A Verdadeira Adoração – Pensamentos

Especial Liturgia — 4 de novembro de 2013 3:00 am

“Adoração é o coração da vida e obra de uma igreja. É o principal recurso e a inspiração sob a qual se projeta todo o seu programa. Nela, Deus Se torna real e os valores de Seu reino passam a ser supremos. Consequentemente, a qualidade da adoração influirá, mais que qualquer outra coisa, sobre o desenvolvimento e o ambiente espiritual da igreja” (W. T. Campbell).


“O culto a Deus não é um fim em si mesmo, quer seja aqui ou no Céu, a menos que conduza ao culto mais agradável, de uma vida pura e uma ação harmoniosa para o bem no mundo. A igreja que adora deve ser a igreja que trabalha. É sobre os joelhos que poderá se erguer e colocar-se de pé. O culto só se aperfeiçoa pelo trabalho” (Tiago Black).


“A verdadeira reverência para com Deus é inspirada por um sentimento de Sua infinita grandeza, e de Sua presença. Com esse sentimento do Invisível, todo coração deve ser profundamente impressionado” (Ellen G. White).


“Não conseguimos a centésima parte das bênçãos que devemos obter das nossas reuniões de culto a Deus. Nossas faculdades perceptivas precisam ser aguçadas. A comunhão mútua deve encher-nos de regozijo. Com a esperança que temos, por que não há de nosso coração entusiasmar-se com o amor de Deus?” (Ellen G. White).


Fonte: Revista Ministério, julho/agosto 2013, p. 33


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