Estudos Bíblicos: Adoração – Lição 06 – Adoração, Música e Louvor

Comentários de Ellen G. White


Texto Central: “Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor todas as terras.” (Salmos 96:1)


Sábado à Tarde

David e Saul, nesta história, estão perante nós como homens com caracteres totalmente diferentes. A conduta de David deixa claro o fato de que ele encarava o temor do Senhor como o principio da sabedoria. Mas, a Saul faltava-lhe a força, porque não tinha conseguido prestar obediência aos mandamentos de Deus, a regra da sua vida. E terrível que o homem defina a sua vontade contra a vontade de Deus, tal como está revelada nos Seus requisitos específicos. Toda a honra que o homem pudesse receber no trono de um reino, seria uma pobre compensação para a perda do favor de Deus devido a um ato de deslealdade para com o Céu. A desobediência aos mandamentos de Deus só pode trazer desgraça e desonra no fim. Deus deu a cada homem a sua função, tal como designou a Saul o governo de Israel; e a lição prática e importante para nós é que realizemos a obra que nos for designada de tal forma que possamos enfrentar os nossos registros de vida com alegria, e não com dor. – Sígns of lhe Times, 7 de Setembro de 1888.


Domingo
Entre Saul e David

O rei [Saul] parecia ser pouco menos do que um louco. Ele foi abandonado por Deus, mas não se encheu de verdadeiro arrependimento pela má conduta que teve. Estava cheio de remorsos, agitado e incapaz de exercer a razão. O Senhor tinha declarado pelos lábios de Samuel a condição do desobediente: “A rebelião é como o pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniquidade e idolatria” (I Samuel 15:23). Estas palavras encontraram a sua confirmação na vida de Saul. As paixões descontroladas do seu coração ímpio tornaram-no incapaz de receber conselhos ou recomendações. Ele recusou toda a instrução e agiu como se estivesse possuído por um demônio. A justiça transformou-se em crueldade e a ordem em confusão. Oh, se ao menos Saul tivesse humilhado o seu coração perante Deus! Mas a raiva fica no coração dos loucos, transformando aqueles que foram feitos à imagem de Deus, à imagem do maligno.

Saul tinha uma mente e uma influência capazes de governar um reino, se os seus poderes estivessem submetidos ao controle de Deus, mas os próprios atributos que o qualificavam para fazer o bem podiam ser usados por Satanás, estando entregues ao seu poder, e iriam capacitá-lo a exercer vasta influência para o mal. Ele poderia ser inflexivelmente mais vingativo, mais ofensivo e mais determinado em atingir os seus objetivos ímpios, do que outras pessoas, por causa dos poderes superiores de mente e coração que lhe tinham sido dados por Deus. Ele tinha arruinado a sua própria alma, e tinha provocado a ruína da sua casa; mas estava impenitente e endurecido. Ele tinha trazido prejuízo e desgraça sobre si mesmo. – Signs of lhe Times, 19 de Outubro de 1888.

Não há segurança para o povo de Deus a não ser na obediência implícita à Sua Palavra. Todas as Suas promessas são feitas sob condição de fé e obediência. E uma falta de submissão às Suas ordens impede-nos de utilizar plenamente os abundantes recursos apresentados nas Escrituras. Saul poderia ter feito a sua súplica a Deus de forma aceitável e podia ainda ter esperado que o servo de Deus realizasse o seu trabalho. Não havia necessidade de se obrigar a si mesmo a oferecer uma oferta queimada perante o Senhor. A ordem para esperar até a chegada de Samuel foi dada para testar a sua lealdade ao Deus que o tinha grandemente abençoado. Se o rei tivesse pelo menos mostrado respeito pelos requisitos de Deus, neste momento de prova, então Deus poderia ter feito a Sua vontade através dele, mesmo quando a sua inclinação e desejo natural tivessem clamado por uma conduta diferente. O seu fracasso agora provou que ele era incapaz de ser regente de Deus para o Seu povo. E iria desencaminhar Israel. A sua vontade seria o poder controlador no lugar c vontade de Deus. Ele tinha sido pesado na balança e foi achado em falta. C anjos de Deus estavam angustiados com a sua descrença e desobediência e o seu fracasso neste pequeno teste decidiu a questão mais importante do seu reinado. Se ele tivesse sido fiel, o seu reino teria sido estabelecido para sempre; mas como ele falhou, os propósitos de Deus tinham de ser cumpridos por outro que seria fiel à palavra do Seu mandamento. Os grandes interesses de Israel teriam de ser entregues a alguém que governaria o povo de acordo com a vontade do Céu. – Signs of lhe Times, 11 de Maio de 1888.


Segunda-Feira
Um Coração Quebrantado, Um Espírito Quebrantado

Quanto mais uma pessoa vê do caráter de Deus, tanto mais humilde se torna, e tanto menos se estima a si mesma. Isto é, na verdade, a prova de que ela contempla Deus, de que se encontra em união com Jesus Cristo. A menos que sejamos mansos e humildes, não podemos, na verdade, dizer que possuímos qualquer visão do caráter divino. Os homens podem pensar que possuem aptidões superiores. Os seus talentos admiráveis, o grande saber, a eloquência, atividade e zelo, podem deslumbrar os olhos, deleitar a fantasia e despertar a admiração dos que não podem ler para além da superfície; mas a menos que a humildade e a modéstia estejam ligadas a esses outros dons, manifestar-se-ão exaltação e glorificação próprias. A menos que cada qualidade seja consagrada ao Senhor, a menos que aqueles a quem Ele confiou dons busquem a graça que, unicamente, pode tornar esses talentos aceitáveis a Deus, eles são considerados pelo Senhor… como servos inúteis. “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito, não desprezarás, ó Deus” (Salmos 51:17)…. Aquele cujo coração está abrandado e subjugado, que viu a gloriosa manifestação do caráter de Deus, não apresentará descuidada presunção…. O eu estará perdido na consciência que têm da maravilhosa glória de Deus, e da sua própria absoluta indignidade. Todos os que valorizam o andar feliz e santo com o Senhor, … farão todo o possível para ter mesmo só um vislumbre da Sua glória. Em todo o lugar e sob qualquer circunstância, orarão a Deus para que lhes seja permitido vê-l’O. Cultivarão aquele espírito manso e contrito que treme ante a palavra de Deus. – Filhos e Filhas de Deus (Meditações Matinais, 1956), p. 68.

Hoje em dia há grande necessidade de … arrependimento sincero e confissão. Aqueles que se não humilharam perante Deus em reconhecimento da sua culpa, ainda não cumpriram a primeira condição da aceitação. Se ainda não experimentamos esse arrependimento e ainda não nos arrependemos, e não confessamos o nosso pecado com verdadeira humilhação de alma e quebrantamento de espírito, abominando a nossa iniquidade, nunca procuramos verdadeiramente o perdão do pecado; e se nunca procuramos, nunca encontramos a paz de Deus. A única razão por que poderemos não ter remissão dos pecados do passado, é porque não estamos dispostos a humilhar o nosso coração orgulhoso, e a cumprir as condições da palavra da verdade. Foram dadas instruções explícitas sobre este assunto. A confissão do pecado, quer seja em público ou em privado, deve ser sincera e expressa livremente. Não deve ser exigida ao pecador. Não deve ser feita de forma leviana e descuidada, nem deve ser imposta àqueles que não têm qualquer senso concreto do caráter repugnante do pecado. A confissão que se mistura com lágrimas e arrependimento, que é o derramar do mais intimo da alma, encontra o seu caminho até ao Deus da misericórdia infinita. O salmista diz: “Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito” (Salmos 34:18). – Siqns of the Times, 16 de Março de 1888.

É o humilde de coração que recebe a iluminação celestial, que é mais preciosa do que a alardeada sabedoria do mundo. Pela fé no Filho de Deus, dá-se uma transformação no caráter. O filho da ira torna-se o filho de Deus. Passa da morte para a vida. O sacrifício infinito do filho de Deus é uma propiciação para as transgressões do pecador arrependido. Ele torna-se espiritual e discerne as coisas espirituais. A sabedoria de Deus ilumina a sua mente, ele vê coisas maravilhosas na lei de Deus. Esta salvação que oferece perdão ao transgressor, apresenta-lhe a justiça que suportará o escrutínio do Onisciente, dá vitória sobre o poderoso inimigo de Deus e do homem, proporciona vida eterna e alegria ao que a recebe, e pode ser razão de regozijo para os humildes que ouvem e se alegram – Review and Herald, 17 de Abril de 1888.


Terça-Feira
David: Um Cântico de Louvor e Adoração

Sentindo que o seu próprio coração não era inteiramente correto para com Deus, David, vendo o golpe desferido em Uzá, ficou com medo da arca, receoso de que algum pecado da sua parte trouxesse algum castigo sobre si Mas Obede-Edom, embora com temor, acolheu, com regozijo e gratidão, o símbolo sagrado, como garantia do favor de Deus para com os obedientes

A atenção de todo o Israel dirigiu-se agora para o geteu e a sua casa; todos estavam vigilantes para ver o que lhes aconteceria “E abençoou o Senhor a Obede-Edom e a toda a sua casa.”

A reprovação divina cumpriu a sua obra em David. Foi levado a compreender, como nunca antes, a santidade da lei de Deus, e a necessidade de uma estrita obediência. O favor mostrado para com a casa de Obede-Edom levou David, novamente, a esperar que a arca pudesse trazer uma bênção a ele e ao seu povo.

Ao fim de três meses, resolveu fazer outra tentativa para mudar a arca, e prestou agora cuidadosa atenção às instruções do Senhor, em todos os pormenores. De novo foram convocados os principais homens da nação, e uma vasta congregação se reuniu em volta da residência do geteu. Com reverente cuidado, a arca foi agora posta aos ombros de homens divinamente designados, a multidão pôs-se em ordem e, com coração fremente, o grande séquito novamente se pôs em marcha. Depois de caminharem seis passas, a trombeta deu sinal para pararem. Por determinação de David deveriam ser oferecidos sacrifícios de “bois e carneiros cevados”. O júbilo então tomou o lugar do tremor e do terror. O rei tinha tirado as suas vestes reais, e vestira-se com um simples éfode de linho, como o que era usado pelos sacerdotes Com isto não queria dar a entender que assumira as funções sacerdotais, pois que o éfode era algumas vezes usado por outros além dos sacerdotes. Em vez disso, neste serviço santo, ele queria, perante Deus, tomar um lugar igual ao dos seus súditos. Naquele dia, Jeová devia ser adorado. Ele devia ser único objeto de reverência. – Patriarcas e Profetas, p. 644.

As cerimônias solenes que acompanharam a transladação da arca tinham produzido uma impressão duradoura no povo de Israel, despertando um maior interesse pelo serviço do santuário, e reacendendo o seu zelo por Jeová. David tinha-se esforçado, por todos os meios ao seu alcance, por tornar estas impressões bem profundas. O serviço de canto tornou-se uma parte regular do culto religioso, e David compôs salmos, não só para o uso dos sacerdotes no serviço do santuário, mas também para serem cantados pelo povo nas suas jornadas até ao altar nacional nas festas anuais. A influência assim exercida foi de grande alcance, e teve como resultado libertar a nação da idolatria. Muitos dos povos circunvizinhos, vendo a prosperidade de Israel, foram levados a pensar favoravelmente acerca do Deus de Israel, que tão grandes coisas tinha feito pelo Seu povo. – Patriarcas e Profetas, pp. 646, 647.

O concerto que Deus fez com o Seu povo no Sinai deve ser o nosso refúgio e defesa…. Este concerto é tão válido hoje como quando foi feito com o antigo Israel pelo Senhor….

Este é o compromisso do povo de Deus nestes últimos dias Serem aceites por Deus depende do fiel cumprimento dos termos do seu acordo com Ele. No Seu concerto, Deus inclui todos os que Lhe obedeçam. A todos os que praticam a justiça e o juízo, desviando a sua mão de praticar algum mal, a promessa é: Aos que “abraçam a Minha aliança, darei na Minha casa e dentro dos Meus muros, um memorial e um nome melhor do que o de filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará” (Isaías 56:4 e 5). – Maravilhosa Graça (Meditações Matinais, 1974), p. 140.


Quarta-Feira
O Cântico de David

David compôs muitos dos Salmos no deserto, para onde foi obrigado a fugir para sua segurança. Saul até ali o perseguiu, e David foi várias vezes protegido de cair nas mãos de Saul, através da intervenção especial da Providência. Quando David estava a passar por estas fortes provações e dificuldades, manifestou uma confiança inabalável em Deus, e estava especialmente imbuído com o Seu Espírito, ao compor os cânticos que falam dos perigos e livramentos que enfrentou, atribuindo o louvor e a glória a Deus, o seu misericordioso guardião. Nestes Salmos, vê-se um espírito de fervor, devoção e santidade. Ele entoou estes cânticos, que expressam os seus pensamentos e meditações sobre as coisas divinas, acompanhado de proficiente música de harpa e outros instrumentos. O Salmo incluído em II Samuel 22, foi composto enquanto Saul andava a persegui-lo para lhe tirar a vida. Quase todos os cânticos sagrados de David foram compostos nos primeiros anos da sua vida, enquanto ele servia o Senhor com integridade e pureza de coração. – Spiritual Gifts, vol. 4a, p. 93.

Com a mais profunda alegria e adoração, as hastes de anjos inclinam-se perante Ele, enquanto o alto clamor ecoa pelas cortes celestiais: “Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças” (Apocalipse 5:12). Cânticos de triunfo misturam-se com a música das harpas angélicas, até que o Céu parece transbordar alegria e louvor. O Filho de Deus triunfou sobre o príncipe das trevas, e conquistou a morte e a sepultura. O Céu ecoa com as vozes que proclamam em imponentes melodias: “Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder, para todo o sempre” (Apocalipse 5:13). – The Present Truth, 18 de Fevereiro de 1886.

O arrependimento é o primeiro passo que deve ser dado por todos aqueles que querem voltar para Deus. Ninguém pode fazê-lo por nós. Temos de, individualmente, humilhar a nossa alma perante Deus, e pôr de lado os nossos ídolos. Quando tivermos feito tudo o que pudermos, o Senhor revelar-nos-á a Sua salvação.

E quando a luz do Céu dissipar as nossas trevas, mostremos, tal como Samuel, a nossa gratidão ao fazer um memorial para Deus. Muitas vezes, perdemos grandes bênçãos porque não damos louvor ao Doador. Façamos-Lhe uma melodia no nosso coração e com as nossas vozes. A alma pode subir para mais perto do Céu, nas asas do louvor. Deus é adorado com cânticos e louvor nas cortes lá do alto. E ao expressarmos assim a nossa gratidão, estamos a aproximar-nos da adoração das hastes celestiais. “Aquele que oferece sacrifício de louvor Me glorificará” (Salmos 50:23). Apareçamos com alegria reverente perante o nosso Criador com “ação de graças e voz de melodia” (Isaías 51:3). – Signs of the Times, 26 de Janeiro de 1882.

A melodia de louvor é a atmosfera do Céu; e, quando o Céu está em contacto com a Terra, há música e cântico – “ações de graças e voz de melodia” (Isaías 51:3).

Acima da Terra recém-criada que aí estava, linda e sem mácula, sob o sorriso de Deus, “as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam” (Jó 38:7). Assim, os corações humanos, em simpatia com o Céu, têm correspondido à bondade de Deus em notas de louvor. Muitos dos eventos da história humana têm estado ligados a cânticos. – Educação, p. 161 .


Quinta-Feira
“Cantai Um Cântico Novo Ao Senhor!”

Fazia-se com que a música servisse um santo propósito, de forma a erguer os pensamentos para aquilo que é puro, nobre e edificante, e despertar na alma devoção e gratidão para com Deus. Que contraste entre o antigo costume, e os usos a que muitas vezes a música é hoje dedicada! Quantos usam este dom para exaltar o eu, em vez de o usar para glorificar Deus! O amor pela música leva os incautos a unirem-se com os que amam o mundo nas reuniões de diversões a que Deus proibiu os Seus filhos de irem. Assim, aquilo que é uma grande bênção quando devidamente usado, torna-se um dos mais bem sucedidos fatores através dos quais Satanás distrai a mente do dever e da contemplação das coisas eternas.

A música faz parte do culto de Deus nas cortes celestiais, e devemos esforçar-nos para, com os nossos cânticos de louvor, nos aproximarmos tanto quanto possível da harmonia dos coros celestiais. O devido cultivo da voz é um aspecto importante da educação e não deve ser negligenciado. O cântico, como parte do culto religioso, é um ato de adoração, tanto como a prece. O coração deve sentir o espírito do cântico, a fim de lhe dar a expressão correta. – Patriarcas e Profetas, p. 545.

A música pode ser uma grande força para o bem; não aproveitamos, entretanto, ao máximo esse aspecto da adoração. O canto é feito em geral por impulso ou para atender a casos especiais, e outras vezes é permitido que os cantores continuem errando, e a música perde o devido efeito na mente dos presentes. A música deve ter beleza, suavidade e poder. Ergam-se as vozes em hinos de louvor e devoção. Utilizem em seu auxilio, se possível, a música instrumental, e deixem ascender a Deus a gloriosa harmonia, em oferta aceitável. – Testemunhos Para a Igreja, vol. 4, p. 71.

Vestuário deslumbrante, cantos bonitos e música instrumental na igreja não suscitam o canto do coro angelical. À vista de Deus estas coisas são como os ramos da figueira infrutífera, que só mostrava folhas pretensiosas. Cristo espera frutos, princípios de bondade, simpatia e amor. Estes são os principias do Céu, e quando se revelam na vida dos seres humanos, podemos saber que Cristo, a esperança da glória, está formado em nós. Uma congregação pode ser a mais pobre da Terra, sem música nem ostentação exterior, mas se possuir esses princípios, os membros poderão cantar, pois a alegria de Cristo está na sua alma, e podem dedicar esse canto como oferenda a Deus….

A música só é aceitável a Deus quando o coração é consagrado, enternecido e santificado pela sua simplicidade. Muitos, porém, que se deleitam na música não sabem nada sobre como fazer melodias para o Senhor, no seu coração. O seu coração foi “após os seus ídolos” (Ezequiel 6:9) – Evangelismo, pp. 511, 512.

Aqueles que incluem cânticos no culto divino deveriam selecionar hinos com música apropriada para a ocasião, não notas fúnebres, mas melodias alegres, e no entanto, solenes. A voz pode e deve ser modelada, suavizada e controlada. – Signs of the Times, 22 de Junho de 1882.


Fonte: Publicado originalmente em http://www.adventistas.org.pt/Evangelismo/Artigos.asp?ID=645


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