Estudos Bíblicos: Adoração – Lição 12 – Adoração na Igreja Primitiva


“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine” (I Coríntios 13:1).

Prévia da semana: As palavras de Deus a respeito de Sua lei, nossa história com Ele ao longo dos tempos, Seus atos redentivos e o futuro que Ele está preparando para nós são o alicerce da nossa adoração e proteção para nossa fé.

Leitura adicional:Atos 1:1-11; 2:14-41; 17:15-34; 18:1-16; I Coríntios 13.


Domingo
Casa Publicadora Brasileira - Introdução

Ataque à fé

Num comentário que li há cerca de dois anos, fiquei chocada ao saber que vários livros presentes na lista dos best-sellers em Nova York tratavam da religião como sendo a principal fonte do mal no planeta.

Convencida de que Deus existe e de que Ele é o Criador de tudo, ponderei: Como poderia uma pessoa sã, criada à imagem de Deus, sentar-se, idealizar e escrever um livro que propaga o ateísmo e difama a religião? O surgimento do ateísmo na era atual justifica a intensa batalha entre o bem e o mal, também conhecida como “o grande conflito”.

No rádio, na televisão, na literatura, na internet – em todos os meios de comunicação para os quais nos voltamos – vemos evidências de que Deus está em fogo cruzado. Em várias partes do mundo, alguns edifícios que foram primeiramente consagrados para a adoração do Todo-poderoso estão vazios ou se tornaram cinemas, cyber cafés ou clubes noturnos.

Como cristãos, sabemos que, apesar dos ataques à religião, Deus ainda é a única resposta para todos os problemas do mundo. Por isso, precisamos manter nossa fé inabalável e oferecer ao Senhor a adoração que merece. As grandes dificuldades com as quais nos deparamos atualmente são apenas parte de nossa capacitação para atuarmos na causa do Mestre. Não podemos perder de vista o tremendo bem que a religião tem feito à humanidade, tornando-a mais generosa, abnegada e amorosa.

Nesta semana, estudaremos a adoração praticada na era apostólica, considerando os desafios enfrentados pelos apóstolos na pregaçãodo evangelho a audiências tão variadas. Também refletiremos sobre a possibilidade de adaptação dos estilos de adoração dos apóstolos ao contexto atual.

Mãos à Bíblia

Da perspectiva humana, o ministério terrestre de Jesus não pareceu tão bem-sucedido. Muitos líderes O rejeitaram. No pior momento de Sua vida, Seus discípulos mais próximos fugiram. Somente após a ressurreição de Jesus a igreja primitiva começou, de fato, a progredir.

1. Leia Atos 1:1-11. Que verdades importantes encontramos ali sobre a segunda vinda de Jesus, batismo, Espírito Santo e missão?

2. Observe especialmente os versos 3 e 6. Quanto mais, a respeito da verdade, os discípulos teriam que aprender?

Os seguidores de Cristo receberam poderosas evidências de que Ele era o Messias. Considerando a árdua tarefa para a qual haviam sido chamados e toda a oposição que enfrentariam, compreendemos que eles precisavam de todas as provas que pudessem obter. A boa notícia é que o Senhor nos dá todas as razões de que precisamos para confirmar nossa fé.

Hellen AtienoRongo Township, Quênia


Segunda
Casa Publicadora Brasileira - Evidência

Permanecendo firmes

“Fui expulsa do meu lar e todos os meus amigos me rejeitaram. Mesmo assim, jamais desistirei da minha fé.” Essas foram as palavras de Rashida Manzoor, uma mulher paquistanesa cujo esposo foi assassinado pelos muçulmanos extremistas por ser cristão. A guerra contra o cristianismo é brutal no Paquistão, sendo marcada por perseguições que devastam avida daqueles que se declaram cristãos.

Na era apostólica, homens destemidos cruzaram o Oriente Médio e seus arredores, espalhando o evangelho de Cristo em meio à oposição dos judeus. A adoração na igreja apostólica estava centralizada no poder do Espírito Santo, que enviou os apóstolos nas direções certas. Em algumas circunstâncias, os apóstolos foram algemados e lançados em prisões. Contudo, devido à sua firme fé e solidariedade com os outros irmãos e irmãs em Cristo, Deus pôde operar milagres por meio deles, fazendo com que o evangelho prosperasse.

Quando ouvimos que as famílias cristãs paquistanesas estão orando em meio aos escombros de suas igrejas, e que estão sendo socialmente estigmatizadas por sua fé e pobreza, percebemos que os obstáculos para a adoração ainda persistem. No entanto, essas pessoas têm sido como os apóstolos, que prosseguiram a despeito de aprisionamentos, espancamentos e dificuldades.

Ao adorarmos a Deus hoje, devemos imitar o exemplo de Paulo e seus colegas de ministério, que se mantiveram firmes em meio a circunstâncias assustadoras. Em alguns casos, o preço de nossa fidelidade poderá ser a morte. Entretanto, como cristãos, estamos olhando adiante, para a vida eterna. Essa é a esperança que temos ao adorar e servir a Cristo.

Pense nisto

1. Quais são os desafios que você enfrenta em sua adoração a Deus? O que você pode fazer para vencê-los?

2. Como o evangelho de Cristo é visto em sua comunidade? De que formas você pode ajudar na diminuição das divergências que nela existem?

Mãos à Bíblia

Grande parte da tradição da adoração protestante tem sido a pregação da Palavra. Música, liturgia, oração, a Ceia do Senhor e o lava-pés, todos têm seu lugar, mas, talvez, nada seja mais importante do que o que é falado no púlpito.

3. Leia o sermão de Pedro no dia de Pentecostes (Atos 2:14-41). Como ele apresentou temas importantes, como as Escrituras, doutrina, profecia, Cristo, o evangelho e a salvação? Por que esses assuntos são tão essenciais na pregação?

4. Quais foram os resultados da pregação do culto de adoração, conforme Atos 2:41? Que lições podemos tirar desse relato para nossas reuniões de sábado?

Ann AdoyoKisumu, Quênia


Terça
Casa Publicadora Brasileira - Exposição

A igreja em formação

Crescimento das sementes de mostarda (Atos 1:1-11; 2:14-41). Após a ascensão de Jesus, os discípulos se uniram para enfrentar o mundo sem a presença física de seu Líder. Se considerarmos a forte oposição que eles experimentaram mesmo quando Cristo ainda os acompanhava, vemos que essa não seria uma fácil tarefa. Quão fracos eles devem ter se sentido!

Porém, durante os 40 dias em que Cristo esteve com eles antes de Sua ascensão, Ele os instruiu sobre o modo pelo qual eles deveriam conduzir seu ministério. Prometeu que lhes enviaria o Espírito Santo, que os ajudaria em todas as circunstâncias. “Mas [vocês] receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão Minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da Terra” (Atos 1:8).

O efeito desse poder se tornou evidente quando, numa ocasião em que Pedro dirigiu o encontro, aproximadamente três mil pessoas foram batizadas.

Filósofos curiosos (Atos 17:15-34). Em suas viagens missionárias, Paulo colocou como alvo as cidades mercantes, as capitais e as colônias romanas. Com base em suas origens cosmopolitas, ele sabia que, a partir desses lugares, a mensagem do evangelho se expandiria por todo o mundo.

Em Atenas, Paulo encontrou filósofos muito interessados em saber o que ele estava pregando. As palavras de Paulo a respeito da ressurreição foram recebidas com reações mistas. Alguns dos filósofos as desdenharam, enquanto outros quiseram saber mais sobre o assunto. Por fim, novas igrejas foram implantadas, inclusive na região oriental do Mar Mediterrâneo. Os atenienses e seus vizinhos, apesar de conservadores, eram pessoas sociáveis e gastavam a maior parte do seu tempo conversando sobre assuntos atuais. A propagação do evangelho naquele local fez com que Dionísio, Damaris e muitos outros fossem convencidos a adorar o Deus verdadeiro.

Os desafios em Corinto (Atos 18:1-16). Na época de Paulo, Corinto era a principal cidade da Grécia. Era uma cidade rica, conhecida por sua construção naval, sua arquitetura, sua indústria têxtil e suas cerâmicas. Ao contrário de Atenas, onde muitas pessoas pareciam prontas a discutir religião com Paulo, Corinto foi um lugar em que a implantação de uma igreja foi muito difícil. De acordo com Atos 18:6, Paulo enfrentou tamanha oposição dos judeus que foi forçado a desistir das pessoas dali e a deixá-las seguir seus próprios caminhos. Porém, no verso 9, lemos que o Senhor apareceu a Paulo em visão, dizendo-lhe que não temesse, pois sua proteção estava assegurada.

A experiência de Paulo em Corinto nos ensina como ministrar em meio à severa oposição. Atualmente, a vida nas grandes cidades não é muito diferente das circunstâncias vivenciadas por Paulo, o que torna suas instruções válidas para nós. Se permitirmos que o Espírito Santo trabalhe em nós, Deus nos diz que seremos capazes de realizar as tarefas que estão à nossa frente “não por força nem por violência” (Zacarias 4:6).

“A tarefa confrontando o mensageiro do evangelho na antiga cidade de Corinto é bem definida nestas palavras: ‘Se o evangelho pôde triunfar em Corinto, vencerá sob qualquer outra circunstância'”(The SDA Bible Commentary, v. 6, 1. ed., p. 656).

Amor na adoração (I Coríntios 13). Em I Coríntios 13, Paulo nos convida a repartir com o mundo o amor incondicional de Deus. Ao longo do capítulo, os vários componentes do amor piedoso são apresentados.

Os versos 1-3 comparam o amor aos outros dons espirituais, enfatizando que todo dom espiritual não tem nenhum valor caso seja manifestado sem base no amor. Os versos 4-7 descrevem as obras do amor piedoso (o que ele faz e o que não faz). Finalmente, osversos 8-13 comparam a natureza temporária de outros dons espirituais à perseverança do amor incondicional. Paulo sabia que esse amor seria crucial para seu ministério entre os pagãos. Em todas as suas viagens missionárias, demonstrou tão grande amor pelos conversos a ponto de, em alguns casos, permanecer com eles por até três anos.

Em nosso ministério hoje, com nossa jubilosa crença na segunda vinda de Cristo, e nossa confiança no poder mantenedor de Deus, se nos falta amor piedoso, não haverá colheita. O amor descrito em I Coríntios 13 não é teoria. Precisamos efetivamente aplicá-lo em nossa vida.

Pense nisto

1. Analise sua igreja. Quais aspectos da verdadeira adoração estão ausentes? O que pode ser feito para trazer esses elementos para sua congregação?

2. O Espírito Santo desempenhou um papel fundamental na adoração durante a era apostólica. Como você vê o Espírito Santo trabalhando em sua igreja?

Mãos à Bíblia

5. Leia a pregação de Paulo aos atenienses, em Atos 17:15-34. Qual foi a diferença entre o testemunho de Paulo ao povo de Atenas e a mensagem de Pedro ao seu público, no dia de Pentecostes?

Ao contrário de Pedro, Paulo não citou a Bíblia. Apelou à lógica e à razão quando disse: “Olhem ao redor, para o mundo criado, e vocês verão uma evidência poderosa do Deus criador.” Ele começou usando uma espécie de teologia natural e apontou para a realidade existente como uma razão para acreditar no Deus criador.

É interessante notar que aquelas pessoas adoravam algo que não compreendiam. Paulo procurou desviar a devoção deles aos ídolos e a outras coisas vãs para a direção do Deus vivo. Também tentou lhes ensinar a respeito do arrependimento, do juízo e da ressurreição, que devem ser aceitos pela fé. Lamentavelmente, não foi muito bem-sucedido. Embora tenha alcançado alguns conversos, a maioria das pessoas parecia propensa a adorar o que é vão.

Seline KhauetsaNairóbi, Quênia


Quarta
Casa Publicadora Brasileira - Testemunho

Purificados pelo amor de Deus

“Não devemos nos lembrar disso? Se o amor de Deus está em nosso coração, não devemos pensar mal, não devemos ser facilmente perturbados, não devemos dar rédeas soltas à paixão; mas devemos mostrar que estamos atrelados a Cristo e que o poder contentor de Seu Espírito nos leva a proferir palavras que Ele possa aprovar” (Adventist Review and Sabbath Herald, 25 de janeiro de 1898).

“O poder do amor possui força maravilhosa, porquanto é divino. ‘A resposta branda desvia o furor’ (Provérbios 15:1), ‘a caridade é sofredora, é benigna’ (I Coríntios 13:4), ‘a caridade cobrirá a multidão de pecados’ (I Pedro 4:8) – sim, se aprendêssemos essas lições, quão grande seria o poder para curar do qual seríamos dotados! Como se transformaria a vida, e a Terra se tornaria a própria semelhança e amostra do Céu!” (Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 195).

Na obra dos apóstolos,fica evidente que o amor deve ser o principal instrumento a ser utilizado no evangelismo e na adoração. “Em cada um se tem de manifestar ao mundo o longânimo amor de Cristo, Sua santidade, mansidão, misericórdia e verdade. Os primeiros discípulos saíram pregando a Palavra. Eles revelaram Cristo em sua vida. […] Esses discípulos se prepararam para a obra. Antes do dia de Pentecostes se reuniram e tiraram dentre eles todas as divergências. Todos estavam imbuídos de um mesmo sentimento” (O Desejado de Todas as Nações, p. 827).

A solidariedade e o amor entre os apóstolos deveriam formar a base de nosso ministério e culto. Mantendo em mente que somos peregrinos nesta vida, devemos manifestar traços do amor de Cristo, começando pela nossa própria casa. “Em muitas de nossas casas, existe manifestado um espírito duro, pelejador. Palavras críticas e ações cruéis são ofensivas a Deus. Comandos ditatoriais e maneiras arrogantes prepotentes não são aceitáveis para o Céu. […] O amor de Cristo precisa controlar nosso coração, e a paz de Deus habitará em nossos lares. Busque a Deus com um coração contrito e quebrantado, e você será impregnado de compaixão pelos seus irmãos. Você será preparado para acrescentar bondade fraternal, caridade ou amor. Sem caridade você se tornará um metal barulhento, ou um címbalo que retine. Nossas mais elevadas declarações são ocas e destituídas de sinceridade; mas o amor é o cumprimento da lei” (Adventist Review and Sabbath Herald, 21 de fevereiro de 1888).

Mãos à Bíblia

6. Leia Atos 18:1-16. Que acusação foi apresentada contra Paulo, e o que isso nos diz sobre adoração?

A questão em Atos 18 é que aqueles ouvintes estavam tão presos à tradição, tão envolvidos na maneira pela qual as coisas haviam sido feitas no passado, tão ligados às formas de culto que, quando Paulo lhes apresentou Aquele que era todo o sentido do seu culto, a Quem eles adoravam sem conhecer, Aquele para quem todas as cerimônias realmente apontavam, eles rejeitaram o que ele disse. Estavam tão apegados à lei que não perceberam a Quem ela apontava.

Silas OnyangoNdhiwa, Quênia


Quinta
Casa Publicadora Brasileira - Aplicação

A plenitude do amor divino

Todas as cartas de Paulo enfatizam o amor piedoso. Como um guerreiro em favor do evangelho na igreja primitiva, Paulo sabia que nosso modo de usar os dons espirituais em público precisa estar de acordo com a grande lei do amor, vista na cruz do Calvário. Contudo, em razão de nossa natureza pecaminosa, algumas vezes não conseguimos compreender nem viver esse amor como deveríamos.

Peregrinos nesta Terra, estamos ligados à vida eterna na presença de Deus, quando ficaremos constantemente em contato com a plenitude do amor divino. Sendo seguidores de Cristo, como podemos aplicar esse amor em nossa vida terrestre? Como podemos alcançar pessoas para Ele na sociedade atual, em que muitos não possuem religião ou adoram outros deuses?

Comece por dentro. Nosso lar é um lugar de amor? Se for, será mais fácil mostrarmos amor aos outros quando estivermos em público. Com o poder do amor cristão visível em nós,levaremos outros a Cristo.

Torne seu amor permanente. Segundo o apóstolo Paulo, os dons espirituais podem passar, mas o verdadeiro amor não. No mundo de hoje, o amor se revela muito inconstante e superficial. Nós “amamos” roupas, “amamos” a mais recente invenção tecnológica. Mas as roupas se desgastam e o último lançamento tecnológico é descartado tão logo um novo chegue ao mercado. Nosso amor pelos outros deveria ser como é o amor de Deus por nós: permanente. “O atributo que Cristo mais aprecia no homem é o amor procedente de um coração puro. Esse é o fruto produzido na árvore cristã” (Ellen G. White, Este Dia com Deus, p. 363).

Não seja rude. Um dos importantes aspectos do amor piedoso é que ele não é rude. Ao espalhar o evangelho, deveríamos agir com amor em vez de reagir às grosserias cometidas pela sociedade em que vivemos. Foi a educação dos apóstolos que os ajudou a lidar amorosamente com as comunidades difíceis.

Mãos à Bíblia

7. No meio de seu discurso aos coríntios, Paulo apresentou o famoso capítulo de I Coríntios 13. Qual é a mensagem essencial ali? Como podemos aplicá-la à nossa vida e à nossa experiência de adoração? 

Paulo sugeriu que nenhuma profissão de fé que fazemos, nem milagres poderosos, nem dons carismáticos, nem piedade ou zelo nos trarão proveito, a menos que haja um coração cheio de amor por Deus, confirmado pelo amor de uns pelos outros.No fim, uma igreja cheia de cristãos amorosos e dedicados exercerá influência e poder que se estenderão muito além do culto semanal. Até que ponto o amor desinteressado pelos outros influencia sua vida diária?

Goretty AtienoHomabay Town, Quênia


Sexta
Casa Publicadora Brasileira - Opinião

Sucesso na adoração

A leitura a respeito da história de FionaPeart e de sua obra missionária no Japão me transformou. Ela relata: “Prometi a Deus que faria o que Ele me pedisse, iria aonde Ele me enviasse, e falaria o que Ele me dissesse.” * Essa foi a mesma atitude que os apóstolos tiveram. Não seremos eficazes em nosso evangelismo e adoração a menos que tenhamos esse mesmo espírito.

O sucesso de nossa adoração também depende do desejo de reconhecer os estilos de culto utilizados pelos apóstolos ao dirigirem as primeiras congregações. O amor que eles demonstravam pelo Salvador é o que nos une em prol de um mesmo objetivo: compartilhar a verdade. Assim como os apóstolos espalharam o evangelho pelo mundo, assim como FionaPeart estava comprometida a ir aonde quer que Deus a guiasse, devemos também estender o evangelho de Cristo a mentes e corações que ainda não foram alcançados. É a nossa vez de evangelizar o mundo. Assim como nos dias Paulo, ainda existem Priscilas, Áquilas e tantos outros que estão desejosos de receber o evangelho.

Os apóstolos apresentaram a verdade para todos os tipos de pessoas, sem distinção. Durante esta semana, pudemos ver como a adoração, se conduzida com amor a Deus, pode operar milagres em nossa vida e conduzir muitas pessoas à salvação.

Estejamos prontos a conduzir nossa adoração com o espírito do Pentecostes, quando os apóstolos receberam o poder do Espírito Santo para levar o evangelho ao mundo. Somos embaixadores de Cristo nessa geração. O que quer que façamos precisa estar de acordo com as intenções de Deus. Esse é o meu objetivo. E o seu?

* FionaPeart, Adventist World, “My Journey So Far”, Setembro de 2008, p. 16-19.

Pense nisto

1. Explique a conexão entre adoração bem-sucedida e evangelismo bem-sucedido.

2. Cite alguns passos que você pode dar para evangelizar o mundo. O que sua igreja pode fazer?

3. Como você deve reagir se Deus responder contrariamente às suas expectativas em relação à adoração e ao evangelismo?

Mãos à obra

1. Analise um serviço de culto com que esteja familiarizado e considere como cada elemento pode ser considerado uma expressão do nosso amor por Deus. 2. Crie um pôster ou uma apresentação em PowerPoint que chame a atenção para fortalecer o amor de cada elemento do serviço do culto em sua igreja. 3. Pense em alguma vez em que você estava se sentindo desanimado e mesmo assim escolheu participar do serviço de adoração local. Esse culto o ajudou a se levantar? 4. Compare a experiência de culto na igreja cristã primitiva com a dos primeiros dias do movimento do adventismo, os primeiros dias da Igreja Adventista do Sétimo Dia, e a igreja de hoje.

Andy MwanziaMachakos, Quênia