Estudos Bíblicos: Adoração – Lição 08 – Conformidade, Concessão e Crise na Adoração

Comentários de Ellen G. White


Texto Central: “Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal”. (Hebreus 5:14)


Sábado à Tarde

Todo o engano concebível fará sentir os seus efeitos sobre os que não têm com Deus uma viva ligação diária. Na nossa obra não deve haver esforços colaterais enquanto não houver um exame completo das ideias sustentadas para que se possa verificar de que fonte provêm. Os anjos de Satanás são sábios para fazer o mal, e criarão o que alguns pretenderão ser luz avançada, proclamarão como sendo coisas novas e maravilhosas, e embora em alguns aspectos a mensagem seja verdade, estará misturada com invenções humanas, e ensinará como doutrinas os mandamentos dos homens. Se alguma vez houve um tempo em que deveríamos vigiar e orar com real fervor, este é o tempo. Pode haver coisas supostamente boas, e que no entanto necessitam de ser cuidadosamente consideradas com muita oração, pois são sedutores artimanhas do inimigo para conduzir pessoas num rumo que está tão perto do caminho da verdade que muito pouco se poderá distinguir do caminho que leva à santidade e ao Céu. Mas os olhos da fé podem discernir que isto diverge do caminho certo, embora quase que imperceptivelmente. Ao principio pode ser visto como positivamente certo, mas depois de algum tempo verifica-se que diverge amplamente do caminho da segurança, do caminho que leva à santidade e ao Céu. – Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 229.


Domingo
Com Olhos Diferentes

Assim diz o Senhor: “Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do Senhor!” (Jeremias 17:5).

Há muitos que clamam que o Senhor é a sua fonte de força; e, no entanto, logo que lhes sobrevêm provações, em vez de buscarem o Senhor em oração, recorrem a um pobre mortal falível como eles, em busca de empatia e conselho. Mas o que estão a fazer quando empreendem esse comportamento? Estão a fazer da carne o seu braço; e tão certo como fazerem isto, tomar-se-ão fracos. Deveríamos levar a Deus as nossas perplexidades. Ele é o grande e infalível Conselheiro. Quando fazemos do homem mortal o nosso adjuvante, e divulgamos todas as nossas preocupações ao ouvido humano, estamos apenas a privar-vos de força, pois receberão apenas o tipo de ajuda que a natureza humana pode dar. – Review and Herald, 16 de Abril de 1889.

Os pecadores só podem encontrar esperança e justiça em Deus; e nenhum ser humano é justo para além do tempo em que exercita a fé em Deus e mantém uma ligação vital com Ele. A flor do campo tem de ter a sua raiz no solo; precisa de ar, orvalho, chuva e luz do Sol. Só florescerá se receber essas vantagens, e todas elas vêm de Deus. O mesmo se passa com o homem. Recebemos de Deus aquilo que contribui para a vida da alma. Somos advertidos a não confiar no homem, nem a fazer da carne o nosso branco. É pronunciada uma maldição sobre todos aqueles que o fazem. – Panfleto: Special Instructions Relating to The Review and Herald Office, and The Work in Battle Creek, p. 36.

O homem não deve tomar a liberdade de pôr de lado o grande padrão moral de Deus e estabelecer um padrão segundo o seu próprio julgamento finito. É porque os homens se medem entre si, e vivem de acordo com o seu próprio padrão, que a iniquidade abunda e o amor de muitos esfria. Demonstram desprezo pela lei de Deus, e, por causa disto, muitos ousam transgredir, e até mesmo aqueles que receberam a luz da verdade vacilam na sua aliança com a lei de Deus. – Review and Herald, 12 de Junho de 1894.

Ao aproximarmo-nos do fim do tempo, a falsidade estará tão misturada com a verdade, que apenas os que têm a orientação do Espírito Santo serão capazes de distinguir a verdade do erro. Precisamos fazer todo o esforço para nos mantermos no caminho do Senhor. De modo nenhum devemos afastar-nos da Sua orientação e pôr a nossa confiança no homem. Os anjos do Senhor têm ordens para manter estrita vigilância sobre os que põem a sua fé no Senhor, e esses anjos devem ser a nossa ajuda especial em cada momento de necessidade. Cada dia devemos ir ao Senhor com plena certeza de fé, e pedir-Lhe sabedoria…. Os que são guiados pela Palavra do Senhor distinguirão com certeza entre a falsidade e a verdade, entre o pecado e a justiça. – A Maravilhosa Graça de Deus (Meditações Matinais, 1974), p. 199.


Segunda-Feira
A Arte (e o Mal) da Transigência

[Salomão] vendeu a honra e a integridade de caráter procurando glorificar-se a si mesmo perante o mundo, e tornou-se, por fim, num déspota, mantendo a sua extravagância através de impostos opressivos sobre o povo. Primeiro, corrompeu-se no coração, depois apostatou de Deus e tomou-se, por fim, adorador de ídolos. – Testemunhos Para a Igreja, vol. 4, p. 628.

Satanás sabia bem os resultados que se seguiriam à obediência; e durante os primeiros anos do reinado de Salomão – anos gloriosos por causa da sabedoria, beneficência e retidão do rei – ele procurou introduzir influências que haviam de minar traiçoeiramente a lealdade de Salomão aos principias e fazê-lo separar-se de Deus. Sabemos que o inimigo foi bem-sucedido nesse esforço, pelo relato: “Salomão se aparentou com Faraó, rei do Egito; e tomou a filha de Faraó, e a trouxe à cidade de David” (I Reis 3:1).

Ao formar uma aliança com uma nação pagã, e ao selar o pacto através do casamento com uma princesa idólatra, Salomão rejeitou precipitadamente as sábias providências que Deus fizera para manter a pureza do Seu povo. A esperança de que esta esposa egípcia se convertesse foi apenas uma fraca desculpa para o pecado. Desrespeitando uma ordem direta de permanecer separado das outras nações, o rei uniu a sua força ao braço da carne.

Durante algum tempo, na Sua compassiva misericórdia, Deus dominou esse terrível erro. A mulher de Salomão converteu-se; e o rei, através de uma sábia conduta, poderia ter feito muito para combater as forças do mal que a sua imprudência pusera em operação. Salomão começou, porém, a perder de vista a Fonte do seu poder e glória. A inclinação tomou ascendência sobre a razão. À medida que crescia a sua autoconfiança, ele procurou cumprir os desígnios do Senhor à sua maneira. Achava que as alianças políticas e comerciais com as nações circunvizinhas levariam essas nações ao conhecimento do verdadeiro Deus; e entrou assim em união profana com nação após nação. Frequentemente essas alianças eram seladas pelo casamento com princesas pagas. Os mandamentos de Jeová foram postos de lado em favor dos costumes dos povos circundantes.

Durante os anos da apostasia de Salomão, o declínio espiritual de Israel foi rápido. Como poderia ter sido diferente, se o seu rei se unira com agentes satânicos? Através desses agentes, o inimigo operou para confundir a mente do povo em relação ao verdadeiro e ao falso culto. Eles tomaram-se presa fácil. O intercâmbio matrimonial com os pagãos tornou-se numa prática comum. Os Israelitas depressa perderam a sua repulsa pela idolatria. Adotaram-se os costumes pagãos. Mães idólatras levaram os seus filhos a observar ritos pagãos. A fé dos Hebreus tomava-se rapidamente uma mistura de ideias confusas. O comércio com outras nações colocou os israelitas em intimo contacto com os que não tinham amor a Deus, e o seu próprio amor por Ele foi grandemente diminuído. O seu sentido apurado do elevado e santo caráter de Deus foi amortecido. Recusando seguir no caminho da obediência, transferiram a sua vassalagem para Satanás. O inimigo regozijou-se com o seu êxito em obliterar a imagem divina da mente das pessoas que Deus escolhera como Seus representantes. Por meio do intercâmbio matrimonial com os idólatras e da constante associação com eles, Satanás conseguiu aquilo pelo qual há muito tempo trabalhava – a apostasia nacional. – Fundamentos da Educação Cristã, pp. 498, 499.


Terça-Feira
O Culto Falso

Hoje em dia, os homens correm o perigo de manifestar o mesmo espírito que Jeroboão manifestou, e de fazer um trabalho semelhante em caráter ao trabalho que ele realizou. Os seus planos, postos em ação, levaram os filhos de Israel para longe de Deus e para a idolatria, e eles praticaram e permitiram males terríveis. O Juiz de toda a Terra acusará Jeroboão dos horríveis resultados da sua conduta. E aqueles que seguem o seu exemplo serão acusados dos resultados da sua conduta. – Comentários de Ellen G. White, SDA Bible Commentary, vol. 2, p. 1033.

Jeroboão desejava apelar à imaginação dos israelitas, colocando perante eles alguma representação visível para simbolizar a presença do Deus invisível. Consequentemente, mandou fazer dois bezerros de ouro, que foram postos dentro de uns nichos nos centros indicados para adoração. Nesta tentativa para representar a Divindade, Jeroboão violou o claro mandamento de Deus: “Não farás para ti imagem de escultura…. Não te encurvarás a elas nem as servirás” (Êxodo 20:4, 5).

Tão forte era o desejo de Jeroboão de conservar as dez tribos afastadas de Jerusalém, que perdeu de vista a fraqueza fundamental do seu plano. Deixou de ter em consideração o grande perigo a que estava a expor os israelitas, ao colocar perante eles o símbolo idólatra da divindade, com o qual os seus antepassados tinham estado tão familiarizados durante os séculos do cativeiro no Egito. A estada recente de Jeroboão no Egito devia ter-lhe ensinado que era loucura colocar perante o povo tais representações pagas. Mas o seu  decidido propósito de induzir as tribos do norte a não continuarem a sua visita anual à Cidade Santa, levou-o a adotar a mais imprudente das medidas. “Não vale a pena irem mais vezes a Jerusalém!”, insistiu ele; “Povo de Israel, aqui estão os teus deuses, que te tiraram do Egito!” (I Reis 12:28). Assim foram convidados a prostrar-se perante imagens de ouro e a adotar estranhas formas de culto.

O rei tentou persuadir os Levitas, alguns dos que estavam a viver nos seus domínios, a servirem como sacerdotes nos altares recém-erguidos em Betel e Dã; mas fracassou nesta tentativa. Foi então obrigado a elevar ao sacerdócio homens “dos mais baixos do povo” (I Reis 12:31). Alarmados com as perspectivas, muitos dos fiéis, incluindo um grande número de Levitas, fugiram para Jerusalém, onde podiam adorar em harmonia com a vontade divina. – Profetas e Reis, pp. 67, 68.

Por todo o lado [em Israel] a violência e o crime reinavam de forma suprema.

Este foi o resultado que se seguiu ao terem sido erguidos os “dois bezerros de ouro” (I Reis 12:28) por Jeroboão. “E este feito se tornou em pecado” (v. 30), e levou à introdução de graves formas de idolatria, até que quase todos os habitantes da terra se entregaram às sedutores práticas da adoração da Natureza. – Review and Herald, 5 de Fevereiro de 1914.


Quarta-Feira
Elias e os Profetas de Baal

A proposta de Elias é razoável. O povo não ousou fugir-lhe e encontrou coragem para responder “É boa esta palavra” (I Reis 18:24). Os profetas de Baal não ousaram discordar nem evitar o assunto. Deus orientou este teste, e preparou confusão para os autores da idolatria, e um sinal de triunfo para o Seu nome. Os sacerdotes de Baal não se atreveram a fazer outra coisa que não aceitar as condições. Com terror e sentimento de culpa no coração, mas exteriormente ousados e desafiantes, edificam o altar, colocam a lenha e a vitima sobre ele, e começam então as suas feitiçarias, os cantos e os uivas, característicos da adoração pagã. Os seus gritos estridentes ecoam pelas florestas e montanhas: “Ah, Baal, responde-nos!” (I Reis 18:26). Os sacerdotes juntam-se como um exército à volta dos seus altares, e, com saltos e gastas estranhos, com contorções e gritos, batendo os pés, arrancando os cabelos e cortando-se, manifestam uma sinceridade aparente.

Mas, acaba a manhã, e chega o meio-dia, e contudo não há qualquer manifestação dos seus deuses em piedade para com os sacerdotes de Baal, os enganados adoradores de ídolos. Nenhuma voz responde aos seus clamores frenéticos. Os sacerdotes estão continuamente à procura de encontrar algum meio através do qual, pelo engano, possam acender o fogo sobre os altares, para dar glória a Baal. Mas Elias vigia cada um dos seus movimentos. Oitocentas vozes ficam roucas. Os seus vestidos estão cobertos de sangue, e no entanto o seu entusiasmo frenético não desvanece. As suas súplicas estão misturadas com maldições ao seu deus-sol, pois este não envia fogo para o altar. Elias permanece ali, a observar com olhos de águia para que não seja praticado nenhum engano; pois sabia que, se por qualquer artifício eles conseguissem atear fogo sobre o altar, este seria desfeito em pedaços ali mesmo. Ele deseja mostrar ao povo a loucura das suas dúvidas, e a indecisão entre duas opiniões, quando têm as maravilhosas obras do poder majestoso de Deus em seu favor, e inumeráveis evidências das Suas infinitas misericórdias e do Seu amoroso cuidado para com eles…. O povo tinha testemunhado as terríveis demonstrações dos irracionais e frenéticos sacerdotes. Tinham observado os seus saltos sobre o altar, como se desejassem agarrar os raios do Sol para que servissem os seus altares. Estão cansados das exibições demoníacas, da idolatria pagã; e estão verdadeiramente interessados e ansiosos para ouvir o que Elias irá dizer.

Depois de a vítima ter sido colocada sobre o altar, ordenou ao povo que encharcasse com água o sacrifício e o altar, enchendo o rego à volta do altar.

Então Elias inclinando-se reverentemente diante do invisível Deus, ergue as mãos para o Céu e oferece uma oração calma e simples, sem gastos violentos, ou contorções do corpo. Nenhum grito ecoa nas alturas do Carmelo. Um silêncio solene, que é opressivo para os sacerdotes de Baal, cai sobre todos. Na sua oração, Elias não usa expressões extravagantes. Ele ora a Jeová como se Ele estivesse perto, testemunhando toda a cena, e ouvindo a sua oração sincera e fervorosa, no entanto simples. Os sacerdotes de Baal tinham gritado, espumado, dado saltos e orado por muito tempo – desde a manhã até à tarde. A oração de Elias foi muito curta, fervorosa, reverente e sincera. Mal a oração de Elias tinha terminado, chamas de fogo, como relâmpagos brilhantes, descem do Céu sobre o altar erguido, ateando a lenha para o sacrifício, consumindo a vitima, absorvendo a água do rego e devorando as próprias pedras do altar. O brilho das chamas é doloroso aos olhos da multidão e ilumina o monte. O povo do reino de Israel, que não estava reunido no monte, observa com interesse o povo que se reúne sobre o monte. Eles testemunham a descida do fogo, e ficam maravilhados com o que vêem. Ele lembra a coluna de fogo no Mar Vermelho, que à noite separou os filhos de Israel do exército egípcio. – Review and Herald, 30 de Setembro de 1873.


Quinta-Feira
A Mensagem de Elias

No espírito e com o poder de Elias, João Batista denunciou a corrupção dos Judeus, e repreendeu os seus pecados dominantes. O seu discurso era claro, incisivo e convincente. Muitos arrependeram-se, e, como prova do seu arrependimento, foram batizados por ele no Jordão. Este trabalho foi necessário para preparar o caminho para o ministério terrestre de Cristo.

O trabalho de João Batista, e o trabalho daqueles que nos últimos dias avançam no espírito e no poder de Elias para despertar as pessoas da sua apatia, são, em muitos aspectos, o mesmo. O seu trabalho é um tipo do trabalho que tem de ser feito nesta época. Cristo virá pela segunda vez para julgar o mundo com justiça. Os mensageiros de Deus que levam a última mensagem de advertência ao mundo, devem preparar o caminho para o segundo advento de Cristo, tal como João preparou o caminho para o Seu primeiro advento. Nesta obra preparatória, “todo o vale será exaltado, e todo o monte e todo o outeiro serão abatidos: e o que está torcido se endireitará, e o que é áspero se aplainará”; pois a História vai repetir-se, e, uma vez mais, “a glória do Senhor se manifestará, e toda a carne juntamente verá que foi a boca do Senhor que isto disse” (Isaias 40:4, 5).

Nesta época, imediatamente antes da Segunda Vinda de Cristo nas nuvens do Céu, Deus chama homens que prepararão um povo que permanecera de pe no grande dia do Senhor. O mesmo trabalho que João fez deve ser levado a cabo nestes últimos dias. O Senhor está a dar mensagens ao Seu povo, através de instrumentos que Ele escolheu, e gostaria que todos prestassem atenção às advertências e aos avisos que Ele envia. A mensagem que precedeu o ministério público de Cristo foi: Arrependei-vos, publicanos e pecadores; arrependei-vos, fariseus e saduceus; “arrependei-vos, porque é chegado o reino dos Céus” (Mateus 3:2). A nossa mensagem não deve ser de paz e segurança. Como um povo que acredita na breve vinda de Cristo, temos uma mensagem decisiva a apresentar: “Prepara-te … para te encontrares com o teu Deus” (Amós 4:12).

A nossa mensagem deve ser tão direta como a de João. Ele repreendeu reis pela sua iniquidade. Apesar do perigo que a sua vida corria, ele nunca permitiu que a verdade esmorecesse nos seus lábios. A nossa obra nesta época deve ser realizada com a mesma fidelidade….

Nesta época de apostasia quase universal, Deus chama os Seus mensageiros para proclamarem a Sua lei, no espírito e no poder de Elias. Tal como João Batista, ao preparar o povo para o primeiro advento de Cristo, chamou a atenção para os dez mandamentos, também nós devemos proclamar, sem qualquer incerteza, a mensagem: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, porque é vinda a hora do Seu juízo” (Apocalipse 14:7). Com o fervor que caracterizava o profeta Elias e João Batista, devemos esforçar-nos para preparar o caminho para o segundo advento de Cristo. Resolução, abnegação e esforço consagrado são os requisitas de cada obreiro. Vigilância e zelo consagrado devem assumir o lugar da indiferença letárgica. Os apelos devotos e fervorosos que provêm de um coração cheio do espírito que atuou em Elias, trará convicção ao coração sincero. – The Southem Work, 21 de Março de 1905.

Sexta-Feira
Leitura Adicional

Profetas e Reis, “Jeroboão”, pp. 67-75, “Apostasia Nacional”, pp. 76-78, “Elias, o Tesbita”, pp. 81-86, “A Voz da Severa Repreensão”, pp. 93-96, “O Carmelo”, pp. 97-103.


Fonte: Publicado originalmente em http://www.adventistas.org.pt/Evangelismo/Artigos.asp?ID=645


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