Estudos Bíblicos: Adoração – Lição 06 – Adoração, Música e Louvor

Comentários de Gilberto G. Theiss


Texto Central: “Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor todas as terras.” (Salmos 96:1)


Sábado

A vida de Davi apresenta inúmeras lições de vitórias e derrotas, de sucessos e de fracassos. As narrativas bíblicas a respeito de sua vida e relação com Deus foram marcadas por atos de devoção, adoração e música permeados de situações, muitas das vezes estranhas e outras coerentes com a vontade de Deus. No entanto, com muita atenção, é possível perceber uma gradativa mudança, transformação e melhoria moral, espiritual e musical na vida deste notável homem.

Davi foi o compositor de uma grande parte dos salmos e sua vida foi praticamente uma canção. Músico por excelência passou pelas experiências mais trágicas de sua vida como pecador, filho de Deus, rei e como músico. Seus pecados mais graves lhe custaram sua própria família – especialmente os filhos. Suas músicas fazem do louvor em cânticos ganhar força em toda a Escritura. Temos muito o que aprender com Davi no tocante a verdadeira e falsa adoração, pois, sua vida foi marcada por períodos e experiências que permeiam essas duas características do culto. Olhando para os erros de Davi e seus posteriores acertos, podemos administrar melhor nossos erros e acertos de hoje. A fidelidade a Deus é a nota tônica da verdadeira adoração e este foi o motivo da queda do rei Saul. No entanto, embora a vida de Davi tivesse sido pautada também pela desobediência, ele foi humilde em reconhecer seus erros e se humilhar perante o Senhor.


Domingo
Entre Saul e Davi
(I Samuel 16:6-13; I Samuel 17:45-47; I Samuel 18:14; I Samuel 24:10; I Samuel 26:9; I Samuel 30:6-8; Salmos 32:1-5; Salmos 51:1-6)

A ruína de Saul foi determinada por sua negligência em atender a sua própria necessidade de manter o controle de sua vida nas mãos de Deus. Não se humilhou e não se arrependeu de seus pecados como deveria. Embora não tenha cometido as atrocidades cometidas por Davi, a grande diferença que pode ser notada entre ambos é justamente a busca amargurada pelo perdão e a profunda humilhação e sofrimento que Davi suportou por causa de seus próprios erros grotescos. Saul não se humilhou e não seguiu as orientações de Deus. É exatamente isto que determina a verdadeira vida cristã da falsa vida cristã. Isto também é o que determina a verdadeira adoração da falsa. O problema não é a transgressão em si, mas a maneira como reagimos diante de tal pecado cometido. Seguir as próprias inclinações quando não conhecemos a Deus, embora não justificável, é compreensível. No entanto, Saul conhecia a Deus e Sua vontade, mas não seguiu suas orientações. Davi, ao contrário de Saul, conhecia a Deus, cometeu atrocidades terríveis, mas quando teve a oportunidade de arrepender-se, não a desperdiçou e se humilhou amargamente diante do Senhor. Daí em diante, Davi procurou, da melhor maneira possível, seguir as orientações de Deus para sua vida.

Percebe-se nas narrativas da vida de Davi uma progressiva mudança moral, comportamental e espiritual. Ele, provavelmente, temia o Senhor, tanto que, ao ter sido alertado pelo profeta Natan de sua real condição diante de Deus, sofreu amargamente por ter pecado contra seu Deus e contra o seu próximo. Por mais abominável que tenha sido a vida deste rei, Deus o alcançou e o transformou. O que determinou essa diferença entre Saul foi sua disposição de servir e de fazer a vontade Deus.


Segunda-feira
Coração Contrito, Espírito Quebrantado
(Salmos 51:17)

Nada é mais significativo e profundamente comovedor diante de Deus do que um coração contrito e espírito quebrantado. O preço desta realidade no coração humano, para Deus, não possuí valor que pague. Deus se comove quando nos apresentamos a Ele com a vida assim. Nada mais poderá ser mais valioso como símbolo de verdadeira adoração do que isto.

Possuir o coração contrito e o espírito quebrantado significa possuir profunda convicção de nossa mais profunda e verdadeira realidade. Somo pecadores, falhos, doentes, imperfeitos, cheios de erros e totalmente voltados para o mal. Se permitíssemos que nossa natureza real nos governasse completamente, então, entenderíamos muito bem o que significa possuir uma natureza propensa para o pecado. Entender a grandiosidade do plano da redenção em nosso favor e o que de fato merecemos ultrapassa qualquer lógica e deve nos levar a mais profunda experiência de contrição e de quebrantamento. A única coisa que merecemos é o sofrimento e a morte. Deus poderia ter lançado este mísero planeta nos confins do universo para dele nunca mais se lembrar, mas, não foi isso que Deus fez! Ele preferiu elaborar uma estratégia de salvação, mesmo em detrimento de Sua própria vida.

Somos salvos em Cristo sem merecer. Somos redimidos por Jesus sem nenhuma razão lógica em nossa defesa. Somos miseráveis, pobres e sem absolutamente nada de bom que possa favorecer sermos recebidos no Céu! A única lógica que existe é que, Deus ultrapassou todos os limites e qualquer tipo de racionalidade para nos oferecer justamente o que jamais mereceremos. Isto tudo não seria motivo para termos o coração contrito e o espírito quebrantado? Porque motivos muitos ainda acreditam que podemos ser salvos por algum tipo de obra? Não seria arrogância ou soberba de nossa parte acreditar que, podemos exigir de Deus alguma coisa caso tenhamos bons comportamentos e uma vida correta? Já somos doentes de natureza, mas, aqueles que acham que podemos ser salvos por alguma obra, esses, são mais doentes ainda. A verdadeira adoração, como estudado até aqui, nos conduz a materializar na vida unicamente a soberana vontade de Deus. O assunto de hoje é mais uma evidência cristalina da verdadeira adoração. Com a certeza e convicção de nossa real situação diante de Deus, com o coração contrito, somos levados a refletir e a cumprir com sabedoria, temor e amor a terna vontade do Senhor. Aqueles que realmente entendem esta grandiosa verdade jamais desejarão fazer sua própria vontade em detrimento da vontade daquele que não poupou a própria vida por nós.


Terça-feira
Davi: Uma Canção de Louvor e Adoração
(I Crônicas 16:8-36)

Davi foi um músico por excelência e suas canções devem ter feito uma grande diferença para o seu tempo. Possivelmente muitos haviam sido influenciados pelos cânticos de Davi e neste sentido, suas canções apresentavam a essência da verdadeira adoração – o de exaltar somente a Deus por Suas obras e misericórdia.

A vida deste nobre homem mostra como deve ser a nossa. Nossa vida deve ser um eterno louvor para Deus por Suas brilhantes obras a nosso favor. Somos feitos em Cristo – nova criatura. Fomos resgatados do mais escuro poço. Estávamos perdidos, mas, pelo amor e graça de Jesus, fomos achados e purificados. Imagine se Deus tivesse simplesmente permitido que a justiça fosse feita quando o homem pecou? Hoje, com certeza, não teríamos existido. Deus suplantou nossa eterna morte com sua eterna vida. Suas pegadas trilharam o caminho que era nosso. Ele Se fez pó para revestir-nos de Sua glória. Tudo indica que Davi, em algum momento de sua vida, pode entender cada verdade que permeia nossa condição e a resposta de Deus diante de tudo isto. Davi teve uma vida de cânticos, pois, como ninguém, percebeu a assombrosa atitude da divindade em nosso favor, inclusive dele. Como Davi, se formos tocados por esta realidade, seremos eternamente gratos e nossa vida será pautada de eternas canções de louvor e gratidão. O amor de Deus é rodeado de grande mistério que foi capaz de assustar até mesmo os mais nobres anjos que existem nos Céus. Lembre-se, não se trata apenas de cantar, pois, na verdade, a vida como um todo precisa ser um verdadeiro e suave cântico de alegria ao Senhor.


Quarta-feira
O Cântico de Davi
(II Samuel 22; Apocalipse 4:9-11; Apocalipse 5:9-13; Apocalipse 7:10-12; Apocalipse 14:1-3)

A música está em todos os lugares. Parece que em tudo há música. Observe que, os sapos cantam, os grilos cantam, os pássaros cantam e especialistas em genética afirmam que em nossas células há música. Tudo na natureza é permeado de música. O homem foi dotado de um poder especial para produzir música. Enfim, Deus fez um mundo totalmente musical.

Davi usou a música para adorar a Deus em seu tempo. Embora suas melodias tenham sido perdidas pelo tempo, as letras de muitas de suas canções estão registradas na palavra de Deus. Através destas letras percebemos a intimidade de Davi com Deus através dos cânticos. Ele usava a música para fins de louvor e adoração a seu Deus.

A música é o mais poderoso instrumento para elevar os homens até o Céu. No entanto, é bom que tenhamos em mente que, a música também possui poder para desviar a mente do Céu. A Bíblia não deixa claro como eram as canções de Davi mas nos deixa alguns suficientes princípios que visam diferenciar a música que é entoada a Deus das que possuem algum tipo de traço e simpatia com o pecado.

O cântico deve ser usado para elevar as pessoas até a atmosfera do Céu. Deve ser uma ferramenta que ajude as pessoas a se desvincularem das coisas do mundo que as afastam da pureza e da santidade. Não é qualquer música com letra religiosa que faz a música ser apropriada e muito menos a que venha satisfazer nossos gostos pessoais. Temos que ter em mente que, a natureza como um todo foi comprometida pelo pecado e nossos próprios gostos precisam passar pelo processo de regeneração e santificação. Segundo Salmo 96:1, a música não é uma questão de gosto mas de inteligência ou sabedoria. Como Davi, nossos cânticos que são oferecidos a Deus devem refletir a vontade de Deus. Com o tempo o rei Davi entendeu este grande propósito e não deixou de fazer o melhor que podia para alcançar esta realidade. É importante compreender que, devemos oferecer aquilo que Deus requer, ou seja, um cântico diferente do mundo e repleto de sinceridade subjugado pela vontade divina.


Quinta-feira e Sexta-Feira
“Cantai ao Senhor um Cântico Novo”
(I Coríntios 10:31; Filipenses 4:8; Colossenses 1:18)

Este é um dos assuntos mais espinhosos na atualidade. Nada pode gerar tantos atritos quanto o tema da música. Observe bem, se você subisse em um ringue nas condições em que se encontra neste momento, para lutar com o famoso Mike Taison, quanto tempo levaria para você se retirar do ringue às pressas? Bom, se fosse ao meu caso, eu nem entraria no ringue. Portanto, saiba que, no assunto da música, se você resolver subir no ringue, antes, é bom que saiba que o seu grande adversário não é Mike Taison, mas o próprio Satanás. O diabo entende muito mais de música do que todos os músicos juntos e por esta razão é muito importante ter em mente que, todo o cuidado é ainda muito pouco no tocante ao louvor e adoração.

No contexto que aprendemos até o momento a respeito de verdadeira adoração, percebemos que a falsa adoração está relacionada à vontade humana em detrimento da vontade de Deus. Isto significa que não é o gosto humano que determina como deve ser a adoração a Deus. A adoração deve seguir parâmetros que envolvem os valores e princípios divinos. Infelizmente, devido ao forte relativismo e existencialismo, o que tem moldado a adoração a Deus de hoje é o gosto e cultura de nossa geração. Como no passado, o paganismo e o mundanismo têm entrado pelas portas sob o pseudo-argumento de que nem tudo no mundo é ruim e pode ser utilizado para atrair as mentes secularizadas para o evangelho. Na verdade, a geração de hoje está cometendo o mesmo erro do Israel antigo, transformar o que é mais importante na vida religiosa – a adoração – em um momento de entretenimento e satisfação emocional humana amalgamada com o mundanismo de uma geração corrupta e escrava do pecado. A música cristã de hoje, assim como bem expressou o autor da lição, está tão maculada com a música da cultura pecaminosa dos idólatras de nosso tempo que não mais podemos enxergar alguma diferença entre ambas. Isto é muito sério e infelizmente devido a cegueira espiritual de muitos, não estão conseguindo observar a linha que diferencia o sagrado do mundano. Um cântico novo significa o cântico de uma nova vida, de novos pensamentos, de novos ideais, de um novo coração repleto de desejo de ser diferente do mundo e mais semelhante a Cristo, e não um cântico velho, mundano e cheio de características de uma cultura voltada a idolatria e as paixões carnais.

Lembremo-nos que, no conflito final, as revelações contidas no livro do Apocalipse, especialmente o capítulo 14, apresentam um acirrado combate baseado em tudo o que esteja permeado de verdadeira e falsa adoração. Não é de se admirar que os alicerces que sustentam a verdadeira adoração, além do próprio estilo de vida, se baseiem também na observância do Sábado e no culto entoado por cânticos?

É válido lembrar também que a igreja não é contra a modernização da música, na realidade ela é fundamental e necessária. No entanto, devemos avançar nesta direção aplicando princípios de censura espiritual e bíblica naquilo que escolhemos e selecionamos. Todo cuidado ainda é pouco no uso de métodos para alcançar as pessoas com as boas novas do Evangelho. No entanto, como a revelação nos alertou “a conformidade aos costumes mundanos converte a igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo” (O Grande Conflito, p. 509). Falando a respeito do povo de Israel, Ellen White nos adverte que “Os israelitas não compreendiam que serem neste sentido diferentes de outras nações era um privilégio e bênção especiais. Deus havia separado os israelitas de todos os outros povos, para deles fazer Seu tesouro peculiar. Eles, porém, não tomando em consideração esta alta honra, desejaram avidamente imitar o exemplo dos gentios! E ainda o anelo de conformar-se às práticas e costumes mundanos existe entre o povo professo de Deus. Afastando-se eles do Senhor, tornam-se ambiciosos dos proveitos e honras do mundo. Cristãos acham-se constantemente procurando imitar as práticas dos que adoram o deus deste mundo. Muitos insistem em que, unindo-se aos mundanos e conformando-se aos seus costumes, poderiam exercer uma influência mais forte sobre os ímpios. Mas todos os que adotam tal método de proceder, separam-se desta maneira da Fonte de sua força. Tornando-se amigos do mundo, são inimigos de Deus. Por amor à distinção terrestre, sacrificam a indizível honra a que Deus os chamou, honra esta de mostrarem os louvores dAquele que nos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz. I Ped. 2:9 (Patriarcas e Profetas, p. 607).

Como bem expressou o pastor Erton Koller, “precisamos modernizar, porém sem mundanizar” (Fonte: Associação Paulistana)

Por outro lado, não é sábio de nossa parte sair por ai condenando as pessoas. Devemos pregar, ensinar, dialogar e sempre, no espírito cristão, buscar ajudar as pessoas a compreenderem melhor os aspectos que envolvem a adoração através da liturgia e música com muita paciência e com amor fraternal. Nem todos receberam a luz a este respeito. Muitos têm oferecido louvores com muita sinceridade e na ignorância, Deus os tem aceitado. Mas, devemos ter extremo cuidado, pois Deus também não aceitará louvores daqueles que persistentemente preferem permanecer na ignorância.

A música é um dos veículos que pode nos conduzir à verdadeira ou falsa adoração. Aqueles que insistem em ensinar que o importante é a letra e não a estrutura da música, estão fazendo uso do mesmo pseudo-dialético evangélico ao dizerem que o importante é adorar a Deus e não o dia da semana que se guarda para adorar. Este mesmo raciocínio relativista tem sido freqüentemente usado em detrimento de diversas doutrinas e princípios bíblicos ensinados e requeridos por Deus levando o mundo religioso a um falso reavivamento. Vários eruditos da teologia evangélica tem feito uso deste silogismo para perpetrar a observância do domingo ensinando que na verdade o que importa para Deus não é o dia em si mas o princípio existente nesse dia, o de adorar a Deus na mais pura sinceridade humana. Com isto advogam a idéia de que, não existe lei quando tudo é feito com sinceridade.

Observe que a sinceridade é aliada não da ignorância proposital, mas da verdade. Deus somente aceita o erro quando ele parte de um coração sincero que não conhece a verdade de Deus. Neste caso, podemos considerar sem nenhuma margem de erro que a oferta de Caim não pode ter sido sincera, e por esta razão é que foi recusada. A este respeito, servindo de lição para todos nós em pleno século XXI, White esclarece que Abel “estava determinado a adorar a Deus de acordo com a orientação dada por Ele. Isso desagradava Caim. Ele achava que seus próprios planos eram os melhores, e que o Senhor chegaria a um acordo com ele” (Manuscript Releases, v. 14, p. 115, 116). Também esclarece que “no caso de Caim e Abel, temos o modelo de duas classes que haverá no mundo até o fim do tempo, e esse tipo é digno de estudo aprofundado. Havia uma diferença marcante no caráter desses dois irmãos, e essa mesma diferença é vista hoje na família humana. Caim representa os que vivem pelos princípios e pelas obras de Satanás, adorando Deus à sua própria maneira. A exemplo do líder que seguem, eles estão dispostos a prestar obediência parcial, mas sem submissão completa a Deus” (Signs of the Times, 23 de dezembro de 1886).

Concluo com duas citações do Espírito de Profecia muito pertinentes e que não podem ser subestimadas. Observe e guarde-as no coração. Falando a respeito dos últimos dias, imediatamente antes do fechamento da porta graça, White diz que:

“Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo” (Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 31-39).

Também escreveu que:

“Tudo parecia preparado para o trabalho de satanás. Ele convenceu muitos a porem de lado a razão e o discernimento e serem governados por impressões. O Senhor requer que Seu povo empregue a razão, e não a ponha de lado por impressões. Sua obra será compreensível a todos os Seus filhos. Seus ensinos serão de molde a se recomendarem ao entendimento das pessoas estudiosas. São designados a elevar a mente…Foram-me mostrados grupos em confusão, movidos por espírito equivocado, todos fazendo ruidosas orações, alguns clamando de um jeito, outros de outro; e era impossível dizer o que era som de flauta ou de harpa. “Deus não é Deus de confusão, senão de paz” (ICo 14:33). Satanás penetrou neles e controlou as coisas como bem quis. A razão e a saúde foram sacrificadas no altar desse engano. Deus não quer que seu povo imite os profetas de Baal, afligindo o corpo, gritando e clamando, em desvairadas atitudes e sem nenhuma consideração para com a ordem, até se lhes esgotarem as forças. Religião não consiste em ruidosas manifestações; contudo, quando o coração está cheio do Espírito do Senhor, glorifica a Deus com suave e sincero louvor (Testemunhos para a Igreja, vol. 1, p.230, 231).

Artigos que vale apena serem lidos

(Cronologia do Salmo 150 e o uso de tambores e danças – Para ler o artigo na íntegra acesse aqui). Fonte: Música Sacra e Adoração

(Teste a natureza da música sacra, acesse aqui) Fonte: Centro White.

(Artigo, louve a Deus em cântico, acesse aqui) Fonte: Centro White.


Leitura Adicional


Fonte: http://gilbertotheiss.blogspot.com


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