Estudos Bíblicos: Adoração – Lição 02 – Adoração em Êxodo: Compreendendo Quem é Deus

Comentários do Pr. Otoniel Tavares de Carvalho


Texto Central: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de Mim.” (Êxodo 20:2-3)

Leitura Bíblica da Semana: Êxodo 3:1 a 15; 20:1 a 17; 32:1 a 6; 33:12 a 23


Introdução

Israel foi um povo privilegiado e abençoado por Deus. Devido à Aliança feita com Abraão (leia Gênesis 12 a 17), IAVÉ abençoou Isaque e Jacó/Israel. Israel foi habitar no Egito, e ali se perverteu espiritualmente, apostatando da fé no Deus único. Israel, em sua maioria, passou a adorar “deuses” estranhos, na forma visível de ídolos, como o faziam os egípcios e todos os povos gentílicos. Ao tirar Israel do Egito, onde fora escravizado por centenas de anos, IAVÉ teve muito trabalho em criar nos israelitas uma mentalidade monoteísta. Israel insistia em adorar ídolos pagãos. Ao dar a Lei Moral na forma de Dez Mandamentos, o Senhor Deus falou a Israel: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da casa da servidão [da escravidão], da terra do Egito.” Ex 20:2. Então veio o primeiro Mandamento, base de todos os demais mandamentos:“Não terás outros deuses diante de Mim.” (Ex 20:3). Se Israel fosse fiel a este princípio fundamental da adoração, todos os demais mandamentos seriam obedecidos e respeitados. Caso contrário, nenhum dos mandamentos seria levado a sério.

A lição desta semana focaliza a ADORAÇÃO de Israel no período do Êxodo do Egito para Canaã. Vamos descobrir o que aconteceu.


Lição de Domingo
Terra Santa
(Êxodo 3:1-15)

Depois que fugiu do Egito, Moisés foi viver em Midiã, onde se refugiou na casa de um rico criador de ovelhas chamado Jetro, o qual lhe deu trabalho, abrigo e uma esposa. Ali viveu Moisés durante quarenta anos.

Certo dia, Moisés viu uma cena inusitada. Um arbusto pegava fogo, mas não era consumido pelo fogo. Admirado, Moisés se aproximou do arbusto fumegante. Então ele ouviu uma voz a lhe dizer: “Moisés, Moisés!”Ele logo respondeu: “Eis-me aqui!” E a voz continuou a falar-lhe: “Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa.” Êxodo 3:4 e 5. Moisés já havia passado por ali muitas vezes, e nada diferente lhe ocorrera. Agora, Deus estava ali, no meio do fogo que parecia queimar o arbusto, e essa presença divina modificou tudo. O lugar, antes comum, agora se tornara lugar santo, devido à presença de Deus ali. Deus viera chamar Moisés para realizar a libertação do povo de Israel, a geração carnal de Abraão, do jugo da escravidão para uma vida de liberdade. Disse mais o Senhor: “Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó.Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus” (Êxodo 5:6). Moisés teve postura temente e reverente na presença de Deus. Isto é adoração. A presença do Deus Santo torna qualquer lugar comum em lugar santo, especial. Quando temos consciência da presença de Deus em determinado lugar que a nós parecia comum, precisamos ter postura incomum. Uma postura nova, diferente, especial. Uma postura de adorador do Deus Verdadeiro e Único. Reverência é sempre a postura correta que se deve ter na presença de Deus, em casa ou no templo.


Lição de Segunda-Feira
A Morte dos Primogênitos: Páscoa e adoração
(Êxodo 12:1-36)

Faraó resistiu ao propósito de IAVÉ, de tirar Israel do cativeiro no Egito. Faraó perguntou a Moisés, de forma debochada e cínica: “Quem é o Senhor, para que eu lhe ouça a voz e deixe ir a Israel? Não conheço o Senhor, nem tampouco deixarei ir a Israel” Êxodo 5:2. Não, Faraó não conhecia IAVÉ, o “Senhor”, o Deus de Israel. Ele iria conhecê-lO a partir de então. Deus enviou sobre Faraó e sobre todo o reino do Egito DEZ PRAGAS, ou seja, dez punições disciplinares, visando forçar a saída de Israel.

No contexto do Grande Conflito Cósmico na Terra, Deus havia escolhido Israel como sendo Seu filho Primogênito. Israel estava para Deus em lugar de Adão, o primogênito do Senhor na Terra. Satanás, usando Faraó e seu poder, escravizara Israel, o “Primogênito” do Senhor, e tripudiara sobre ele. Por algum tempo Deus deixou, para disciplinar Israel por causa da apostasia deste (leia Ezequiel 20). Mas o Senhor tinha planos grandiosos para Israel, planos estes que culminariam com a chegada do Rei Messias, o qual iria libertar Israel de todas as suas mazelas e sofrimentos. É dentro desse contexto teológico e escatológico, de Israel como “Primogênito” de IAVÉ, que o Senhor envia sobre Faraó e sobre todo o Egito, a Décima Praga, a Morte dos Primogênitos. Cada família no Egito daria seu primogênito como resgate de todo o Israel, o Primogênito do Senhor Deus. E assim aconteceu, conforme Êxodo 11 e 12. Os filhos primogênitos em Israel, e todo o Israel, como Primogênito do Senhor, seriam salvos pelo SANGUE DO CORDEIRO. Um cordeiro deveria ser morto em cada casa dos israelitas. À meia-noite, passaria pela terra do Egito o ANJO VINGADOR, para matar os primogênitos dos egípcios. Em toda casa onde não houvesse o SANGUE DO CORDEIRO aplicado à porta da casa, como sinal de que aquela família era Povo de Deus, o primogênito daquela família seria morto na passagem do anjo. Nessa mesma hora, os israelitas, dentro da casa em cuja porta fora aplicado o SANGUE DO CORDEIRO, deveriam comer a carne do mesmo cordeiro salvador. Isto era a PÁSCOA, isto é, a cerimônia da PASSAGEM: (1) Da passagem do anjo vingador para matar os primogênitos das famílias em cuja porta não havia o sangue do cordeiro; (2) da passagem de Israel de uma situação de povo escravizado para a posição de povo livre, ou seja, povo salvo pela fé em IAVÉ. Era uma noite de celebração, de adoração e culto a IAVÉ, o Deus salvador para Israel. O Deus que iria naquela mesma noite resgatar Seu primogênito do terrível cativeiro em que se metera, por causa de seus erros em questão de adoração, pois haviam deixado de adorar e cultuar a IAVÉ, o Deus Único, para adorar e cultuar “deuses” imaginários, ou falsos deuses, curvando-se diante de estátuas inanimadas. SALVAÇÃO é sempre uma iniciativa e ação de Deus em favor do Seu povo. Nunca é o pecador que se salva a si mesmo, por suas próprias obras e ações. É sempre Deus quem toma a iniciativa e age em direção à salvação dos humanos pecadores. Devemos sempre adorar a Deus e O louvar por essa edificante iniciativa em nosso favor!


Lição de Terça-Feira
Não Terás Outros Deuses
(Êxodo 20:1-6)

Deus foi direto e específico nessa questão da adoração, sem deixar margens a dúvidas:

“NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM” (Êxodo 20:3).

É tão fácil entender isto, que ninguém precisa ficar confuso e errar. ADORAÇÃO só se deve dar a Deus, o Senhor. A ninguém mais.

Nos tempos passados, as pessoas foram buscando “deuses” para cultuar. O Sol, a Lua, as Estrelas; o rio; as árvores; os animais de grande porte e de grande força; os animais domésticos; algumas aves; espíritos das florestas; duendes; fadas; anjos; reis; rainhas; imperadores; nobres em geral. Quem cultuava essas coisas e pessoas, geralmente o faziam porque imaginavam que elas eram possuidoras de alguma força, de algum poder acima do de qualquer pessoa comum. Essas coisas e pessoas foram se tornando objeto de admiração, de adoração, de culto. Pessoas começaram a venerar, a reverenciar, a cultuar essas coisas que a elas pareciam dotadas de força e poder incomuns, sobrenaturais. Assim se foram estabelecendo os cultos e os atos de adoração politeístas. Cada povo, reino e nação foi formando o seu panteão de deuses e divindades que deveriam ser adorados e cultuados.

Vivendo no Egito, terra de idolatria e politeísmo generalizados, um povo politeísta e panteísta, Israel foi-se aculturando a esse estilo diferente de viver. Foi-se afastando do monoteísmo aprendido de seus pais – Abraão, Isaque e Jacó/Israel – e começou a imergir em um universo diferente, de adoração e culto aos astros celestes, ao rio Nilo, aos animais, às árvores, às estações do ano e a tudo mais que os egípcios cultuavam como se fosse um deus. A maioria em Israel apostatou do monoteísmo e culto único a IAVÉ, bandeando-se para o politeísmo egípcio. E as novas gerações seguiam o exemplo errado de seus pais, dando prosseguimento a uma apostasia coletiva do outrora povo de IAVÉ.

Quando Deus os tirou do Egito e os levou para Canaã, no meio do caminho lhes deu a Lei Moral, composta por Dez Mandamentos. O primeiro deles já determinava a Israel:“NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM”. O Segundo Mandamento seguia em natureza e propósito o primeiro:“NÃO FARÁS PARA TI IMAGEM DE ESCULTURA, NEM SEMELHANÇA ALGUMA DO QUE HÁ EM CIMA NOS CÉUS, NEM EMBAIXO, NA TERRA; NEM NAS ÁGUAS, DEBAIXO DA TERRA. NÃO AS ADORARÁS, NEM LHES DARÁS CULTO…”Êxodo 20:3 a 5, grifos nossos. O segundo Mandamento estava atrelado, vinculado, ao primeiro Mandamento. O que Deus queria falar a Israel? Deus estava lhe dizendo: DEUS, só existe um: “EU SOU”Êxodo 3:14. Tudo o mais que Israel tentasse adorar, seria politeísmo e idolatria.

Hoje, os cristãos se afirmam monoteístas, mas nós continuamos ouvi-los dizer: “Eu adoro fulano!” “Eu adoro esse carro!””Eu adoro minha casa!””Eu adoro minha família!””Eu adoro meu emprego!””Eu adoro o Flamengo!”Eu adoro o Bahia!”E por aí vai a interminável sequência de coisas e pessoas que os cristãos dizem adorar. A lista é quase interminável. Os crentes de hoje, inclusive eu e você, nos apegamos demais a certas coisas e pessoas a quem amamos, ao ponto de transformar esse amor em um ato de adoração. Muitos crentes entram em depressão, e alguns até abandonam a fé, quando perdem essas pessoas e coisas, objetos de sua adoração. Mas se você lhe perguntar: “Você é politeísta ou monoteísta?”Elas respondem de imediato: “Eu sou um cristão; eu sou monoteísta”. Cuidado com as expressões que você usa em relação a determinadas coisas e pessoas. Lembre-se do que falou o anjo de Apocalipse 19:10:“ADORA A DEUS”.


Lição de Quarta-Feira
“Estes São Teus Deuses”
(Êxodo 32:1-6)

O relato de Êxodo 32 focaliza a apostasia coletiva de Israel, pouco tempo após iniciar o Êxodo do Egito para Canaã.Israel, que no Egito vivera em meio à idolatria e ao politeísmo, ainda não aprendera a cultuar somente a IAVÉ, mesmo tendo vistos os sinais e as maravilhas que Deus operara para a libertação deles. Isto mostra que ver milagres acontecendo não é garantia da conversão de uma pessoa. Israel viu e vivenciou muitos milagres feitos por Deus, e ainda assim permaneceu incrédulo em sua maioria. Uma das divindades falsas que Israel adorara no Egito foi o Boi Ápis.

Moisés foi chamado por Deus a subir o monte Sinai, e ali ficar por quarenta dias, pois o Senhor escreveria a Lei Moral, os Dez Mandamentos, em pedra, e lha entregaria, para que ele a apresentasse ao povo em forma escrita. Nesse intervalo, os líderes das tribos ficaram impacientes, achando que Moisés fora arrebatado para o Céu, e não mais voltaria para eles. Então foram até Arão, irmão de Moisés, a segunda maior autoridade em hierarquia em Israel nesse período, e exigiram dele que lhes fizesse um ídolo de ouro, à semelhança do que eles haviam cultuado no Egito. Arão fraquejou diante dos descrentes e cedeu às suas exigências malignas. Satanás estava operando na mente desses dirigentes em Israel, a fim de que todo o povo pecasse contra Deus, e fosse rejeitado por Deus. Satanás queria ver Israel como povo derrotado espiritualmente e subjugado ao demônio. Arão arrecadou joias dos homens e mulheres israelitas, derreteu o ouro e moldou um BEZERRO DE OURO em forma de estátua, e proclamou uma festa (uma celebração de culto) religiosa diante e ao redor da estátua. Foi um total retrocesso espiritual; uma apostasia coletiva. Foi uma provocação a Deus. Israel entregou-se ao diabo para pecar contra Deus. O povo cantou, bebeu, dançou, alegrou-se. O acampamento do povo de Deus virou uma babel. Um carnaval tomou conta do povo, e a festa durou até altas horas.

Deus mandou Moisés descer imediatamente, pois o povo pecara contra o Senhor. Moisés desceu e viu a tragédia moral e espiritual que acontecera. Um completo retrocesso espiritual. Moisés perguntou a Arão o porquê daquela apostasia, e este lhe deu uma resposta tola, sem sentido, mostrando sua fragilidade como líder espiritual. Moisés fez perguntas aos líderes das tribos e das famílias, e estes lhe deram respostas cínicas, irresponsáveis, tentando justificar sua apostasia e pecado contra IAVÉ. Irado, Moisés derreteu o ouro da estátua, misturou com água e deu para muitos deles beberem. Deus puniu centenas deles, os quais morreram junto com suas famílias. No entanto, a Tribo de Levi não quis se misturar na apostasia e se manteve de fora do carnaval. Então Deus escolheu a Tribo de Levi para ser, a partir dali, a tribo sacerdotal, a qual cuidaria da vida religiosa e espiritual de toda a nação chamada Israel. Cinicamente, os apóstatas gritaram, em meio a aplausos, palmas, gritos, chocarrices e bebedeira: “ESTES SÃO OS TEUS DEUSES, Ó ISRAEL, QUE TE TIRARAM DA TERRA DO EGITO!” Nesta declaração demoníaca, esses dirigentes de Israel recusavam prestar culto a IAVÉ, e recusavam reconhecer IAVÉ como sendo o DEUS SALVADOR DE ISRAEL. Deram glória ao demônio, ao se recusarem dar glória a Deus, o Senhor, o Libertador de Israel. Satanás teve uma grande vitória em Israel nesse dia. Deus foi humilhado e rejeitado por Israel. Só um pequeno remanescente permaneceu fiel a IAVÉ, o Deus da Salvação.

Hoje, em modos diferentes, a história se repete na Igreja. Satanás tem tido muitas vitórias ao levar pastores, anciãos e dirigentes de nossa igreja e de outras igrejas cristãs a agirem de maneira contrária às ordens divinas. Toda vez que pecamos contra Deus, estamos entrando em parceria com o inimigo de Deus. Nunca se esqueça disto.


Lição de Quinta e Sexta-Feira
“Mostra-me a Tua Glória”
(Êxodo 33:12-23)

Moisés intercedeu pelo povo apóstata e infiel, pedindo a IAVÉ que perdoasse o pecado de Seu povo. Deus ouviu a oração intercessória de Moisés, e puniu com a morte somente uma minoria, aqueles que foram os motivadores e inspiradores da apostasia. Aos demais apóstatas, Deus deixou viver, por amor a Moisés.

“Disse Moisés ao Senhor: ‘Tu me dizes: Faze subir este povo, porém não me deste saber a quem hás de enviar comigo; contudo disseste: Conheço-te pelo teu nome; também achaste graça aos meus olhos. Agora, pois, se achei graça aos Teus olhos, rogo-Te que me faças saber neste momento o Teu caminho, para que eu Te conheça e ache graça aos Teus olhos; e considera que esta nação é Teu povo.’ Respondeu-lhe: ‘A Minha presença irá contigo, e Eu Te darei descanso.’ Então lhe disse Moisés: ‘Se a Tua presença não vai comigo, não nos faça subir deste lugar. Pois como se há de saber que achamos graça aos Teus olhos, eu e o Teu povo? Não é, porventura, em andares conosco, de maneira que somos separados, eu e o Teu povo, de todos os povos da Terra?’ Disse o Senhor a Moisés: ‘Farei também isto que disseste; porque achaste graça aos Meus olhos, e Eu te conheço pelo teu nome.’ Então Moisés lhe disse: ‘Rogo-Te que Me mostres a Tua glória!’ Respondeu-lhe o Senhor: ‘Farei passar toda a Minha bondade diante de ti e te proclamarei o nome do Senhor; terei misericórdia de quem Eu tiver misericórdia e Me compadecerei de quem Eu Me compadecer’. E acrescentou: ‘Não Me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a Minha face e viverá.’ Disse mais o Senhor: ‘Eis aqui um lugar junto a Mim; e tu estarás sobre a penha. Quando passar a Minha glória, Eu te porei numa fenda da penha e com a mão te cobrirei, até que Eu tenha passado. Depois, em tirando Eu a mão, tu Me verás pelas costas; mas a minha face não se verá.” Êxodo 33:12 a 23.

Moisés já era um homem muito amado de Deus e um privilegiado. Ele subia ao monte e as nuvens o encobriam. No monte, Deus falava diretamente a Moisés. Ele via o brilho da glória de Deus, embora não visse o rosto (a face) de Deus. Somente o fato de Moisés ser admitido à presença de Deus, e falar com Deus frente a frente já era um privilégio que outros santos de Deus não tiveram. Mas também isto representava uma imensa responsabilidade. Não existem privilégios sem as correspondentes responsabilidades. E Moisés foi responsável na presença do Senhor. A Carta aos Hebreus registra:“E Moisés era fiel em toda a casa de Deus, como servo, para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas.”Hebreus 3:5. Deus tem sempre uma excelente recompensa para aqueles que Lhe são fieis em meio às provações da vida. O Apocalipse anuncia:“Eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão[a recompensa, o prêmio]que tenho para dar a cada um, segundo as suas obras.”Apocalipse 22:12, interpolação nossa.

Nem sempre os servos de Deus que são fieis recebem elogios, aplausos e encômios daqueles que são seus contemporâneos. Muitas vezes, sua fidelidade a Deus provoca ira em alguns que se dizem “irmãos na fé”, levando estes a perseguirem esses fiéis de Deus. Mas Deus está vendo tudo e lhes dará, no final, a recompensa por sua fidelidade: a Vida Eterna.


Fonte: http://comentarioes.blogspot.com


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