Estudos Bíblicos: Adoração – Lição 12 – Adoração na Igreja Primitiva

Comentários de Ellen G. White


Texto Central: “Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.” (I Coríntios 13:1)


Sábado á Tarde

Quando o Espírito Santo foi derramado sobre a igreja primitiva, os irmãos amavam-se uns aos outros…. Aqueles primeiros Cristãos em termos numéricos eram poucos, não possuíam riquezas ou honras, no entanto exerciam uma poderosa influência. A luz do mundo irradiava deles. Eles eram um terror para os malfeitores onde quer que o seu caráter e as suas doutrinas fossem conhecidos. Por causa disso, eles eram adiados pelos ímpios, e perseguidos até à morte. – Signs of lhe Times, 18 de Janeiro de 1883.

Aqueles que se empenham hoje na obra da causa de Deus enfrentarão as mesmas provações que Paulo suportou no seu trabalho. Satanás, mediante a mesma obra presunçosa e enganadora, procurará desviar da fé os conversas. Serão introduzidas teorias com as quais não será sábio lidarmos. Satanás é um obreiro astuto, e suscitará falsidades subtis para obscurecer e confundir a mente e erradicar as doutrinas da Salvação. Os que não aceitam a Palavra de Deus tal como ela é, serão apanhados na sua armadilha. Necessitamos hoje de falar acerca da verdade com ousadia santa. O Seu povo deve ouvir, nos nossos dias, o testemunho dado à igreja primitiva pelo mensageiro do Senhor “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do Céu vos anuncie outro Evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema” (Gálatas 1:8). – Manuscript Releases, vol. 7, p. 357.


Domingo
Muitas “Provas”

Temos boas razões para louvar a Deus pois temos o registro inspirado que nos é dado no livro de Atos, uma narrativa da obra dos apóstolos. Temos a palavra segura da inspiração em relação à fundação da igreja Cristã. O livro dos Atos dos Apóstolos está cheio de instrução, luz e conhecimento. Como discípulos de Cristo, vivendo nos últimos dias, perto do fim da história da Terra, temos o mesmo trabalho a fazer de forma a preparar a Segunda Vinda de Cristo, tal como eles tiveram ao desenvolverem a igreja Cristã.

Quão gratos deveríamos estar pelo registro que os primeiros discípulos deixaram sobre a ressurreição do Salvador crucificado! Ele esteve entre eles, e confirmou as palavras que lhes tinha falado antes da Sua grande humilhação, do Seu sofrimento e da Sua morte. Com que imenso interesse ouviram os Seus ensinos, quando apareceu entre eles – um Salvador ressuscitado dos mortos! Eles tinham a certeza de que Ele era o Messias, o seu Redentor vivo. As palavras que Ele tinha preferido antes do Seu sofrimento, relativamente às cenas da Sua humilhação, do Seu julgamento e da Sua morte, foram palavras cujo significado eles não tinham compreendido. Não podiam crer no fato de que Pedro iria negá-l’O, que Judas iria trai-l’O, que seria rejeitado, açoitado e crucificado; mas tudo o que lhes tinha dito cumpriu-se, e olhavam para o seu Salvador ressuscitado com intenso amor e gratidão….

Cristo permaneceu com os Seus discípulos para convencê-los, para lhes explicar as profecias relacionadas com Ele, para que não houvesse qualquer hipótese de sobrevir a tentação ao cepticismo. Quando Ele se revelou a eles pela primeira vez, após a ressurreição, eles ficaram maravilhados e não podiam crer que Ele fosse o seu Salvador ressuscitado. Parecia-lhes demasiado bom para ser verdade. As suas esperanças e a sua fé tinham ficado enterradas no novo sepulcro de José com o seu Salvador morto; e qual não foi a sua surpresa e perplexidade quando Ele ressuscitou para Se encontrar com eles, tal como as Escrituras diziam.

Quando Jesus ressuscitou dos mortos, trouxe com Ele, da sepultura, uma multidão de cativos. Assim foi demonstrado o Seu triunfo sobre o príncipe deste mundo…. O Príncipe da vida saiu do túmulo, levando consigo uma multidão de cativos, triunfando sobre os poderes do inferno, e tornando claro perante os habitantes dos mundos não caldos que Ele tinha ultrapassado o derradeiro ato no drama do sofrimento do grande conflito entre Ele e as agências satânicas. Ele trouxe à luz a vida e a imortalidade, e criou um radioso e claro caminho entre a Terra e o Céu, para que aqueles que O recebem possam seguir pelo caminho que Ele indica.

Cristo veio à Terra para ser o portador do pecado, para sofrer pela transgressão do homem; não para salvar os homens nos seus Recados, mas como o Cordeiro de Deus, para remover os pecados do mundo. Aqueles que Ele tirou da sepultura foram como jóias recolhidas da Terra. Antes de ascenderem ao Céu, foram a Jerusalém e apareceram a muitos, e declararam que Cristo tinha ressuscitado dos mortos, e que eles “ressuscitaram com Ele”. O fato sagrado da ressurreição foi atestado por muitas provas infalíveis. – The Youth’s Instructor, 18 de Novembro de 1897.


Segunda-Feira
A Pregação da Palavra

Nessa memorável ocasião, grande número dos que até ali ridicularizavam a ideia de uma pessoa tão despretensiosa como Jesus ser o Filho de Deus, ficaram completamente convencidos da verdade e reconheceram-n’O como seu Salvador. Três mil almas foram acrescentadas à igreja. Os apóstolos falavam pelo poder do Espírito Santo; e as suas palavras não podiam ser controvertidas, pois eram confirmadas por poderosos milagres, operados pelo derramamento do Espírito de Deus. Os próprios discípulos estavam surpreendidos com os resultados desta visita, e com a rápida e abundante colheita de almas. Todo o povo estava cheio de assombro.Aqueles que não abandonavam o preconceito e o fanatismo estavam tão intimidados que não ousavam nem pela voz nem pela violência tentar deter esse poderoso trabalho, e, durante aquela altura, a oposição cessou.

Só os argumentos dos apóstolos, embora claros e convincentes, não teriam acabado com o preconceito dos Judeus, que resistira a tantas evidências. Mas o Espírito Santo enviou esses argumentos com poder divino ao seu coração. Eles eram como afiadas setas do Todo-poderoso, convencendo-os da sua culpa terrível por terem rejeitado e crucificado o Senhor da glória. “E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, varões irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos Recados; e recebereis o dom do Espírito Santo”.

Pedro levou ao intimo do povo convicto o fato de terem rejeitado Cristo porque foram enganados pelos sacerdotes e príncipes; e que se eles continuassem a pedir conselho a esses homens, e esperassem que esses lideres reconhecessem Cristo, em vez de ousar fazê-lo por si mesmos, nunca O aceitariam. Esses homens poderosos, embora fizessem profissão de piedade, eram ambiciosos e zelosos por riquezas e glórias terrenas. Nunca iriam a Cristo para receber iluminação. Jesus tinha predito uma retribuição terrível que viria sobre o povo por causa da sua obstinada incredulidade, apesar das mais poderosas evidências que lhes foram dadas de que Jesus era o Filho de Deus.

Desde esse tempo em diante, a linguagem dos discípulos era pura, simples e correta em palavra e dicção, quer falassem a sua língua nativa ou uma língua estrangeira. Estes homens humildes, que nunca tinham aprendido na escola dos profetas, apresentavam verdades tão elevadas e puras que maravilhavam os que as ouviam. Eles não podiam ir pessoalmente aos lugares mais afastados da Terra; mas estavam ali para a festa homens de todos os quadrantes do mundo, e as verdades que eles receberam foram levadas para os seus vários lares e anunciadas entre o seu povo, ganhando almas para Cristo. – História da Redenção, pp. 245, 246.


Terça-Feira
Paulo No Areópago

Da forma mais impressionante, com a mão estendida em direção ao templo apinhado de ídolos, Paulo abriu a sua alma e, com profunda argumentação, expôs o engano da religião dos Atenienses. As suas palavras não podiam ser convertidas. Apontando para a sua estatuária e para os seus ídolos, declarou-lhes que Deus não podia ser comparado a formas de imaginação humana. As obras de arte não podiam, mesmo da maneira mais pálida, representar a glória do Deus infinito. Relembrou-lhes que as suas imagens não tinham fôlego nem vida. Eram controladas pelo poder humano; movendo-se somente quando as mãos dos homens as moviam; e aqueles que as adoravam, eram, em tudo, superiores ao objeto adorado. Apontando para os nobres exemplares da humanidade que o rodeavam, Paulo declarou: “Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens” (Atos 17:29).

O homem foi criado à imagem deste Deus infinito, sendo abençoado com capacidade intelectual e um corpo perfeito e simétrico. Ele declarou que os Céus não eram suficientemente grandes para conter Deus, quanto mais os templos feitos por mãos humanas. Paulo, sob inspiração do seu súbdito, elevou-se acima da compreensão da assembléia idólatra, e procurou atrair a sua mente para além dos limites da sua religião falsa para as perspectivas corretas da verdadeira Divindade, que eles instintivamente reconheceram, e chamaram o “Deus desconhecido”. Este Ser glorioso, que ele agora lhes anunciava, era independente do homem, em nada necessitando das mãos humanas para Lhe acrescentarem poder e glória.

O povo ficou profundamente admirado com a eloquência e argumentação de Paulo…. Ele declarou o poder criador de Deus e a existência da Sua soberana providência. Falou-lhes do verdadeiro Deus, que é o centro vivo do governo….

Enquanto Paulo assim falava acerca da ressurreição dos mortos, o seu discurso foi interrompido. Alguns troçaram dele; outros não deram importância às suas palavras, dizendo: Acerca disso te ouviremos outra vez” (Atos 17:32). Terminou assim o ensino do apóstolo; pois os Atenienses, embora tivessem fama de possuir elevada literacia e cultura científica, agarravam-se à sua idolatria, e afastavam-se da luz de uma religião verdadeira e racional. Quando um povo se sente totalmente satisfeito com as suas próprias realizações, pouco mais se pode esperar dele. Embora fossem altamente educados e se orgulhassem de serem requintados e instruídos, os Atenienses estavam, cada ano, a tornar-se cada vez mais corruptos e com menos desejo de qualquer coisa melhor do que o que possuíam. – Panfleto: Redemption: or the Teachings of Paul and His Mission to lhe Gentiles, pp. 57-59.

Os esforços de Paulo em Atenas não foram inteiramente em vão. Vários se converteram ao Cristianismo, e se uniram a ele. Também as suas palavras, e a descrição da sua atitude e circunstâncias, tais como as traçou a pena da inspiração, deveriam ser transmitidas a todas as gerações futuras, dando testemunho da sua inamovível confiança, da sua coragem na solidão e na adversidade, e da vitória que obteve para o Cristianismo, mesmo no próprio coração do paganismo.

A providência de Deus deu-nos este vislumbre da vida dos Atenienses, com todo o seu conhecimento, refinamento e arte, no entanto marcados pelo vicio e pela vergonha, a fim de que pudesse mostrar como, por intermédio do Seu servo, repreendeu a idolatria e os pecados de um povo orgulhoso e presumido. As palavras de Paulo comemoram as ocasiões, e contêm um tesouro de conhecimento para a igreja. – Panfleto: Redemption: or the Teachings of Paul and His Mission to lhe Gentiles, p. 59.


Quarta-Feira
Adoração “Contrária à Lei”

Ao pregar o Evangelho em Corinto, o apóstolo seguiu um sistema diferente do que marcara o seu trabalho em Atenas. Nesta cidade tinha procurado adaptar o seu estilo ao caráter do seu auditório; e grande parte do seu tempo tinha sido dedicado à discussão da religião natural, fazendo corresponder lógica com lógica, e ciência com ciência. Mas, quando analisou o tempo e o trabalho que tinha dedicado ali na exposição do Cristianismo, e concluiu que o seu estilo de ensino não tinha dado muitos frutos, decidiu aplicar outro método de trabalho no futuro. Determinou evitar ao máximo argumentos elaborados e discussões de teorias, e recomendar com insistência aos pecadores a doutrina da Salvação através de Cristo. Na sua epístola aos irmãos de Corinto, descreveu, mais tarde, o seu método de trabalho entre eles. – Sketches From lhe Life of Paul, p. 102.

O apóstolo, nos seus ensinos, deteve-se em Cristo, e provou, através de Moisés e dos profetas, que Ele era o Messias há muito esperado. Não trabalhava para encantar o ouvido com oratória, nem para ocupar a mente com discussões filosóficas, que não tocariam o coração. Ele, não com um discurso eloquentemente elaborado, mas com a graça de Deus, pregou a cruz de Cristo; e as suas palavras tiveram um efeito poderoso. “E Crispo, principal da sinagoga, creu no Senhor, com toda a sua casa; e muitos dos Coríntios, ouvindo-o, creram e foram batizados” (Atos 18:8).

Paulo enfrentou a pior oposição por parte dos Judeus. Eles dificultaram o seu trabalho de todas as formas possíveis, blasfemando do Espírito e do poder que o atendiam por todo o lado, e atribuindo à agência satânica os milagres que operava em nome de Cristo. A conversão e o batismo de Crispo, em vez de convencerem estes oponentes obstinados, tiveram o efeito de provocar. A sua oposição aumentou à medida que os conversas ao Cristianismo aumentavam em número. Resultados semelhantes têm aqueles que tentam conquistar almas para a verdade presente. Muitos Cristãos professos são os oponentes mais implacáveis e irracionais, opondo-se à evidência mais convincente. Panfleto: Redemption: or the Teachings of Paul and His Mission to the Genliles, pp. 62, 63.

Tanto os Gregos como os Judeus tinham esperado ansiosamente pela decisão de Gálio; e a sua imediata rejeição do caso, destituindo-o de qualquer interesse público, foi o sinal de retirada dos Judeus, confusos e irados, e para a multidão atacar o dirigente da sinagoga. Até mesmo a turba ignorante pôde perceber o espírito injusto e vingativo que os Judeus demonstraram no insensato ataque que fizeram a Paulo. Desta forma, o Cristianismo tinha ganho uma assinalada vitória. Se o apóstolo tivesse sido obrigado, naquela altura, a deixar Corinto, por causa da malícia dos Judeus, toda a comunidade de conversos à fé de Cristo teriam sido colocados numa posição de grande perigo. Os Judeus ter-se-iam empenhado em aproveitar a vantagem obtida, até conseguirem a exterminação do Cristianismo. Panfleto: Redemption: or lhe Teachings of Paul and His Mission to lhe Gentiles, p. 65.


Quinta-Feira
O Amor Tudo Vence

Em todos os planos do Senhor, não há nada mais belo do que o Seu plano de dar a homens e mulheres uma diversidade de dons. A igreja é o Seu jardim, adornado com uma variedade de árvores, plantas e flores. Ele não espera que o hissopo alcance as proporções do cedro, nem que a oliveira atinja a altura de uma majestosa palmeira. Muitos têm recebido apenas uma limitada preparação religiosa e intelectual, mas Deus tem uma obra para esta classe de pessoas, se elas trabalharem com humildade, confiando n’Ele.

Deus tem diferentes formas de trabalhar, e tem diferentes obreiros a quem confia dons variados. Um obreiro pode ser um bom orador, outro um bom escritor, outro ainda pode possuir o dom da oração sincera e fervorosa, outro o dom de cantar, e ainda outro a capacidade especial de expor com clareza a Palavra de Deus. E cada um desses dons deve tornar-se numa força para o bem, pois Deus age com o obreiro.

A um concede Deus a palavra da sabedoria, a outro conhecimento; mas todos devem trabalhar sob a mesma Cabeça. A diversidade de dons leva à diversidade de realizações; Umas é o mesmo Deus que opera tudo em todos (I Coríntios 12:6).

São dados dons diferentes a pessoas diferentes, para que os obreiros possam sentir necessidade uns dos outros. Deus concede estes dons, e eles são usados no Seu serviço, não para glorificarem aquele que os possui, nem para exaltarem o homem, mas para exaltar o Redentor do mundo. Devem ser usados para o bem de toda a humanidade, representando a verdade, não testificando uma falsidade. – Signs of lhe Times, 15 de Março de 1910.

E de um amor semelhante ao de Cristo que a irmandade depende. Sem este amor nada pode ser feito para cumprir o propósito de Deus para a humanidade. Sem ele, todos os esforços são inúteis. Paulo declara: “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa, ou como o sino que tine…. E, ainda que distribuísse toda a minha fortuna, para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. … O amor nunca falha, mas, havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; … Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor” (I Coríntios 13:1-13).

Na vida de Cristo, este amor encontrou expressão perfeita. Ele amou-nos no nosso pecado e na nossa degradação. Desceu às maiores profundezas da miséria para erguer os errantes filhos e filhas da Terra. Não desgastou a Sua paciência, nem diminuiu o Seu zelo. As ondas da misericórdia, repelidas pelo coração orgulhoso, impenitente e ingrato, retornavam sempre numa onda mais forte de amor.

Aquele que é constrangido pelo amor de Cristo, anda entre os seus semelhantes para ajudar os desamparados e animar os desanimados, para apontar aos pecadores o ideal de Deus para os Seus filhos, e guiá-los ao Único que pode habilitá-los a alcançar esse ideal. Destituídos de egoísmo e cheios de benevolência divina e afeição tema, os Cristãos são levados a trabalhar para Cristo ao ajudar aqueles por quem Ele deu a Sua vida. Mantêm comunhão com o Salvador, e o Seu amor é revelado em tudo o que fazem e dizem. Palavras irritadas morrem sem serem preferidas. Ações que não cristãs são controladas. Deus aceita estes como Seus instrumentos, e age por seu intermédio no sentido de cumprir o Seu propósito. – Review and Herald, 21 de Julho de 1910.

A divisa do Cristianismo não é um sinal exterior; não consiste em trazer uma cruz ou uma coroa, mas é aquilo que revela a união do homem com Deus. Pelo poder da Sua graça manifestada na transformação do caráter, o mundo será convencido de que Deus enviou o Seu Filho como o seu Redentor. Nenhuma outra influência que possa rodear a alma tem tanto poder como a influência de uma vida abnegada. O mais forte argumento em favor do Evangelho é um Cristão que sabe amar e é amável. – A Maravilhosa Graça de Deus (Meditações Matinais, 1974), p. 274.


Sexta-Feira
Leitura Adicional

Atos dos Apóstolos, “0 Pentecostes”, pp. 27-34, “O Dom do Espírito”, pp. 35-40, “Exaltando a Cruz”, pp. 147-152, “Corinto”, pp. 175-181, “Chamados para Alcançar um Mais Alto Nivel”, pp. 219-227


Fonte: Publicado originalmente em http://www.adventistas.org.pt/Evangelismo/Artigos.asp?ID=645


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