteses, isso é meramente uma questão de qualificar as pessoas para a tarefa, o que não é uma ação dirigida pelo Espírito Santo. Na pior das hipóteses, é manipulação. Deus usa as pessoas em suas áreas de fraqueza, não de força, para que Ele possa ser glorificado. [1 Coríntios 12:8-10]

Os membros da igreja assinam pactos que requerem que eles participem em grupos pequenos. Os ‘estudos bíblicos’ em grupos pequenos não são sessões de ensino didático com um instrutor, mas ao contrário, são ‘encontros dialéticos facilitados’ em que a sólida verdade bíblica absoluta será a vítima. Isso será melhor discutido daqui a pouco.

Existe um par de outros fenômenos que ocorrem nos grupos pequenos. O primeiro é o vínculo, para que as pessoas se sintam ‘plugadas’ nessas grandes ou mega-igrejas.

“Os grupos pequenos são o modo mais eficiente de fechar a porta de trás de sua igreja.” – Rick Warren [10]

Em segundo lugar, a participação nos chamados grupos de ‘responsabilidade’ é freqüentemente exigida nos compromissos assinados. A confissão regular e completa de todos os pecados a um líder ou parceiro de prestação de contas tem dois efeitos: Primeiro, a prestação de contas temporal a outro homem leva a uma mudança no pensamento do confessor para longe da noção que ele/ela está na presença constante de Deus e é responsável diante Dele somente para se preocupar com o que o parceiro de prestação de contas pensará ou dirá sobre qualquer pensamento ou ação em particular. Em segundo lugar, há uma lavagem cerebral que ocorre com a confissão, levando à submissão ao confessor.

“Alguma coisa intríseca no comunismo torna esse fenômeno da confissão indispensável para ele; ele não pode existir sem ele… O significado na confissão então, como os vermelhos agora a usam, é concordância com as regras definidas e, portanto, submissão à hierarquia existente.” – Edward Hunter [11]

Em Tiago 5:16, somos instruídos a confessar nossas falhas uns aos outros – com o coração contrito, admitindo nossa natureza pecaminosa, mas não é para confessarmos todos os nossos pecados de forma regular para outro homem. “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.” (I Timóteo 2:5)

Rick Warren admite que tem usado sua igreja como um laboratório de pesquisa do comportamento humano:

“A Igreja de Saddleback é como o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da igreja como um todo. Não temos medo dos fracassos. Sempre experimentamos mais coisas que não funcionaram do que funcionaram. De quando em vez descobrimos – geralmente por acidente – algo que funciona. Então ensinamos os seminários e fingimos que planejamos aquilo tudo, quando na realidade foi apenas o resultado de tentativa e erro.” (risos) [12]

A Rede de Liderança e Peter Drucker

A Leadership Network (Rede de Liderança) é uma grande firma de consultoria para as igrejas que promove ativamente a igreja do século 21. Seu fundador é Bob Buford, que também fundou a Fundação Peter F. Drucker Para Administração de Organizações Não-Lucrativas. Buford refere-se a Peter Drucker como o “homem que formou minha mente”. [13] O pastor Rick Warren, ao endossar o livroA Arte de Virar o Jogo no Segundo Tempo da Vida, de Buford, escreveu: “Quero que todo homem em minha congregação leia esta inspiradora história.” [14] Essa “inspiradora história” é sobre a crise de meia-idade na vida de Buford. No Capítulo 5, Buford detalha como ele, sua mulher e um ateísta (Mike Kami) passaram uma semana em uma casa de praia e como esse ateísta o ajudou a reordenar suas prioridades para que ele pudesse gastar melhor o resto de sua vida servindo ao Senhor.A Arte de Virar o Jogo no Segundo Tempo da Vidatambém é endossado por Steven Covey, um mórmom que organizou o Fórum Estado do Mundo com Gorbachev, que ocorreu simultaneamente com o Encontro do Milênio da ONU em Nova York, em setembro de 1999. No segundo capítulo desse livro, Buford admite que nunca teve uma experiência cristã de conversão, pois “Recebi o dom da fé em uma idade tão precoce que não me lembro de ter vivido sem ela.”

A Missão da Rede de Liderança é “acelerar o surgimento da igreja do século 21” e esse paradigma emergente (da igreja do século 21) não está centrado na teologia, mas ao contrário, está focado na estrutura, na organização e natransiçãode uma igreja baseada institucionalmente para uma igreja orientada para a missão. (ênfase adicionada)” [15]

A Young Leader Networks (Redes de Líderes Jovens), afiliada à Rede de Liderança, sob o título “People We Connect” diz que eles conectam “Teólogos que constroem novas teologias que surgem com a prática” e que “Precisamos de sua ajuda para nos movermos para essa ‘nova era’ de ministério construído com base em várias experiências e expressões” (ênfase adicionada) “Nossa visão é contextualizar nossa mensagem … por pregação narrativa em vez da proposicional. … dentro da estrutura dos relacionamentos. Preferimos os meios da arte, da expressão e da experiência, em vez de um sermão de 95 pontos usado pelas gerações anteriores para comunicar a verdade.” (ênfase adicionada) [16]

Peter F. Drucker, que aparece de forma proeminente neste movimento, afirma ser um episcopal, mas suas visões são claramente mais coerentes com o humanismo ateísta. À revista Forbes, ele disse:

“… uma disciplina social, como a administração, lida com o comportamento das pessoas e das instituições humanas. O universo social não tem ‘leis naturais’ como as ciências físicas. Portanto, ele está sujeito à mudança contínua. Isso significa que nossos pressupostos que eram válidos ontem podem se tornar inválidos e, na verdade, totalmente enganosos em bem pouco tempo.” [17]

Portanto, ele não acredita que existam quaisquer absolutos morais e diz que qualquer pessoa que acredita que existam absolutos morais pode estar equivocada. O reitor indicado pelo Dr. Drucker na Claremont Graduate University declarou: “Ele muda conforme o mundo muda.” e “Peter Drucker enfatiza constantemente que a administração é um empreendimento humano.” [18] Deve a igreja seguir os conselhos de administração de um homem que não acredita em absolutos morais e que “muda conforme o mundo muda”? Os humanistas acreditam na evolução, negam a existência de Deus, negam a Criação e acreditam que precisamos olhar para o homem para podermos solucionar todos os problemas do mundo. [19] O pensamento do Dr. Drucker segue essas mesmas linhas:

“Ele (Drucker) acredita nos pontos fortes humanos para enfrentar as fraquezas humanas. A ciência de descobrir esses pontos fortes, de adequá-los a uma estrutura produtiva, é o que Drucker chama de administração.” – revista Christianity Today [20]

“Assim, o setor social não-lucrativo é onde a administração hoje é mais necessária e onde a administração sistemática, baseada em princípios e na teoria pode produzir os maiores resultados mais rapidamente. Pense nos problemas enormes que estão diante do mundo – pobreza, cuidados com a saúde, educação, tensões internacionais – e a necessidade de soluções gerenciadas torna-se gritante e evidente.” [21]

Em termos gerais, o Dr. Drucker acredita que as técnicas de administração organizacional no estilo do Gerenciamento da Qualidade Total (TQM) solucionarão os problemas do mundo – sem a necessidade de Deus.

O Gerenciamento da Qualidade Total (TQM) e a Dialética Hegeliana

O Gerenciamento da Qualidade Total (TQM) está baseado na Dialética Hegeliana, inventada por Georg Wilhelm Freidrich Hegel, um marxista transformacional e um psicólogo social. [22] Em termos sucintos, o processo da dialética hegeliana funciona do seguinte modo: Um conjunto diverso de pessoas (na igreja, isso é uma mistura de crentes (tese) com incrédulos (antítese)), reunidas em um encontro facilitado (sob a liderança de um facilitador / instrutor / líder de grupo /agente de transformação), usando dinâmicas de grupo (pressão dos pares), para discutir uma questão social (ou dialogar a Palavra de Deus) e chegam a um resultado pré-determinado (o consenso, ou contemporização, ou síntese).

Quando a Palavra de Deus é dialogada (em vez de ser ensinada didaticamente) entre crentes e incrédulos, com múltiplas versões da Bíblia sendo utilizadas (o uso da King James Version [o equivalente inglês à versão Almeida Corrigida e Fiel] é desencorajado) e o consenso é alcançado – um acordo com o qual todos estarão satisfeitos – então a mensagem da Palavra de Deus é diluída em água e os participantes foram condicionados a aceitar (e até comemorar) a contemporização (a síntese). A nova síntese torna-se o ponto de partida (tese) para o próximo encontro e o processo da mudança contínua (a inovação) prossegue. O medo da alienação do grupo é a pressão que impede um indivíduo de permanecer firme e batalhar pela verdade da Palavra de Deus e essa pessoa normalmente permanece calada (auto-edição). O medo do homem (isto é, o medo da rejeição) é maior do que o temor a Deus. O resultado final é a “mudança de paradigmas” no modo como a pessoa processa as informações factuais.

Um exemplo: Quando alguém prova a um cristão que pensa de forma tradicional, que ele está errado em alguma informação factual (por exemplo, absolutos morais bíblicos), ele se rende aos fatos, admite seu erro e então se alinha com esses fatos. O cristão é trazido de volta à responsabilidade diante de uma autoridade superior (a Palavra de Deus). Como os absolutos morais bíblicos não mudam, as pessoas de mente tradicional, que aderem a esses absolutos imutáveis são rotulados como ‘resistentes às mudanças’ por aqueles que promovem esse ‘novo modo de fazer igreja’.

Por outro lado, os pensadores transformacionais, tendo feito a transição por meio desse processo dialético, quando provados errados com informações factuais, foram condicionados a processar as informações de forma diferente – eles automaticamente questionam os fatos e dialogam esses fatos entre si mesmos; seus corações enganosos rebelam-se contra os fatos e eles então começam a justificar para si mesmos e para os outros, por que não mais precisam atentar para os fatos, ou obedecer a uma autoridade superior. Eles processam e rejeitam os fatos e suas consciências tornam-se cauterizadas. Esse é o resultado natural do processo dialético – a cauterização das consciências. [1 Timóteo 4:1]

Os pensadores transformacionais são então capazes de justificar para si mesmos por que não estão mais presos aos absolutos morais bíblicos. Veja, hoje as pessoas estão dizendo que a mensagem da Bíblia não se aplica à cultura humanista atual – que ela precisa ser interpretada à luz da cultura atual. Em um certo sentido isso é verdade – por exemplo, a escravidão era comum na Antigüidade, etc. Entretanto, esse movimento leva a coisa muito mais longe e, por meio do processo da ‘transformação’ contínua e incremental (usando a dialética hegeliana repetidamente, com a última síntese tornando-se a nova tese – a base dos ‘novos fatos’, ou a ‘nova realidade’), de forma gradual e incremental a Palavra de Deus é mudada de seu intento original e eventualmente é interpretada para significar algo contrário ao seu objetivo original.

Esse é o processo que todos os pecadores usam ao tentar justificar sua rebelião para si mesmos e para os outros. A rebelião é sutil a princípio – simplesmente mover-se para longe do modo tradicional de ‘fazer igreja’, mais tarde para a ordenação de mulheres pastoras e, eventualmente, chega ao ponto de ordenar mulheres pastoras lésbicas, etc. Esse é o resultado final do processo da “transformação contínua”. Na Alemanha, o processo dialético hegeliano foi utilizado de forma a reordenar o processo de pensamento da sociedade e o resultado foi o extermínio de seis milhões de judeus.


Referências

1. http://www.emcced.ca/pdc.htm (em 04/04/08 este link não estava ativo)

2, Willow Creek Seeker Services, G. A. Pritchard. Copyright © 1996 by G. A. Pritchard. Baker Book, uma divisão da Baker Book House, Grand Rapids, MI.

3. Uma Igreja com Propósitos, Rick Warren, Editora Vida, pg 190 no original.

4. Ibidem

5. Ibidem

6. Halftime(A Arte de Virar o Jogo no Segundo Tempo da Vida), de Robert P. Buford, Zondervan Publishing House.

7. http://ministryonline.com/churchgrowth/warren.htm (em 04/04/08 este link não estava ativo)

8. Warren, pg 86 no original.

9. “The Business of the Kingdom”,Christianity Today, Volume 43, No. 13, 15 de novembro de 1999.

10. Warren, pg 327 no original.

11. Brainwashing: from Pavlov to Powers, Copyright 1960, Edward Hunter. The Bookmailer, Inc. Linden, New Jersey, pg 237.

12. http://www.ctlibrary.com/le/1997/summer/7l3022.html (visitado em 04/04/08)

13. Buford, dedicatória deA Arte de Virar o Jogo no Segundo Tempo da Vida.

14. Buford, endossos.

15. http://www.leadnet.org/bwhoweare.html (em 04/04/08 este link não estava ativo) [*]

16. http://www.youngleader.org/People/people/htm (em 04/04/08 este link não estava ativo)

17. “Management’s New Paradigms”,Forbes, 5 de outubro de 1998.

18. Daily Bulletin, 4 de novembro de 1999. “Dignitaries to fete Drucker at age 90”.

19. http://www.humanist.net

20. “The Business of the Kingdom”,Christianity Today, Volume 43, No. 13, 15 de novembro de 1999.

21. “Management’s New Paradigms”,Forbes, 5 de outubro de 1998.

22. Gotcher, Dean: Traditional, Transitional, Transformational OBE (Outcome-Based Education) / STW (School-to-Work) / TQM (Total Quality Management). Video – (626) 859-4073.


Fonte: http://www.espada.eti.br/klenck-2.asp


Nota dos Editores do Música Sacra e Adoração

[*] – A página atual descritiva da missão da Leadership Network está disponível em http://www.leadnet.org/about_OurMission.asp, mas não contém os dizeres citados no texto, provavelmente devido a atualizações feitas depois que o texto foi escrito.


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