Ellen White Era Contra a Bateria na Música Sacra? – Uma Resposta – Referências

[i] O chamado Movimento da Santidade (Holiness Movement) que surgiu entre os Evangélicos nos Estados Unidos em meados de 1840 fez incursões no Adventismo desde os seus primórdios. Um de seus instrumentos de propagação eram os cultos do Exércio da Salvação. A Carne Santa era apenas mais uma dessas várias tendências perfeccionistas e carismáticas do Adventismo. Veja White Estate: Theologial Crises http://www.whiteestate.org/.

[ii] Mensagens Escolhidas, vol. 2 p. 31.

[iii] Arthur L. White, The Early Elmshaven Years (Review and Herald Pub.Assn. 1981), vol. 5, p. 102.

[iv] Essas manifestações não eram novas e seu ressurgimento apresentavam um perigo de que o Adventismo se tornasse um movimento carismático. Ainda na época do desapontamento de 1844, Ellen White também presenciou um culto estranho e caótico onde instrumentos também eram mal utilizados. Veja Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 34, no original inglês: “One could not tell what was piped or what was harped” (I Cor. 14:7), uma possível alusão a instrumentos traduzido na versão em português como: “Não se podia distinguir uma coisa da outra.”

[v] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 36. É recomendável a leitura do livro Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 31-39 para melhor entendimento deste estudo. Ele poder ser lido aqui http://www.ellenwhitebooks.com/?l=28&p=31]

[vi] Ibid., vol. 1, p. 57.

[vii] George Knight. Reading Ellen White (Review and Herald) 1997.

[viii] Pensar que Ellen White, com 73 anos de idade viajou por semanas de navio, trem e carroça apenas para combater a percussão na música adventista é um barateamento infeliz de seu ministério.

[ix] Arthur L. White, The Early Elmshaven Years (Review and Herald Pub.Assn. 1981), vol. 5, p. 100.

[x] Manuscript Releases, vol. 21, p. 238. Em inglês “shouting” descreve brados em louvor a Deus, como um “Aleluia!” ou “Glória a Deus!” O uso do termo vem do Salmo 98:4: “Shout to the Lord!”. Essa prática adventista primitiva foi discutida no artigo “Glory!Glory! Glory! When Adventists shouted for joy” por Ron Graybill. Adventist Review 164:40 (1 de Outubro de 1987), p. 12-13.

[xi] Evangelismo, p. 150.

[xii] Patriarcas e Profetas, p. 705. Címbalos eram instrumentos de percussão usados no Templo e na adoração israelita e que foram incluídos na bateria com o nome de “pratos”.

[xiii] O Lar Adventista, p. 408.

[xiv] Patriarcas e Profetas, p. 707.

[xv] Arthur L. White, The Early Elmshaven Years (Review and Herald Pub. Assn. 1981), vol. 5, p. 104.

[xvi] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 36.

[xvii] Ibid., p. 37, 38.

[xviii] Evangelismo, p. 150;

[xix] Review and Herald, 20/01/1853, p. 140.

[xx] Talvez a coisa mais próxima desse “trovão” seja o furor de milhares de vozes de um estádio de esportes quando se faz um ponto: o som é ensurdecedor, todo-envolvente, irresistível. A volta de Jesus também será acompanhada pelo fortíssimo brado de um arcanjo (1Tess. 4:1).

[xxi] Ainda usando a analogia do estádio de esportes, por que nós adventistas não vemos problema em gritar “Gol!” a todos os pulmões quando nosso time marca um, mas nos escandalizamos com um “Aleluia!” ou “Glória a Deus!” na Igreja? É necessário um estudo mais profundo sobre o “gritar em adoração” à luz da Bíblia e da história da Igreja Adventista.

[xxii] The Voice in Speech and Song, p. 424. Ela não reprova todos os movimentos indiscriminadamente tais como gestos suaves e que ressaltem as palavras e sim os movimentos bruscos e estranhos dos músicos e pastores. Paulo recomenda levantar as mãos nas reuniões cristãs (1 Timóteo 2:8) e Davi cantava o Salmo 28 levantando as mãos a Deus (Salmo 28:2).

[xxiii] Site oficial do Ellen White Estate:http://www.whiteestate.org/.

[xxiv] The Youth’s Instructor, 22 de dezembro de 1886.

[xxv] The Review and Herald, 1 de Junho de 1897; 22 de Junho de 1882; Patriarcas e Profetas, p. 610, 704. Veja 2 Samuel 6; 1 Sam. 10:10; Êxodo 15:20.

[xxvi] Arthur Patrick. Early Adventist Worship, Ellen White and the Holy Spirit:-Preliminary Historical Perspectives. http://www.sdanet.org/atissue/discern/flesh.htm

[xxvii] Historical Dictionary of Seventh-day Adventists, p. 205.

[xxviii] Historical Sketches of the Foreign Missions, p. 195.

[xxix] Evangelismo, p. 507.

[xxx] Testimonies, vol. 6, p. 62.

[xxxi] Ibid., pp. 150, 503.

[xxxii] Tentar desqualificar a bateria porque é usada na música rock ignora o fato de que o piano e o órgão são instrumentos centrais na música rock, jazz e country, entretanto não parece haver a mesma preocupação em se retirar esses instrumentos da música adventista.

[xxxiii] Isaías 5:11-12: “Ai dos que se levantam cedo para correrem atrás da bebida forte e continuam até a noite, até que o vinho os esquente! Têm harpas e alaúdes, tamborins e pífaros, e vinho nos seus banquetes; porém não olham para a obra do Senhor”. As harpas que eram usadas no Templo estavam também nas festas seculares que incluíam também a prostituição. Portanto, esses instrumentos não são necessariamente “sacros” e nem maus por natureza.

[xxxiv] Ed Christian, Make a Joyful Noise: A Sensible Look at Christian Music, p. 75-76. Se formos traçar paralelos entre a Igreja e Templo, precisamos ser consistentes. A Igreja precisa ter somente homens oficiando, ela precisa ser dividida em dois compartimentos, a congregação não entra nela e precisa haver sacrifícios de animais. Não posso escolher o que é modelo por conveniência. Por essa razão, o Templo em seus rituais é paralelo somente com o Santuário no céu (Heb. 9) e não da Igreja, porque os dois têm funções diferentes. O que ocorre na Igreja é mais próximo ao que acontecia nas reuniões da Igreja primitiva, onde a palavra era pregada e havia hinos e canções espirituais, levantar de mãos por toda a congregação e convívio social. (Col. 3:16; Efé. 5:19, 20). Se insistirmos no paralelo, então usemos somente os instrumentos listados em 1 Crônicas e a música deve ser mais próxima do estilo judaico, de preferência em hebraico!

[xxxv] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 36.

[xxxvi] Gênesis 31:27; 1 Samuel 10:5-6; Jó 17:6, 21:11-14; Salmo 81:2; Isaías 24:8; Jeremias 31:4; Ezequiel 28:13. (Certas traduções da Bíblia mencionam o tamborim como fazendo parte do caráter musical de Lúcifer em seu estado não caído em Ezequiel 28:13). Parte do argumento pela proibição da percussão é a tentativa de traçar uma distinção entre a adoração que ocorria nas festividades e a adoração no Templo. Essa dicotomia artificial ignora o fato de que Deus aceitava tanto a adoração no Templo como as festas onde se celebrava os atos divinos com tambores, pandeiros, címbalos e dança.

[xxxvii] “Vi que havia grande necessidade de mais energia nas reuniões dos que guardam os mandamentos.” EGW Manuscript 3, 1853(Manuscript Releases vol 5, p. 424). Em 1845, Ellen White assistiu a um culto onde a adoração foi tão vibrante e o volume tão alto que chamaram a polícia para prender o líder do grupo, Israel Damman. Ellen White, porém, que estava presente, falou que o poder de Deus estava lá. (Spiritual Gifts, vol. 2, p. 40). Tiago White cantava batendo o ritmo dos hinos na sua Bíblia (William A Spicer, Pioneer Days of the Adventist Movement, p. 147). Veja também Evangelismo, p. 507, Patriarcas e Profetas, p. 523.

[xxxviii] Bacchiocchi em seu livro O Cristão e a Música Rock (p. 223) rejeita o uso de instrumentos de percussão dos Salmos 149-150 porque os considera não-literais. Essa interpretação não é aceita por comentáristas do livro de Salmos, nem mesmo Ellen White. Se os tamborins e a dança não são literais, então todos os outros precisam ser figurativos também e ficaríamos sem música na adoração.

[xxxix] Condenar algo que a Bíblia aprova, i.e., percussão no louvor, é cair num dos “ais” de Isaías: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que põem as trevas por luz, e a luz por trevas, e o amargo por doce, e o doce por amargo!” (Isa. 5:20).

[xl] Testimonies, vol. 9, p. 144.

[xli] Ibid., vol. 6, p. 116.

[xlii] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 37, 38.

[xliii] The Seventh-day Adventist Hymn and Tune Book for Use in Divine Worship. (Review and Herald, 1893).

[xliv] Garden of Spices: A Choice Collection for Revival Meetings, Missionary Meetings, Rescue Work, Church and Sunday Schools. (Indianapolis: Grace Pub Co.) 1900.

[xlv] Note que essa tática era comum na igreja Adventista desde os primórdios. Urias Smith e outros pioneiros adaptaram várias canções populares com letra sacra para o hinário adventista da época. James Nix explora bem essa questão em Early Advent Singing (Review And Herald, 1994) p. 119. Dois exemplos são a melodia de Stephen Foster de 1851, “Way Down Upon the Suwanee River” que tornou-se “Da Linda Pátria Estou Mui Longe” e a canção romântica “Bonny Eloise”, “Quão Doces São as Novas”. No Hinário Adventista, dois exemplos: “Oh, Fronte Ensangüentada” vem de “Mein G’muth ist mir verwirret”, canção romântica do século 18 usada por Bach com letra sacra; e “Há Um País”, melodia popular irlandesa “Londonderry Air” ou “O Danny Boy”. Obviamente isso não é licença para se usar qualquer estilo de melodia popular com letra sacra, pois isso estaria caindo num extremo de interpretação que Ellen White evitava a todo custo.

[xlvi] Outros argumentos citam a resposta de plantas à música rock, a percussão sendo usada em rituais satânicos ou a influência do ritmo em alterar batimentos cardíacos, entre muitos outros. Mas plantas não são gente e os batimentos cardíacos se alteram constantemente durante o dia quando levantamos, sentamos, corremos, dormimos, e até mesmo quando ouvimos música clássica. Condenar a percussão porque é usada em rituais satânicos, xamânicos etc., é equivalente a condenar o uso da TV para evangelismo porque ela é usada secularmente para promover a violência e a pornografia. Afinal, ninguém está usando a percussão na música cristã para promover possessões demoníacas ou rituais satânicos. Também problemático é o repúdio do estilo de vida de roqueiros e músicos seculares para demonizar a bateria e percussão. O fato é que, com poucas exceções, os compositores da música erudita dos séculos 17-20, que é tida como única aceitável na adoração hoje por muitos, tiveram vida desregrada, espiritualística e promíscua também. Parece que há grande necessidade de repensar as implicações dos argumentos usados contra a percussão.

[xlvii] Ellen White relata ter ouvido “a mais linda música instrumental” numa praça pública na Suíça (Manuscrito 33, 1886) mas não temos detalhes específicos de que música era. Por ser uma reunião social pública, a música era possivelmente alguma valsa vienense popular no período ou outra música celebrativa de Mozart ou Haydn. Seguramente não era música sacra, era música secular. Em outra ocasião ela menciona ter ouvido linda música vocal (Carta 8, 1876). Note que nesses relatos, ela não procura traçar nenhum paralelo entre a música secular erudita com a música sacra, embora essa fosse uma ótima oportunidade para que ela delineasse similaridades desejáveis de ambas.

[xlviii] Patriarcas e Profetas, p. 591; Evangelismo, p. 505-8, 512; Educação, p. 39; Manuscript Releases vol 5, p. 424.

[xlix] Evangelismo, p. 510, 512. Ela preferia não incluir músicos profissionais que aparentemente ofereceriam música de “alta qualidade” no culto mas que não estivessem imbuídos do espírito da adoração. Essa regra não é inflexível, pois ela dispôs de músicos não-adventistas também.

[l] Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 57.

[li] Ibid., p. 36-37.

[lii] Arthur L. White, The Early Elmshaven Years (Review and Herald Pub.Assn. 1981), vol. 5, p. 104.

[liii] Testimonies, vol. 1, p. 232. O fanatismo em Wisconsin tinha elementos semelhantes ao da Carne Santa onde havia balbúrdia e confusão. Ainda na época do desapontamento de 1844, Ellen White também presenciou um culto estranho e caótico. Veja Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 34.

[liv] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 36, 34.

[lv] Review and Herald, 30/04/1901, p. 10

[lvi] Em maio de 1856, Ellen White profetizou que alguns em sua audiência seriam “comida de vermes” e outros passariam pelas sete pragas e outros ainda seriam trasladados na segunda vinda de Jesus. Obviamente, isso era uma profecia condicional. Veja Testimonies for the Church, vol. 1, pp. 131-132.

[lvii] Mensagens Escolhidas, vol. 2, p. 35.

[lviii] Manuscript Releases, p. 34.

[lix] Maranata, p. 30.

[lx] The Paulson Collection, p. 11.

[lxi] Pamphlet 151.

[lxii] Letters to Sanitarium Workers in Southern California (1905), p. 22.

[lxiii] Eventos Finais, p. 173.

[lxiv] Manuscript Releases, vol. 1, p. 47.

[lxv] Review and Herald, 5 de Dezembro de 1907.

[lxvi] Eventos Finais, p. 72

[lxvii] The Ellen White 1888 Materials, p. 1491.

[lxviii] Eventos Finais, p. 134.

[lxix] Veja Evangelismo, p. 594, 600.

[lxx] Um ponto importante no entendimento de Ellen White sobre a adoração é que a mera ausência de “balbúrdia e ruído” ou êxtase não implica necessariamente em um culto verdadeiro. O culto da Igreja Católica Apostólica Romana, que por 1260 anos na Idade Média lançou por terra as verdades da Bíblia, utilizava apenas o melhor da música da época, o Canto Gregoriano e não apresentava nenhum desses elementos da Carne Santa, muito menos a percussão. No entanto sobre a música do culto católico, ela diz: “A música é excelente. As belas e graves notas do órgão, misturando-se à melodia de muitas vozes a ressoarem pelas elevadas abóbadas e naves ornamentadas de colunas, das grandiosas catedrais, não podem deixar de impressionar a mente com profundo respeito e reverência. Este esplendor, pompa e cerimônias exteriores, que apenas zombam dos anelos da alma ferida pelo pecado, são evidência da corrupção interna. – O fulgor do estilo não é necessariamente índice de pensamento puro, elevado. Altas concepções de arte, delicado apuro de gosto, existem amiúde em espíritos que são terrenos e sensuais. São freqüentemente empregados por Satanás a fim de levar homens a esquecer-se das necessidades da alma, a perder de vista o futuro e a vida imortal, a desviar-se do infinito Auxiliador e a viver para este mundo unicamente.” O Grande Conflito, p. 566-567.

[lxxi]

[lxxii] Lake Union Herald, 1915, 14 de Abril 1915, p. 8.

[lxxiii] Ibid, 1931, vol. 23, n. 43, p. 2.

[lxxiv] Columbia Union Visitor, 29 de novembro de 1934, p. 6.

[lxxv] Lake Union Herald, 22 de setembro de 1953, p. 1.

[lxxvi] Review and Herald, 21 de Junho de 1966, p. 3-4.

[lxxvii] Review and Herald, julho de 1970, p. 21.

[lxxviii] Ministry, julho de 1974, p. 21.

[lxxix] Embora haja uma advertência quanto a contextualizar a passagem na p. 159 do Eventos Finais, a citação é usada de maneira universal para a igreja.

[lxxx] Knight explora várias dessas descontextualizações de Ellen White que levam a interpretações extremas. George Knight. Reading Ellen White. (Review and Herald). 1997

[lxxxi] Testemunhos para Ministros, p. 227-228.

[lxxxii] Fundamentos da Educação Cristã, p. 378.

[lxxxiii] Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 43.

[lxxxiv] Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 202.

[lxxxv] Veja Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 176.

[lxxxvi] Review and Herald, março de 1868, citado em Reading Ellen White (George Knight), p. 73.

[lxxxvii] George Knight. Reading Ellen White, pp. 74.

[lxxxviii] O uso da bateria requer o mesmo critério aplicado ao piano, por exemplo, quando é parte de uma orquestra ou banda no que se refere à equalização, natureza da música sendo tocada, se suave ou exultante, clímax e relaxamento da música, entre outros aspectos a serem explorados pelo ministro de música juntamente com sua equipe.

[lxxxix] Afinal, a música que muitos consideram como a única aceitável na adoração hoje, um dia foi contemporânea também!

[xc] Seeking a Sanctuary: Seventh-day Adventism and the American Dream (2nd ed.). Bloomington,Indiana: Indiana University Press. 2006. pp. 221.

[xci] Sobre o “mal do culto formal”, veja Evangelismo, p. 507; Patriarcas e Profetas, p. 523; Review and Herald, 1 de Junho, 1886; EGW Manuscript 3, 1853; Testimonies, vol. 9, pp. 143-144.

[xcii] Arthur Patrick, Later Adventist Worship, Ellen White and the Holy Spirit:”Further Historical Perspectives. Publicado na revista At Issue online:http://www.sdanet.org/atissue/discern/flesh.htm.

[xciii] http://letstalk.adventist.org/q_a/pop_culture_society/entertainment_music.html

[xciv] http://news.adventist.org/2005/09/worl-church-youth-wome-eee-i-church-life-miistry-paulse-says.html

[xcv] J. David Newman, Is Ellen White Opposed to Contemporary Music? p. 5. (Online no sitehttp://www.lookingforachurch.org/). O papel das emoções no culto Adventista precisa ser novamente explorado na visão de Ellen White para que o repúdio dessas não leve ao culto formal e sem vida que ela chamou de “um mal”, ou que uma ênfase em sua preeminência crie o canteiro onde tendências carismáticas tomem raízes.

[xcvi] Veja Testimonies, vol. 9, pp. 143-144; The Voice in Speech and Song, p. 292.

[xcvii] 1 Coríntios 12:6. Veja Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 21-22.


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