Estudos Bíblicos: Adoração – Lição 11 – Em Espírito e em Verdade

Comentários à Lição de Jovens – Escola no Ar

por: Wanderley Gazeta


Texto Central: “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores.” (João 4:23)


Sábado
Prévia da Semana

É difícil imaginar o que seria o mundo hoje sem a figura de Jesus e a influência do cristianismo. Há outras religiões que não incorporam a crença em Jesus. A grande maioria delas vive a experiência de ter em seu meio práticas desequilibradas de intolerância e extremismo e, entre elas, muitas que incluem a violência, em todas as suas formas, como meio de buscar a realização daquilo em que crêem.

Mais do que uma simples presença física, Jesus veio com uma missão que havia sido delineada desde o princípio. Isso incluía a reaproximação e o entendimento entre as pessoas de várias correntes e crenças. A Sua missão foi encerrada com vitória sobre a morte. Essa foi uma forma de deixar claro o poder do Criador contra toda e qualquer tentativa de obscurecer o alcance da graça que foi prometida desde que o pecado colocou em risco a eternidade da criatura feita à imagem de Deus. Deus tornar-se humano, um mistério, que será objeto de estudo pela eternidade, conhecido como “mistério da piedade”, assim como é mistério para nós, hoje, o surgimento do pecado.

Assim como o poder criador de Deus não pode ser entendido pela nossa mente finita, da mesma forma o poder da salvação, operado por Cristo, não pode de todo entendido, senão aceito como um mistério que será estudado pela eternidade. Mas, ao longo desta semana, vamos procurar entender alguns aspectos da encarnação de Deus, e algumas importantes instruções passadas por Jesus sobre como devemos adorar a Deus.

Pense:“Na eternidade, aprenderemos aquilo que, se aqui tivéssemos recebido a luz que nos era possível receber, ter-nos-ia aberto o entendimento. Os temas da redenção ocuparão o coração, a mente e a língua dos remidos por todos os séculos da eternidade. Compreenderão as verdades que Cristo almejava expor a Seus discípulos, mas que eles não tinham fé suficiente para apreender. Por todo o sempre aparecerão novas visões da. perfeição e da glória de Cristo. Através dos séculos infindáveis o fiel Senhor da casa tirará de Seu tesouro coisas novas e velhas.” – (Ellen White em My Life Today, p. 360).

Desafio: Peça a Deus para ajudá-lo a abrir o entendimento para a compreensão da missão de Jesus e como isso pode nos ajudar na nossa comunhão e adoração pessoal.


Domingo
Em Direção a Deus

A obediência alinhada ao amor é uma das formas mais adequadas de adoração. É triste quando a adoração está limitada a uma formalidade que desvia a atenção do adorador, ou simplesmente cria uma condicionalidade limitada ao que é terreno. Não devemos desconsiderar a natureza espiritual da relação de adoração. Isso não significa ignorar qualquer formalidade. Devemos nos lembrar de que o Deus a Quem adoramos é um Ser Superior, a autoridade máxima em todo o universo, o Criador e Mantenedor de toda a existência.

Condicionar, de forma sistemática, a presença e atuação de Deus a coisas materiais e a comportamentos humanos é subestimar o alcance do Seu poder e desconsiderar a soberania, plenitude e eternidade do Criador. Isso não deve servir de obstáculo à nossa comunicação e relacionamento direto com Deus.

Na época do ministério de Jesus havia um grau de formalismo de tão grande que as pessoas se sentiam oprimidas debaixo de tantas regras. Conquanto a nossa relação com Deus não deve ser marcada por qualquer forma vulgar de tratamento, a relação com Deus era obstruída pela exagerada quantidade de exigências que eram feitas. Jesus eliminou muitas barreiras e deu o verdadeiro sentido das palavras que foram ditas por Deus através do profeta Oséias: “Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos.” (Oséias 6:6). Foi isso que Jesus pontuou quando disse: “Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento. (Mateus 9:13) e, em uma outra situação Ele disse: “Pois eu vos digo que está aqui quem é maior do que o templo.” E, em seguida repetiu essas palavras: “Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes.”

Por outro lado, não significa que nossa atitude pode ser totalmente desprovida de demonstração de respeito e reverência. A maior autoridade do universo é o Senhor do reino ao qual fomos aceitos como súditos, por méritos dEle mesmo atribuídos a nós, pelo Seu incompreensível amor. Dessa forma, temos que adorá-lo de forma consciente, reverente e respeitosa. Em uma ocasião especial, Deus mesmo pediu a Moisés que tirasse as sandálias porque o lugar em que estava pisando era Terra Santa, porque Ele estava presente ali, de uma maneira especial.

Pense:“Quando Cristo veio à Terra, a humanidade parecia estar rapidamente atingindo seu ponto mais degradante. Os próprios fundamentos da sociedade estavam desarraigados. A vida se tornara falsa e artificial. Os judeus, destituídos do poder da Palavra de Deus, davam ao mundo tradições e especulações que obscureciam a mente e amorteciam a alma. A adoração de Deus, “em espírito e em verdade” (João 4:23), tinha sido suplantada pela glorificação dos homens em uma rotina infindável de cerimônias de criação humana. Pelo mundo todo, os sistemas todos de religião estavam perdendo seu poder sobre a mente e a alma. Desgostosos com as fábulas e falsidades, e procurando abafar o pensamento, os homens volviam à incredulidade e ao materialismo. Deixando de contar com a eternidade, viviam para o presente.” (Ellen G. White no livro Educação, págs. 74 e 75.)

Desafio: Buscar cada dia mais o conhecimento de Deus nas evidências deixadas por Ele na criação e no estudo da Sua Palavra. Assim estaremos libertos de quaisquer mitos, normas ou tradições que contribuam para o nosso afastamento dEle.


Segunda-Feira
Adoradores “em espírito e em verdade”

O amor é um grande diferencial que garante autenticidade às nossas ações. Quando a motivação para o que realizamos é o amor, não existe hora, tempo, atraso, cansaço, desânimo, ou quaisquer outros empecilhos que interfiram no processo. Todas as forças e atenção serão direcionadas para a tarefa. Se estivermos com a mente dividida, pensando em outra coisa, o resultado não poderá ser o melhor, porque a concentração ficará comprometida.

De igual modo, não podemos servir a dois senhores. Jesus nos alertou quanto a isso: “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom” (Mateus 6:24).

Quando o diabo apareceu a Jesus, no deserto, para tentá-lo, não veio em forma de um anjo maligno. Veio em forma de anjo de luz. Essa é a estratégia do nosso inimigo. Ele vem disfarçado de benfeitor, e oferece sempre aquilo de que estamos “precisando”. Ele sabe o que oferecer para não parecer ofensivo à primeira vista. Porém, Jesus sabia que, não sendo o Deus Criador, certamente seria criatura. E, como somente a Deus devemos prestar culto, qualquer outra oferta que se daria para alguém, em troca de adoração, seria idolatria.

Jesus estava certo da existência do inimigo e que ele poderia tomar a forma mais tentadora e disfarçada. A Sua comunhão e o estudo sistemático e constante das Escrituras serviram-lhe de apoio para dar a resposta certeira, sem possibilidade de contestação. Foi na Palavra de Deus que Ele encontrou a resposta adequada para rebater e combater o mal com segurança absoluta.

Se estivermos confiantes e servindo com alegria ao Senhor, Ele providenciará todas as condições que nos livrará das mãos do inimigo. Servir a Deus demanda todas as nossas habilidades e talento. Devemos entregar tudo a Ele, em primeiro lugar, e Ele nunca nos decepcionará.

Pense:Amemo-Lo agora com afeições não divididas e cooperemos com os seres celestiais, para sermos cooperadores de Deus, e, participando da natureza divina, aptos para revelar Cristo a outros. Oh! o batismo do Espírito Santo! Oh! que os brilhantes raios do Sol da Justiça incidam nos recessos da mente e do coração, para que seja destronado todo ídolo e banido do templo da alma! Oxalá se desprenda nossa língua para falar de Sua bondade, para contar algo de Seu poder!” (Ellen White em Bible Echo, 15 de fevereiro de 1892.)

Desafio: “Não atribuais nenhuma glória a vós mesmos. Não trabalheis com a mente dividida, procurando servir a Deus e ao próprio eu ao mesmo tempo. Mantende fora de vista ao próprio eu. Que vossas palavras conduzam os cansados e sobrecarregados a Jesus, o compassivo Salvador. Trabalhai como vendo-O, a Ele que está a vossa mão direita, pronto a conceder-vos forças para o serviço. Vossa única segurança está na inteira confiança em Cristo.” Review and Herald, 11 de maio de 1897.


Terça-Feira
Atmosfera do céu

Na adoração verdadeira, em espírito e verdade, uma palavra chave é coerência. É difícil, como estudamos no tema de ontem, um coração dividido. Isso desencadeia uma série de outros problemas que interferem na adoração e no seu resultado esperado.

Não é preciso estar limpo do pecado para adorar a Deus. Porém, é preciso sinceridade de coração para se achegar a Deus e pedir o perdão e a purificação. Quando isso não ocorre, a adoração passa a ser abominação perante Deus. O sábio revela: “O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável.” Provérbios 28:9. Se no coração não existe uma clara separação do mal, distinguindo entre o que é o bem e o que é o mal, e uma clara escolha pelo bem, segundo o princípio determinado por Deus, a adoração resultante desse coração será considerada abominação para Deus.

Por outro lado, quando o coração aflito pelo pecado, reconhecido da sua dependência da atuação do espírito de Deus em sua vida, se achega para render glórias a Deus, agradecido pelo privilégio de ter sido adotado para o Seu Reino, e pedir-lhe forças e proteção, Deus recebe essa adoração como um sacrifício válido para expiação e se agrada disso.

Todos nós somos pecadores. “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” Romanos 3:23. Se todos pecaram, eu também estou incluído neste grupo. Porém, há uma grande diferença naqueles que pertencem ao Reino de Deus, sentem-se totalmente desconfortáveis com a situação do pecado, percebem que existe alguma coisa errada que precisa ser reparada, e buscam em Cristo essa reparação. Estes fogem do pecado, enquanto os outros o buscam, ou sentem-se confortáveis com ele.

É assim, ao receber, pela fé, a graça da salvação em sua vida, o cristão pode dizer, como o salmista: “E a minha alma se alegrará no SENHOR; alegrar-se-á na sua salvação.” Salmos 35:9

É assim que podemos nos sentir na atmosfera no céu!

Bônus: Ouça essa música para completar a sua comunhão no estudo de hoje. Vêm, entrega a tua vida. Arautos do Rei:
https://www.youtube.com/watch?v=jbZjOl0xlK0

Pense:“Pois os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração.” 2 Crônicas 16:9 (Nova Versão Internacional)

Desafio: “Precisamos orar e velar em oração, para que não haja incoerência em nossa vida. Precisamos não falhar no mostrar aos outros que compreendemos que velar em oração significa viver nossas orações diante de Deus, para que Ele as possa atender.” (Ellen G. White em Mensagens Escolhidas, vol. I, pág. 116.


Quarta-Feira
Frustrando os planos de Deus

A lição de hoje relaciona a adoração ao cumprimento da vontade de Deus em nossa vida. Deus tem um plano para cada filho seu. Se você não sabia, fique sabendo que Deus tem um plano para a sua vida também! É claro que o Deus que conhece você pelo seu nome e sabe quantos são os fios de cabelo da sua cabeça, não teria permitido que você viesse ao mundo sem nenhum propósito para a sua vida. A grande questão é saber se estamos correspondendo a esse plano, e de que forma.

A princípio, Sansão – o exemplo utilizado na lição de hoje – foi abençoado por Deus e algumas orientações foram dadas aos seus pais. Não tomar bebida forte e não cortar os cabelos foram algumas delas. Seus pais seguiram os conselhos de Deus e Deus abençoou o menino que cresceu e chegou à adolescência e juventude. A partir daí, como ocorre com todos os adolescentes e jovens, ele deu início a algumas investidas com o intuito de se afirmar, como pessoa, e ter as suas habilidades conhecidas e reconhecidas. Como ocorre com alguns jovens, também, ele achou que seus pais estavam muito distantes da sua época e começou a aventurar-se.

Então aconteceu o que nem ele queria que acontecesse. Ele investiu nas companhias do povo “do outro lado” e, sem perceber, foi “arrastado” para o mal. Esse termo arrastado significa que, mesmo contra a sua vontade, ele foi engalfinhado pelo inimigo. Contra a sua vontade, porque é certo que ele “achava” que estava tudo sob controle. Acontece que nem tudo dependia dele apenas. Esse termo “arrastado para o mal” me faz lembrar um rio e alguém querendo atravessá-lo. Ao fazer a primeira tentativa, a pessoa volta logo que percebe a força da água. Mas cria um pouco de coragem e se lança para atravessar o rio apesar da correnteza, confiando em sua capacidade de nadar. Tudo parece ir bem até que, num dado momento, existe um redemoinho inesperado, contra o qual não adianta lutar. Assim é o terreno do inimigo. Parece que a gente está no controle, e parece que ainda dá pé. Mas, inesperadamente, surgem situações contra as quais perdemos o controle.

Foi assim com Sansão. O plano de Deus para ele era de torná-lo num herói do povo de Israel, mas ele, em vez de herói, transformou-se em mártir. Confiar e executar o plano de Deus para a nossa vida é adoração consciente e inteligente.

Pense: A história se repete. Mas, Deus ainda tem vaga para muitos heróis.

Desafio: “Deus olha o interior da pequenina semente que Ele próprio criou, e nela vê encoberta a bela flor, o arbusto ou a grande e frondosa árvore. Assim vê Ele as possibilidades em toda criatura humana. Achamo-nos aqui para determinado fim. Deus nos deu o plano que tem para nossa vida, e deseja que alcancemos a mais alta norma de desenvolvimento. ‘E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus'” Romanos 12:2.


Quinta-Feira
Adorando de coração

O coração não pensa, mas ele é o centro dos sentimentos. Simboliza a fonte das emoções. Adorar em espírito e verdade significa que devemos aplicar em nossa adoração tanto a emoção como a razão. Adorar “em espírito” refere-se aos sentimentos e emoções; eles devem estar envolvidos na adoração, é preciso que coloquemos o coração no que estamos fazendo.. Adorar “em verdade”, refere-se à razão; devemos ter plena consciência do processo de adoração, cada palavra, cada ato, tudo deve acontecer sob o acompanhamento da mente e nada deve ser feito de forma mecânica, sem reflexão.

O centro de todo e qualquer ato de adoração, seja a oração, a música, a pregação, ou em qualquer outra atividade incluída no momento de adoração, deve ter a Deus como e centro e o motivo único. Porém, mesmo que nós não sejamos o motivo da adoração, estamos participando, e, assim, somos influenciados neste processo. Considerando que a nossa mente e o coração estão concentrados na beleza e na santidade do Senhor, somos transformados por essa contemplação. “Uma transformação de caráter como a que se vê na vida de João é sempre o resultado da comunhão com Cristo. Pode haver marcados defeitos na vida de um indivíduo; contudo, quando ele se torna um verdadeiro discípulo de Cristo, o poder da divina graça transforma-o e santifica-o. Contemplando como num espelho a glória do Senhor, é transformado de glória em glória, até alcançar a semelhança dAquele a quem adora.” (Ellen G. White, no livro Atos dos Apóstolos, pág. 559).

Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos, e que o buscam com todo o coração. Salmo 119:2

Deus procura pessoas a quem encher de alegria o coração. “Puseste alegria no meu coração, mais do que no tempo em que se lhes multiplicaram o trigo e o vinho.” Salmo 4:7

Pense: “NAquele que é “totalmente desejável” (Cant. 5:16)contemplamos o Ser de quem toda a beleza na Terra e no céu é apenas um pálido reflexo. “E Eu”, disse Ele, “quando for levantado da Terra, todos atrairei a Mim.” João 12:32. Contemplando o estudante da Bíblia ao Redentor, desperta-se-lhe na pessoa o misterioso poder da fé, adoração e amor. O olhar fixa-se na visão de Cristo, e o que assim contempla cresce na semelhança dAquele a quem adora.”

Desafio: É impossível sair da presença de Deus sem uma bênção!


Sexta-Feira
A arte de adorar

A lição de hoje refere-se à arte de adorar. Em que aspecto a adoração pode ser considerada uma arte?

A arte é uma atividade na qual o autor (artista) aplica o melhor das suas habilidades pessoais. Uma obra de arte é o resultado de tudo o que de melhor o autor pôde colocar em seu trabalho. Por isso, penso que existe muita coerência em se considerar a adoração uma arte. É o que de melhor pode ser colocado de nós no ato de adoração. Tudo muito pessoal e peculiar de cada pessoa.

Um componente que é diferente de pessoa para pessoa é a gratidão. Não há como adorar sem agradecer. Na adoração, o reconhecimento pelas bênçãos, em primeiro lugar pela oportunidade da salvação que alcança cada pessoa, indistintamente, segundo a aceitação de cada um. Deus esteve conosco, pisando o mesmo chão, e sofrendo as mesmas dificuldades e provações que sofremos e pagou todo o preço pelo pecado para permitir-nos a entrada franca para o Reino de Deus. Se o salário do pecado é a morte e ainda estamos vivos, temos muito a agradecer por isso.

Além disso, particularmente, cada um tem as suas experiências vividas e caladas dentro de si mesmo. Quantas bênçãos recebidas de Deus, das quais nem tomamos conhecimento! Quantas bênçãos esquecidas e que, com um exercício de memória, podem ser reconhecidas e a gratidão despertada. Existe muito mais alegria em um coração agradecido do que em alguém que vive murmurando. Não é possível oferecer uma adoração completa, que seja aceitável, sem o reconhecimento da soberania e bondade do Criador!

Pense:Os anjos olham com admiração e assombro para aqueles em cujo favor foi provida tão grande salvação, e se admiram de que o amor de Deus não os desperte, incentivando-os a emitir melodiosos acordes de gratidão e adoração. Mas o resultado que todo o Céu almeja contemplar não é visto entre os que professam ser seguidores de Cristo.” (Ellen White, no livro, Fundamentos da Educação, pág. 198).

Desafio: “Quando o Espírito for derramado sobre Seu povo neste tempo, o nome de Cristo estará em toda língua, Seu amor encherá toda alma; e quando o coração abraça a Jesus, ele abraça a Deus; pois toda a plenitude de Deus habita em Cristo. Quando os raios da justiça de Cristo incidem sobre a alma, alegria, adoração e glória se entretecerão nesta experiência.” Signs of the Times, 9 de junho de 1890.


Wanderley Gazeta é professor no UNASP desde 1982. Casado com Sônia M. M. Gazeta, tem dois filhos, Jean Marcel e Marcus Fernando.


Fonte: http://www.escolanoar.org.br


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