O Culto – Capítulo 11

por: Rev. Onézio Figueiredo [1]

Estética dirigencial

Não foi sem motivo que Deus determinou que os sacerdotes se vestissem adequadamente, e até com requinte e luxo, para as celebrações litúrgicas. Não se requerem hoje vestes sacerdotais, mas a dignidade da pessoa de Cristo, Senhor e cabeça da Igreja, exige do dirigente indumentária decente, digna, discreta, respeitosa. Como o símbolo moderno de respeito é o terno com camisa social e gravata, que assim se vistam o dirigente litúrgico e o pregador.

Não se esqueçam o pregador e o dirigente do culto de suas condições de servos de Cristo a serviço de Deus em nome da Igreja e com ela. A vestimenta inadequada do dirigente, além de ser desrespeitosa, é péssimo exemplo para a comunidade, que pode descuidar-se da indumentária, mirando-se em seus líderes, e acabar relaxando o comportamento na Igreja durante o culto. A veste descontraída induz à descontração. E mais, o templo deixa de ser verdadeiramente a Casa de Deus para se tornar, no entendimento dos agregados, apenas num local de reunião onde se tratam de assuntos religiosos, sociais, morais e políticos. O ambiente da Igreja e a reverência ao Salvador requerem vestimenta adequada, despida de qualquer apelação ao luxo exagerado e à sedução.


Notas:

[1] O presente texto foi escrito por um Reverendo da Igreja Presbiteriana. Por este motivo, o leitor encontrará algumas referências relacionadas ao culto de domingo, ou ainda alguns temas diretamente vinculados a esta denominação religiosa. Apesar deste detalhe, os editores do Música Sacra e Adoração compreendem que a leitura do texto do Reverendo Onézio Figueiredo é de suma importância para o contexto da adoração e do culto a Deus na Igreja Adventista do Sétimo Dia, justificando assim esta publicação.


Fonte: www.monergismo.com


Capítulo 12

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